5.2.26

Cristina Carvalho em conversa na livraria Snob

 Cristina Carvalho conversa na livraria Snob sobre o livro Marguerite Yourcenar — Liberdade e Paixão, dia 12 de Fevereiro, pelas 18h30


Marguerite Yourcenar — Liberdade e Paixão e outras obras de Cristina Carvalho estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/cristina-carvalho/


As obras de Marguerite Yourcenar editadas pela Relógio D’Água estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/marguerite-yourcenar/

A chegar às livrarias: A História, de Elsa Morante

 Disponível em www.relogiodagua.pt e a chegar às livrarias: A História, de Elsa Morante (tradução de José Lima)


A História foi publicado em 1974 e tem como cenário a cidade de Roma durante a Segunda Guerra Mundial.

Num dia de janeiro de 1941, um soldado alemão caminha pelo bairro popular de San Lorenzo. Àquela hora pouca gente se vê nas ruas.

No seu deambular sem rumo, o soldado, alto, louro e um pouco embriagado, encontra Ida, uma professora viúva que regressa a casa depois do trabalho.

O soldado segue Ida até ao humilde andar que partilha com o filho. Viola-a e depois, com um pedido de desculpas, fuma um cigarro, sai e nunca mais saberemos dele.

Deste ato brutal, mas que a guerra torna quase banal, nasce uma criança, e a história da família judia de Ida vai encher as muitas páginas de um romance que iluminou toda a segunda metade do século xx.


“Elsa Morante foi minha mestra.” [Elena Ferrante]


“Este nosso mundo cai aos pedaços… Só tu, Elsa, consegues dar-lhe forma e dignidade.” [Italo Calvino]


“Como romancista e como leitora, o que senti ao ler A História foi profunda gratidão para com Elsa Morante.” [Natalia Ginzburg]


A História e outras de Elsa Morante estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/elsa-morante/

De O Pangolim e Outros Poemas, de Marianne Moore

 «O AMOR NA AMÉRICA?


Seja o que for, é uma paixão —

uma amena demência que devia

tomar a América, alimentada de um modo

que é oposto do modo

como se alimentou o Minotauro.

É um Midas de ternura;

do coração;

mais nada. De alguém capaz

de suportar a incompreensão —

aceitar culpas, com “uma nobreza

que iguala a ação”, sem a menor

superficialidade, como um pioneiro


sem gabarolice nem

grandeza excessiva

de adulta criancice.


Seja o que for, que nunca tenha

afetação.


Sim, sim, sim, sim.» [p. 173]


O Pangolim e Outros Poemas (trad. Margarida Vale de Gato) está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/o-pangolim-e-outros-poemas/

Sobre O Mendel dos Livros e A Viagem ao Passado, de Stefan Zweig

 Escrito em 1929, O Mendel dos Livros narra a história de um espantoso alfarrabista que passa os dias sentado na mesma mesa de um dos cafés de Viena.

Com a sua memória enciclopédica e a generosa disponibilidade, este judeu russo é admirado pelo dono do café Gluck e pela clientela culta que recorre aos seus serviços. No entanto, em 1915, em plena Primeira Guerra Mundial, quando o Império Austro-Húngaro e a Rússia se encontravam em campos opostos, Jakob Mendel é enviado para um campo de prisioneiros, injustamente acusado de colaborar com os inimigos da Áustria.

A Viagem ao Passado mostra-nos como uma relação amorosa pode ser interrompida e até desfeita pelas contingências da guerra, um tema que Zweig abordou sob diversas formas. 


O Mendel dos Livros e Viagem ao Passado (trad. Carlos Leite, Maria Elsa Gouveia Neves e Maria José Diniz) e outras obras de Stefan Zweig estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/stefan-zweig/

Sobre Viagens, de Virginia Woolf

Em companhia dos irmãos, de amigos, e mais tarde com o marido Leonard, Virginia Woolf viajou da adolescência até quase ao fim da vida.

Conheceu Espanha, que veio a considerar um país magnífico, apesar do invariável céu azul. Passou por Lisboa e Porto. Visitou por diversas vezes a Grécia. Perdeu-se pelas ruelas de Constantinopla e sentiu-se fascinada pelas suas principais mesquitas. Em Itália, deu particular atenção a Veneza, Florença e Siena. Na Alemanha, o centro da sua atenção foi Bayreuth. Em meados dos anos 30, visitou a França e deslocou-se à Holanda.

Mas viajar nunca foi para ela uma descrição de lugares, referenciados com anotações brilhantes. Como escreveu Jorge Vaz de Carvalho, na Introdução: «Nunca abusa no gosto pelo detalhe pitoresco ou prelecção erudita. Percebemos como a escritora evita obsessivamente os estilos de guia turístico ou de reportagem, bem como o pretexto dos monumentos e das paisagens para a revelação confessional ou reflexões de natureza histórica ou política. Trata-se, nas suas próprias palavras, de mostrar “todos os traços da passagem de uma mente pelo mundo”.»


Viagens (tradução de Jorge Vaz de Carvalho) e outras obras de Virginia Woolf estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/virginia-woolf/

Sobre Na Rússia com Rilke, de Lou Andreas-Salomé

 Este diário de viagem, iniciado em Moscovo em abril e terminado em agosto de 1900, é um documento da maior importância para compreender a evolução de Lou Andreas-Salomé. 

Nesta viagem, Lou reencontra o país da sua infância. É uma época em que alcança a maturidade, e o destino surge-lhe com uma promessa de plenitude. O diário é ocasião de uma descoberta de si própria, pois a viagem é para ela uma realização do seu ser.

A Rússia evocada é também a de Tolstoi, que os dois viajantes — Rilke e Andreas-Salomé — visitam, e a dos movimentos que anunciam a Revolução de Outubro de 1917.


Na Rússia com Rilke — Diário da Viagem com Rainer Maria Rilke em 1900 (trad. de Ana Falcão Bastos) está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/na-russia-com-rilke/

4.2.26

Sobre Águas Profundas, de Patricia Highsmith

 O casamento de Vic e Melinda Van Allen é mantido através de um acordo precário, que, para evitar a confusão do divórcio, permite que Melinda tenha a quantidade de amantes que desejar desde que não abandone a família. Mas Vic deixa de ser capaz de conter os ciúmes e tenta reconquistar a esposa por meios que acabam por se tornar violentos.

Neste complexo retrato de uma psicose que emerge no mais improvável dos locais, Patricia Highsmith examina a realidade oculta atrás da fachada idílica da vida nos subúrbios americanos.


Águas Profundas (trad. Maria Georgina Segurado) e outras obras de Patricia Highsmith estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/patricia-highsmith/