20.3.26

Sobre A Canção da Árvore, de Coralie Bickford-Smith

 “Maravilhoso, poético… fala da importância do abrigo e do seu poder de incentivar a confiança e a tolerância, bem como de capacitar o desenvolvimento e a independência.” [Julia Eccleshare]


“Cada página parece viva. As estrelas da noite e os pirilampos brilham.” [Observer]


“Emocionante... uma celebração do mundo ao nosso redor, no momento em que mais precisamos.” [Creative Review]


“Uma fábula comovente... uma obra-prima, cada página é um sumptuoso festim de cores.” [Financial Times]


A Canção da Árvore e outras obras de Coralie Bickford-Smith (tradução de Inês Dias) estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/coralie-bickford-smith/

19.3.26

Sobre Uma Viagem à Índia, de Gonçalo M. Tavares

 «Esta repetição da viagem iniciática do Ocidente, tendo como “modelo” a de Os Lusíadas, é uma original revisitação da mitologia cultural e literária do mesmo Ocidente, não como exercício sofisticado de desconstrução (que também é) mas como versão lúdica e paródica de uma quête, aleatória e como tal assumida. Não sei se existe entre nós — e mesmo algures — um objecto ficcional tão intrinsecamente “literário”, quer dizer, o de uma “viagem” que é, em múltiplos sentidos, o da construção do barco literário da mesma viagem.» [Do Posfácio de Eduardo Lourenço]


«Uma Viagem à Índia», «O Fim dos Estados Unidos da América — Epopeia» e outras obras de Gonçalo M. Tavares estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/goncalo-m-tavares/

Sobre A Planície, de Jhumpa Lahiri

 A acção deste romance de Jhumpa Lahiri decorre entre a Índia e os EUA. É a história de dois irmãos ligados pela tragédia, de uma mulher brilhante perseguida pelo seu passado, de um país destruído pela revolução e de um amor que sobreviveu à morte.

Subhash e Udayan Mitra são irmãos inseparáveis. Vivem num bairro pobre em Calcutá, onde nasceram, e onde muitas vezes são confundidos pelos vizinhos, tal a sua semelhança.

Mas eles são bem diferentes.

Nos anos 60, Udayan junta-se ao movimento de Naxalbari, que luta contra a desigualdade e a pobreza, arriscando a própria vida.

Subhash, que não partilha a paixão política do irmão, parte em busca de uma carreira de investigação científica num tranquilo recanto dos EUA.

Mas quando Subhash descobre o que aconteceu ao irmão, regressa ao seu país de origem, na esperança de poder reconstruir a sua fragmentada família.


A Planície foi finalista do National Book Award e esteve na shortlist do Man Booker Prize 2013.


«(…) Lahiri escreve com enorme precisão emocional, movendo-se com confiança entre diferentes períodos, lembrando Light Years, de James Salter. Na sua versão épica, o que é comum ilumina-se. Parece escrever sobre famílias, mas na verdade escreve sobre a solidão, e sobre pessoas que evitam os que lhes são mais próximos… A sua voz possui uma autoridade moral intemporal.» [Anjali Joseph, The Times Literary Supplement]


«Espantosa… Lahiri é uma realista comparável a John Updike, Philip Roth e Jonathan Franzen…» [Urmila Seshagiri, Los Angeles Review of Books]


A Planície (trad. Inês Dias) está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/a-planicie/

A chegar às livrarias: As Planícies, de Gerald Murnane

 Disponível em www.relogiodagua.pt e a chegar às livrarias: As Planícies, de Gerald Murnane (tradução de Elsa T. S. Vieira)


Nos seus vastos terrenos, as famílias proprietárias das planícies preservaram uma cultura rica e singular. Obcecadas pelo próprio habitat e pela sua história, contratam artesãos, escritores e historiadores para registarem, com o máximo pormenor, todos os aspetos das suas vidas e da natureza das suas terras.

Um jovem cineasta chega às planícies, na esperança de dar o seu contributo para a elaboração dessa história. Numa biblioteca privada, começa a tomar notas para um filme e escolhe a filha do seu mecenas para o papel principal. Vinte anos mais tarde, inicia o relato da sua inquietante história de vida nas planícies.


«O maior escritor vivo da língua inglesa de que a maioria das pessoas nunca ouviu falar.» [The New York Times]


«Murnane, um génio, é um herdeiro digno de Beckett.» [Teju Cole]


«A convicção emocional é de tal intensidade, o lirismo sombrio de tal forma comovente, a inteligência por detrás das frases lapidadas tão inegável, que suspendemos toda a incredulidade.» [J. M. Coetzee]


«Como em Proust, a especificidade das imagens que persegue e cataloga proporciona um prazer próprio. Mas o efeito da sua escrita reside menos nas imagens em si e mais na forma como o pensamento funciona na mente humana.» [The Guardian]



Gerald Murnane, nascido a 25 de fevereiro de 1939, é um romancista, contista, poeta e ensaísta australiano. Sobretudo conhecido pelo romance As Planícies, publicado em 1982, conquistou reconhecimento pela sua prosa distinta que explora a memória e a identidade, frequentemente esbatendo as fronteiras entre ficção e autobiografia.


Mais informação em https://www.relogiodagua.pt/produto/as-planicies/

Sobre Estufa com Ciclâmenes, de Rebecca West

 “Não existe percurso demasiado louco para que o ser humano não o possa adotar”, escreveu Rebecca West.

Este livro sobre os julgamentos dos nazis no pós-guerra é a contribuição da autora de O Regresso do Soldado sobre as consequências da loucura nacionalista da Alemanha. Em 1946, West foi encarregada pelo Daily Telegraph de escrever três artigos sobre os julgamentos de Nuremberg. A autora viajou para o local nesse mesmo ano para assistir à parte final dos processos britânicos e americanos.

No décimo primeiro mês de julgamentos, a autora descreve Nuremberga como uma cidade onde o tédio prevalece não apenas dentro do tribunal mas também fora dele, em cada casa, em cada rua. 

Também aqui West revela um profundo interesse pela lei, assim como um fascínio pelos seus aspetos humanos e a vontade moral coletiva. 

Estes ensaios confirmam a reputação de Rebecca West como uma das jornalistas políticas mais importantes do século XX.


Estufa com Ciclâmenes e O Regressso do Soldado (trad. José Miguel Silva) estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/rebecca-west/

Sobre Foi Assim, de Natalia Ginzburg

 «No final, todavia no início. Pois o romance começa por narrar o crime: “Disparei-lhe nos olhos.” Depois, sentada num banco do jardim público, antes de se entregar, evoca a história. Contá-la aqui seria retirar-lhe todo o sabor, aquele rigor límpido que a rege do princípio ao fim sem qualquer hesitação e nos faz lê-la toda de enfiada.» [Da Introdução de Italo Calvino]


Foi assim (trad. Anna Alba Caruso) e outras obras de Natalia Ginzburg estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/natalia-ginzburg/

Sobre Pergunta 7, de Richard Flanagan

 Às vezes, pergunto-me por que razão insistimos em regressar aos começos — porque é que procuramos a ponta desse fio que podemos puxar para desfiar a tapeçaria a que chamamos vida…


Através do caso amoroso entre H. G. Wells e Rebecca West, passando pela física nuclear da década de 1930 e pela experiência do pai de Flanagan como trabalhador forçado perto de Hiroxima quando a bomba atómica foi lançada, esta corrente de acontecimentos desintegra-se quando o próprio Flanagan, em jovem, se vê preso num rápido de um rio selvagem sem saber se irá viver ou morrer. Simultaneamente uma homenagem à sua ilha natal e aos pais, esta hipnótica fusão de sonho, história, lugar e memória fala de como as nossas vidas tantas vezes nascem das histórias dos outros e das histórias que inventamos sobre nós próprios.


«Este livro apanhou-me completamente de surpresa e não se parece com nada que tenha lido este ano. Cativante, comovente e absolutamente original. Adorei.» [David Nicholls, autor de Um Dia]


«Uma obra-prima, verdadeiramente difícil de pousar.» [Mark Haddon, autor de O Estranho Caso do Cão Morto]


«De cortar a respiração... Flanagan é um escritor de imaginação e elegância extraordinárias.» [Peter Frankopan, The Guardian]


«Um livro cheio de alma, que ressoa muito depois de ser lido. O talento literário de Richard Flanagan é algo quase sobrenatural.» [Júri do Baillie Gifford Prize]


«Uma memória, uma coleção de microbiografias, um ensaio, um poema em prosa... Um livro deslumbrante e inclassificável. Uma experiência inesquecível.» [Hernán Díaz, autor de Confiança e vencedor do Pulitzer]


Pergunta 7 (trad. Marta Mendonça) e A Senda Estreita para o Norte Profundo (trad. Miguel Serras Pereira) estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/richard-flanagan/