25.2.24

Sobre A Minhoca e o Pássaro, de Coralie Bickford-Smith

 


Esta é a história de uma minhoca na terra, um pássaro nas árvores e a alegria a ser encontrada nos momentos mais pequenos da vida.


“Maravilhoso.” [The Times]


“A oferta mais encantadora para os pequenos leitores.” [Amanda Craig, “Melhores Livros Infantis de 2017”]


“Absolutamente deslumbrante. Uma história muito doce com um toque de humor negro. Maravilhoso.” [Chris Haughton]


Coralie Bickford-Smith é a autora premiada de O Raposo e a Estrela.


A Minhoca e o Pássaro e outras obras de Coralie Bickford-Smith (tradução de Inês Dias) estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/coralie-bickford-smith/

24.2.24

Sobre Vinte e Quatro Horas da Vida de Uma Mulher, de Stefan Zweig


Disponível em www.relogiodagua.pt e a chegar às livrarias: Vinte e Quatro Horas da Vida de Uma Mulher, de Stefan Zweig (tradução de Gilda Lopes Encarnação)



Numa respeitável pensão familiar na Côte d’Azur, no início do século xx, ocorre um escândalo. Madame Henriette, esposa de um dos hóspedes, foge com um jovem que ali passara apenas um dia.

Todos se unem na condenação da imoralidade de Madame Henriette. Só o narrador, com a ajuda de uma idosa dama inglesa, procura compreender o que se passou. Será ela a explicar-lhe, numa longa conversa, as apaixonadas recordações que este episódio lhe suscitou.


Esta e outras obras de Stefan Zweig estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/stefan-zweig/

Sobre Mulheres Invisíveis, de Caroline Criado Perez

 


Imagine um mundo onde os telemóveis são demasiado grandes para as suas mãos. Onde os médicos prescrevem medicamentos errados para o seu corpo. Onde, num acidente de automóvel, tem mais 47% de probabilidade de sofrer ferimentos graves. Onde, em cada semana, as suas incontáveis horas de trabalho não são reconhecidas nem valorizadas. Se isto lhe parece familiar, há grandes hipóteses de ser uma mulher.

Mulheres Invisíveis mostra-nos como um mundo largamente construído por e para homens ignora sistematicamente metade da população. Estas páginas expõem o preconceito de género que está na raiz da discriminação que afeta diariamente a vida das mulheres.


“Leiam este livro e digam-me depois se o patriarcado é apenas produto da minha imaginação.” [Jeanette Winterson, The New York Times]


“Este livro muda tudo. É uma coletânea de factos intransigentes, reunidos com ambição e competência, que nos conta a história do que acontece quando nos esquecemos de considerar metade da população humana. Deveria fazer parte das estantes de qualquer legislador, político ou gestor.” [The Times]


Vencedor do Royal Society Science Book Prize 2019

Vencedor do Financial Times and McKinsey Business Book of the Year Award 2019


Mulheres Invisíveis, de Caroline Criado Perez (trad. Maria Eduarda Cardoso), está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/mulheres-invisiveis/

Sobre As Aventuras de Huckleberry Finn, de Mark Twain

 


«Toda a literatura moderna vem de um livro de Mark Twain chamado Huckleberry Finn… É o melhor livro que já tivemos. Daí vem toda a escrita americana.» [Ernest Hemingway]


Este livro pode ser interpretado como uma simples história sobre as aventuras de um rapaz no Vale do Mississípi durante a segunda metade do século XIX. Mas a diversidade da experiência humana e as situações humorísticas e dilacerantes por que passa Huck fazem dele uma obra ímpar.

No meio dos mais diversos episódios a solidão faz com que Huck receie não fazer parte do mundo. Mas a solidão é-lhe necessária para sentir a liberdade ou pelo menos, usando a expressão de Harold Bloom, «para não renunciar ao desejo de uma permanente imagem de liberdade».


As Aventuras de Huckleberry Finn (trad. Sara Serras Pereira) e outras obras de Mark Twain estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/mark-twain/

23.2.24

Sobre As Aventuras de Arthur Gordon Pym de Nantucket, de Edgar Allan Poe



Disponível em www.relogiodagua.pt e a chegar às livrarias: As Aventuras de Arthur Gordon Pym de Nantucket, de Edgar Allan Poe (tradução de Eduardo Guerra Carneiro)


Em 1836 Poe descobriu, num relato de jornal sobre o naufrágio e posterior resgate de dois homens, a base do que viria a ser o seu único romance.

Em As Aventuras de Arthur Gordon Pym de Nantucket, o autor evidencia o que é para ele o acto de escrever e de representar a verdade. É uma história de fuga da vida familiar, protegida e civilizada, que acompanha o ritual de passagem do jovem Pym e do companheiro Augustus através de uma série de encontros com a morte, durante uma tormentosa viagem marítima.

O romance influenciou escritores tão diversos como Herman Melville, Henry James, Jules Verne e Vladimir Nabokov.


«O melhor livro de Poe.» [Jorge Luis Borges]


Esta e outras obras de Edgar Allan Poe estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/edgar-allan-poe/

Frederico Pedreira em entrevista no ípsilon, a propósito do romance Sonata para Surdos

 


«Frederico Pedreira volta ao romance, ponde em diálogo temas e obsessões dos seus outros livros. Sonata para Surdos junta-os numa conversa guiada por memória e imaginação sobre os limites da linguagem. Tudo a partir de uma cidade saturada de ficção, palavras, imagens, sons: Veneza. Como recomeçar nesse ruído?


— Depois de “A Lição do Sonâmbulo”, romance assumidamente autobiográfico chega um narrado na segunda pessoa, mas com um protagonista com muitos pontos em comum com o autor. A autobiografia persiste?

— Em tudo o que faço. Só consigo falar a partir dessa base biográfica, mesmo que isso depois me leve para caminhos da imaginação um bocadinho mais transversais à biografia. Neste caso, há imensa coisas biográfica. Itália, Veneza, a minha estada por lá, a ligação à vila. Esse transporte constante Veneza-vila alentejana tem um fundamento biográfico. O que não tem fundamento biográfico é o próprio acto da escrita e desse transporte que é um dispositivo ficcional, porque as duas experiências não coincidiram cronologicamente. Como já tinha feito noutros livros, tento conjugar certos momentos da minha vida, experiências, e combiná-los para criar um efeito narrativo, às vezes supostamente poético. Mas interessa-me, sobretudo, o jogo da memória e da imaginação; o olhar retrospectivo e o olhar perspectivo. O olhar perspectivo seria a combinação desses jogos de memória, aquilo que me faz olhar para o caminho da escrita como um caminho ainda virgem. Não consigo escrever sem a parte da biografia, falta-me imaginação para criar mundos diferentes, realidades diferentes. Para o bem ou para o mal, aquilo que Flaubert dizia da Bovary posso dizer acerca de algumas personagens deste livro. Transporto-me sempre um bocadinho para todas, mas, se tivesse de escolher uma, talvez pela sua confusão conceptual, seria este Francisco.» [Entrevista de Isabel Lucas, ípsilon, Público, 23/2/2024: https://www.publico.pt/2024/02/23/culturaipsilon/entrevista/frederico-pedreira-escrita-privilegio-reino-onde-dono-senhor-2080929]




Sonata para Surdos e outras obras de Frederico Pedreira estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/frederico-pedreira/

Sobre Prefácios, de Søren Kierkegaard

 


«Os oito prefácios diferem entre si na estrutura, na extensão e no enfoque com que abordam a temática dos livros fictícios e os respectivos autores cuja apresentação pública encenam. Uma coisa, todavia, mantém­‑se constante: o grau de corrosão com que neles se desenha a sátira dos usos e costumes do mundo leitor e dos arautos da cultura de Copenhaga, com incidência maior ou menor na contaminação entre a importância comercial, o valor cultural de obras e de autores, a relação interesseira entre a Filosofia e a Teologia contemporâneas e a estipulação do gosto do público.» [Da Introdução de Elisabete M. de Sousa]


Prefácios (trad. Susana Janic) e outras obras de Søren Kierkegaard estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/soren-kierkegaard/