20.4.26

Sobre Arte Poética, de Paul Celan

 “As páginas anteriores reúnem quase todos os textos de prosa de Paul Celan até agora publicados, se exceptuarmos algumas esparsas notas introdutórias aos poetas russos Ossip Mandelstám […] e Aleksandr Blok. A correspondência poderá eventualmente acrescentar mais algumas cintilações a esta pequena constelação de textos, breves, mas de brilho intenso: num lacónico discurso de ocasião (Bremen, 1958) ou numa simples carta a um antologiador (Hans Bender, 1960), Celan consegue fixar imagens que iluminam subitamente o Ser da poesia, propor definições de uma pregnância que vale por ensaios inteiros.” [Do Posfácio de João Barrento]


Arte Poética — O Meridiano e Outros Textos (trad. João Barrento e Vanessa Milheiro) e outras obras de Paul Celan estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/paul-celan/

Sobre Drácula, de Bram Stoker

 A mais famosa história de vampiros foi publicada pela primeira vez em 1897 e, desde então, nunca mais deixou de assombrar gerações de leitores rendidas aos diabólicos encantos do conde Drácula, uma das personagens mais inesgotáveis do imaginário literário e cinematográfico.

A atmosfera que rodeia o castelo desta figura misteriosa na Transilvânia transtorna o jovem advogado Jonathan Harker, que chega àquela região dos Cárpatos para dar apoio numa transação relativa à aquisição de uma casa em Londres, para onde o conde pretende mudar-se. Depressa testemunha estranhos acontecimentos que o levam a suspeitar que o conde não é humano e a temer pela própria vida.

São também intrigantes os preparativos do conde para a mudança, que envolvem o transporte de várias caixas cheias de terra da sua região natal.

Pouco depois, em Inglaterra, Lucy Westenra, amiga da noiva de Jonathan Harker, é acometida por uma estranha doença que parece deixá-la exangue.

Sentindo-se incapaz de a tratar sozinho, o médico chama o doutor Van Helsing, seu antigo professor. É este holandês que vai descobrir a causa da doença de Lucy e liderar o pequeno grupo de amigos que irá perseguir Drácula e tentar travar os seus planos.


Drácula, de Bram Stoker (trad. Ana Falcão Bastos e Cláudia Brito), está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/dracula/


19.4.26

Sobre Arquipélago das Galápagos ou As Ilhas Encantadas, de Charles Darwin e Herman Melville

 Este livro reúne o capítulo de A Viagem do Beagle que Darwin dedicou às Galápagos e As Ilhas Encantadas, de Herman Melville, que fala sobre o mesmo arquipélago.


«Contemplai as calcinadas e sombrias Ilhas Encantadas. Este promontório mais próximo, com a forma de uma cratera, pertence a Albemarle, a maior ilha do arquipélago, com sessenta milhas ou mais de comprimento, e quinze de largura. Alguma vez vislumbrastes o verdadeiro e genuíno equador? Alguma vez, em sentido lato, pisastes o Risco? Ora bem, aquele promontório ali que tem também uma forma de cratera, submerso em lava amarela, é atravessado pelo equador exatamente como uma tarte de abóbora cortada ao meio por uma faca de cozinha.»


Arquipélago das Galápagos ou As Ilhas Encantadas (trad. Margarida Vale de Gato e Miguel Serras Pereira) e outras obras de Charles Darwin e de Herman Melville estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/charles-darwin/ e https://relogiodagua.pt/autor/herman-melville/

Sobre «Cartografias de Lugares mal Situados», de Ana Margarida de Carvalho

 Os cenários de guerra são, por definição, lugares mal situados. Neles, as emoções são intensificadas, a generosidade, a compaixão, mas sobretudo a raiva, o medo, a crueldade e a bruteza.

Nestes contos, Ana Margarida de Carvalho percorre alguns desses lugares, desde uma povoação de Portugal durante a Terceira Invasão Francesa, passando por uma biblioteca não nomeada, centro de operações da resistência, onde os livros servem para tudo menos para ler, até um lugar incerto onde há mulheres cercadas por snipers, as vozes são proibidas e o silêncio parece interminável.


«Cartografias de Lugares mal Situados» e outras obras de Ana Margarida de Carvalho estão disponíveis em: https://relogiodagua.pt/autor/ana-margarida-de-carvalho/

18.4.26

Sobre A Revolução dos Cravos, de Alex Fernandes

 Lisboa, 25 de abril de 1974. No espaço de um único dia, cai o mais antigo regime ditatorial da Europa. Na noite de 24 de abril de 1974, às 22h55, uma estação de rádio lisboeta transmite “E depois do Adeus”, a canção portuguesa do Festival da Eurovisão. Às 18h20 do dia seguinte, o mais antigo regime fascista da Europa tinha caído. Quase não se disparou um tiro. Os cidadãos saem às ruas, oferecem cravos aos soldados revolucionários. Pela primeira vez em 48 anos, Portugal é livre.

A Revolução dos Cravos percorre as ruas de Lisboa à medida que a revolução se desenrola, revelando os inúmeros atos de resistência passados — tanto comuns como extraordinários — que tornaram o 25 de Abril possível. É a história de revoltas operárias e conspirações, fugas ousadas de prisões, de soldados a desobedecer às ordens dos seus superiores e de simples atos de coragem por parte de milhares de cidadãos. É a história de como um grupo de jovens capitães derrubou um império que se estendia pelo mundo.


“Alex Fernandes demonstra um conhecimento enciclopédico da história política portuguesa contemporânea nesta exploração admiravelmente pormenorizada da revolução que trouxe a democracia em 1974. Um livro empolgante e inspirador que se lê de um fôlego.” [Richard Zimler]


“Um relato detalhado e evocativo de uma revolução como nenhuma outra: a Revolução Portuguesa de 1974. Um livro que precisa de ser lido.” [Helder Macedo]


A Revolução dos Cravos lê-se como um thriller político. Fernandes, escritor português a viver em Londres, transmite com mestria quão insensata e improvável foi a iniciativa. O autor domina a bibliografia e os arquivos históricos sobre a revolução.” [The Times]


A Revolução dos Cravos — O Dia em Que Caiu a Ditadura Portuguesa, de Alex Fernandes (tradução de Ana Cardoso Pires), está disponível em https://www.relogiodagua.pt/produto/a-revolucao-dos-cravos-o-dia-em-que-caiu-a-ditadura-portuguesa/

Sobre Citações de Albert Einstein

 Esta é a edição definitiva da coletânea de citações de Einstein traduzida em mais de vinte e cinco línguas.

Inclui novas secções — “Sobre e para as Crianças” e “Sobre Raça e Preconceito” —, bem como uma cronologia da vida de Einstein, o esclarecedor prefácio de Freeman Dyson e comentários de Alice Calaprice.

Cada citação está devidamente documentada, e Calaprice selecionou cuidadosamente novas fotografias e caricaturas para apresentar cada secção.


“Todos nós que carecemos dos dons intelectuais e espirituais de Einstein temos uma dívida de gratidão com a Princeton University Press por tê-lo humanizado desta forma inovadora.” [Timothy Ferris, New York Times Book Review]


“Este livro fascinante revela Einstein como um ser humano completo, ao mesmo tempo com um lado sensível e outro mais sombrio e taciturno.” [Physics World]


Citações de Albert Einstein (tradução de Maria Eduarda Cardoso) está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/citacoes-de-albert-einstein/

17.4.26

Novamente disponível em www.relogiodagua.pt e a regressar às livrarias: O Enraizamento, de Simone Weil

 Novamente disponível em www.relogiodagua.pt e a regressar às livrarias: O Enraizamento, de Simone Weil (Tradução de José Cláudio e Júlia Ferreira)


O Enraizamento é um ensaio escrito em 1943 e que permaneceu inacabado devido à morte da autora. O seu subtítulo é Prelúdio para Uma Declaração dos Deveres para com o Ser Humano.

Simone Weil procura criar as bases de uma doutrina, regressando aos princípios que permitiram às civilizações estabelecerem-se de um modo durável.

Nesse ano de 1943, após vinte anos de amadurecimento interior, trata-se para Simone Weil de reatar um pacto que assenta sobre a «exigência do bem absoluto que habita no coração do homem, mas que tem a sua origem numa realidade situada fora do mundo».

«O enraizamento talvez seja a necessidade mais importante e mais ignorada da alma humana. […] Todo o ser humano precisa de ter múltiplas raízes, precisa de receber a quase totalidade da sua vida moral, intelectual, espiritual, por intermédio dos ambientes a que naturalmente pertence.»


«O único grande espírito do nosso tempo.» [Albert Camus]


«Devemos simplesmente expor-nos à personalidade de uma mulher de génio, de um tipo de génio semelhante ao dos santos.» [T. S. Eliot]


«A padroeira de todos os desenraizados.» [André Gide]


«Pode confiar-se que rejeitará o superficial e enfrentará o essencial e o profundo.» [Times Literary Supplement]


Mais informação sobre esta e outras obras de Simone Weil em https://www.relogiodagua.pt/autor/simone-weil/