2.12.22

Sobre Os Vagabundos do Dharma, de Jack Kerouac

 



Dois jovens irrequietos procuram o caminho do Zen: desde as maratonas de consumo de vinho, as sessões ininterruptas de poesia e o «yabyum» em São Francisco, até à solidão nas altas Sierras e uma vigília no topo do Pico da Desolação, no estado de Washington. Publicado apenas um ano depois de Pela Estrada Fora ter colocado no mapa a Geração Beat, "Os Vagabundos do Dharma" está repleto de humor e um contagiante entusiasmo pela vida.


«Uma excitação descritiva sem rival desde os dias de Thomas Wolfe.» [The New York Review of Books]


Os Vagabundos do Dharma (trad. Margarida Vale de Gato) e outras obras de Jack Kerouac estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/jack-kerouac/

Lançamento de Obra Poética, de José Afonso, dia 8 de Dezembro, pelas 17:00, no Centro Cultural Brotéria, em Lisboa

 




«A presente edição reflete pequenos ajustamentos de atualização da obra, introduz quatro poemas não publicados nas edições anteriores, agrega os textos de canções e outros poemas, mantendo a sua ordenação cronológica, conforme foi a vontade de José Afonso para a primeira edição. […]

Curiosamente, como se a ordem cronológica dos poemas desse um sentido inverso ao destino, o seu primeiro poema, “Pela Quietude das Tuas Mãos Unidas”, é uma profunda reflexão sobre a tristeza e o mistério da morte, e o último, “Alegria da Criação” (1985), é uma reflexão sobre a vida e a alegria da criação, sobre aquele sopro inicial que temporariamente nos visita e nos faz renascer através da inquietação e do desassossego.» [Do Prefácio de Jorge Abegão]


Obra Poética, de José Afonso, está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/obra-poetica-pre-publicacao/

Sobre O Meu Ano de Repouso e de Relaxamento, de Ottessa Moshfegh

 



Ottessa Moshfegh, uma das mais importantes novas vozes literárias, narra neste romance os esforços de uma jovem mulher para se esquivar aos males do mundo. Para tal, embarca numa hibernação prolongada, com a ajuda de uma das piores psiquiatras da história da literatura e com as enormes doses de medicamentos por ela prescritos.


«Cáustico e divertido. Um novo membro obscuro na linhagem das pouco simpáticas personagens femininas de Jean Rhys ou Emily Brontë…» [Margaret Atwood]


«Nunca me esquecerei deste livro.» [Parul Sehgal, The New York Times]


«Ottessa Moshfegh é a autora americana contemporânea que melhor escreve sobre estar vivo, quando estar vivo é uma sensação horrível.» [Jia Tolentino, The New Yorker]


«Obscuramente cómico e altamente profundo. A prosa de Moshfegh é extraordinária.» [The New York Times Book Review]


«Uma autora com um talento superabundante.» [The New York Times]


O Meu Ano de Repouso e de Relaxamento, de Ottessa Moshfegh (tradução de Ana Falcão Bastos), está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/o-meu-ano-de-repouso-e-de-relaxamento-pre-publicacao/

Sobre Henderson, o Rei da Chuva, de Saul Bellow

 



Neste divertido romance, Bellow evoca uma paleta de cores vivas e costumes exóticos de uma África imaginária, destino escolhido por um milionário americano de meia-idade que, em busca de uma vida mais interessante, acaba no seio de uma tribo africana.

As demonstrações de força e vitalidade, juntamente com a paixão que demonstra pela vida, fazem com que Henderson receba a admiração e o reconhecimento por parte da tribo — mas é o seu dom para criar chuva que o catapulta de mero herói a messias.

História hilariante e irreverente, Henderson, o Rei da Chuva é também uma visão profunda sobre as forças que comandam a nossa vida.


«Uma espécie de sonho de delírio selvagem, tornado real pela força da hábil e jovial prosa de Bellow.» [Chicago Tribune]


Henderson, o Rei da Chuva (trad. João Palma-Ferreira) e outras obras de Saul Bellow estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/saul-bellow/

Sobre Nadar num Lago à Chuva, de George Saunders

 



Nos últimos vinte anos George Saunders deu aulas sobre os maiores contistas russos aos seus alunos da Universidade de Syracuse, e neste livro partilha esses ensinamentos, reunidos ao longo dos anos, recorrendo a contos de Tchékhov, Turguénev, Tolstói e Gogol, através dos quais explica como funciona a ficção e a razão pela qual nestes tempos conturbados ela é mais relevante do que nunca.


«Este livro é um prazer, e é sobre prazer também. É muito diferente de qualquer manual de escrita criativa ou de qualquer ensaio de crítica literária, pois nele podemos ver o pensamento de Saunders avançar e recuar entre o ofício do escritor e o modo como o leitor entra na história através da magia das palavras.» [The Guardian]


Nadar num Lago à Chuva (trad. José Mário Silva) e Lincoln no Bardo (trad. José Lima) estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/george-saunders/

1.12.22

De O Que Eu não Compreendo É a Música, de Ana Teresa Pereira

 



“Tudo ficava em silêncio quando ela entrava num lugar. Compreendi isso a primeira vez que a vi. A banda tocava ‘April Showers’ e as pessoas dançavam. Ela caminhava na minha direcção com um vago sorriso, e tudo ficou em silêncio. Quase podia ouvir o som dos saltos altos, como se a seguisse na rua às duas da manhã.

O seu vestido era azul. Todas as outras raparigas usavam vestidos pretos, mas o dela era azul. Quando a interroguei sobre isso, respondeu simplesmente: ‘Eu sou loura; tinha de ser azul.’ Jamie era assim. Dizia-nos as coisas mais absurdas, os seus olhos castanho-esverdeados muito sérios, e nós acreditávamos. Como poderíamos não acreditar?”


O Que Eu não Compreendo É a Música e outras obras de Ana Teresa Pereira estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/ana-teresa-pereira/

Sobre Flores para Algernon, de Daniel Keyes

 



Disponível em www.relogiodagua.pt e a chegar às livrarias: Flores para Algernon, de Daniel Keyes (tradução de José Mário Silva)


Flores para Algernon narra a história de um homem com dificuldades mentais que por via experimental procura adquirir o mesmo quociente de inteligência que Algernon, um sobredotado rato de laboratório. Através de entradas de diário, Charlie documenta o modo como uma operação melhorou a sua inteligência e, por consequência, a sua vida. E, à medida que os procedimentos decorrem, a sua inteligência expande-se até ultrapassar a dos médicos que projectaram a sua metamorfose.

A experiência parece representar um enorme avanço científico, até que Algernon entra numa deterioração súbita e profunda. Poderá o mesmo acontecer a Charlie?


«Uma história convincente, comovente e repleta de suspense.»

[The New York Times]


«Uma obra-prima comovente e genial.» [Guardian]


Daniel Keyes nasceu em Brooklyn, em Nova Iorque, e alcançou fama com o seu conto Flores para Algernon, com o qual venceu o Prémio Hugo. O conto foi inicialmente publicado na edição de Abril de 1959 da The Magazine of Fantasy & Science Fiction, e em 1966 Keyes desenvolveu-o em romance, tendo vencido o Prémio Nebula. O livro foi desde então adaptado várias vezes para a televisão, o teatro e a rádio.

Em 2000, Keyes recebeu o título honorário de Autor Emérito da organização Autores Americanos de Ficção Científica e Fantasia.

Morreu a 15 de Junho de 2014, em Boca Raton, na Florida.


Mais informação em https://relogiodagua.pt/produto/flores-para-algernon-pre-publicacao/