18.2.26

A chegar às livrarias: Eurotrash, de Christian Kracht

 Disponível em www.relogiodagua.pt e a chegar às livrarias: Eurotrash, de Christian Kracht (tradução de Ana Falcão Bastos)


Nomeado para o International Booker Prize 2025

Um dos 12 melhores livros de 2024 para o The Times

Um dos melhores livros de 2024 para o Financial Times


Eurotrash começa em Zurique, aonde Christian regressa para cuidar da mãe octogenária, após esta ter tido alta de uma instituição psiquiátrica. Confrontando-se com as sombras do passado da família — em particular, as fortes ligações do avô ao regime nazi — e lutando para navegar o terreno emocionalmente dilacerante da relação com a mãe, parte com ela numa viagem. Enquanto atravessam a Suíça de táxi, mãe e filho tentam doar a vasta fortuna dela, enfiada num grande saco de plástico, a desconhecidos.

Alternando entre o perturbador, o hilariante e o comovente, Eurotrash narra uma história pessoal, que é também uma crítica da cultura contemporânea.


«Christian Kracht é um mestre de frases belamente construídas, cuja elegância oculta o terror.» [Daniel Kehlmann]


«Uma divagação lúdica sobre o esbatimento das relações entre pais e filhos e as dificuldades do aproximar do capítulo final da vida.» [The Times]


«Inquietante.» [Financial Times]


«Eurotrash é um prazer de ler.» [The Washington Post]


«Incrível e cativante.» [Karl Ove Knausgård]


Christian Kracht é um romancista suíço cuja obra foi traduzida para mais de 30 línguas. Nascido em Berna, formou-se no Sarah Lawrence College, em Nova Iorque. Entre os seus romances contam-se Faserland, 1979, Imperium — vencedor do Prémio Literário Wilhelm Raabe e incluído pela Publishers Weekly entre os dez melhores livros de 2015 — e, mais recentemente, The Dead, vencedor do Prémio do Livro Suíço e do Prémio Hermann Hesse.

Kracht trabalhou como jornalista para várias revistas e jornais na Alemanha, incluindo a Der Spiegel, além de ter sido escritor de livros de viagens e argumentista. A sua obra foi adaptada para teatro e cinema.

Eurotrash integrou os nomeados do International Booker Prize 2025.

O autor vive atualmente em Zurique.


Mais informação em https://www.relogiodagua.pt/produto/eurotrash/

A música e a poesia de José Afonso na Biblioteca Camões



No próximo dia 20 de Fevereiro, pelas 18h30, na Biblioteca Camões, em Lisboa, Viriato Teles, Jorge Abegão e José Teófilo Duarte conversam sobre a música e a poesia de José Afonso, numa sessão intitulada «Era um redondo vocábulo».

A sessão decorre no âmbito da exposição «As Palavras», de José Teófilo Braga, patente na Galeria da Biblioteca.


Obra Poética, de José Afonso, está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/obra-poetica-pre-publicacao/

Sobre Filosofia do Budismo Zen, de Byung-Chul Han

 O budismo zen é uma forma de budismo originário da China e tem uma orientação meditativa. Caracteriza-se por uma atitude cética em relação à linguagem e ao pensamento conceptual.

Neste breve ensaio, Byung-Chul Han propõe-se refletir de modo filosófico sobre um objeto que não implica nenhuma filosofia em sentido estrito. Por isso procura fazer uma abordagem linguística a propósito do uso do silêncio e da linguagem enigmática.

Este ensaio é um filosofar sobre e com o budismo zen para captar a força filosófica que lhe é inerente. Como afirma Byung-Chul Han, “desenvolve-se através de comparações” da filosofia de Platão, Leibniz, Fichte, Hegel, Schopenhauer, Nietzsche e Heidegger “com os pontos de vista filosóficos do budismo zen”.


Filosofia do Budismo Zen (trad. Miguel Serras Pereira) e outras obras de Byung-Chul Han estão disponíveis em: https://relogiodagua.pt/autor/byung-chul-han/

Sobre Filosofia da Aventura, de Georg Simmel

 Ao contrário do que se passa com dois outros grandes sociólogos do século xix, Max Weber e Émile Durkheim, o ensaísmo de Georg Simmel envereda por terrenos menos académicos, abordando temas como o amor, a música, a prostituição e a aventura.

Em particular, há para ele algo em comum entre a obra de arte e a aventura, o que talvez explique a «propensão do artista para a aventura».


Filosofia da Aventura (tradução de Helena Topa) e outras obras de Georg Simmel estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/georg-simmel/

Sobre As Aventuras de Arthur Gordon Pym de Nantucket, de Edgar Allan Poe

 Em 1836 Poe descobriu, num relato de jornal sobre o naufrágio e posterior resgate de dois homens, a base do que viria a ser o seu único romance.

Em As Aventuras de Arthur Gordon Pym de Nantucket, o autor evidencia o que é para ele o acto de escrever e de representar a verdade. É uma história de fuga da vida familiar, protegida e civilizada, que acompanha o ritual de passagem do jovem Pym e do companheiro Augustus através de uma série de encontros com a morte, durante uma tormentosa viagem marítima.

O romance influenciou escritores tão diversos como Herman Melville, Henry James, Jules Verne e Vladimir Nabokov.


«O melhor livro de Poe.» [Jorge Luis Borges]


As Aventuras de Arthur Gordon Pym de Nantucket (tradução de Eduardo Guerra Carneiro) e outras obras de Edgar Allan Poe estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/edgar-allan-poe/

Sobre As Aventuras de Huckleberry Finn, de Mark Twain

 «Toda a literatura moderna vem de um livro de Mark Twain chamado Huckleberry Finn… É o melhor livro que já tivemos. Daí vem toda a escrita americana.» [Ernest Hemingway]


Este livro pode ser interpretado como uma simples história sobre as aventuras de um rapaz no Vale do Mississípi durante a segunda metade do século XIX. Mas a diversidade da experiência humana e as situações humorísticas e dilacerantes por que passa Huck fazem dele uma obra ímpar.

No meio dos mais diversos episódios a solidão faz com que Huck receie não fazer parte do mundo. Mas a solidão é-lhe necessária para sentir a liberdade ou pelo menos, usando a expressão de Harold Bloom, «para não renunciar ao desejo de uma permanente imagem de liberdade».


As Aventuras de Huckleberry Finn (trad. Sara Serras Pereira) e outras obras de Mark Twain estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/mark-twain/

17.2.26

Sobre Os Gestos, de Djaimilia Pereira de Almeida

 Os Gestos reúne notas de regresso a casa sob a forma de migalhas deixadas no caminho. Anotações biográficas, ficções curtas, ensaios mínimos, fixações, sinais, lembretes, bilhetes, notas de leitura, acenos: memorabilia das mãos que nos dão a mão quando caímos.


Os Gestos e outras obras de Djaimilia Pereira de Almeida estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/djaimilia-pereira-de-almeida/