2.8.21

Sobre Como se o Mundo Existisse, de Ana Teresa Pereira

 



«Queria recomendar — ainda não li, mas podem ir à confiança — o novo livro da Ana Teresa Pereira, uma edição da Relógio D’Água, Como se o Mundo Existisse. A Ana Teresa Pereira — eu já tinha aqui recomendado o último livro dela —, a Ana Teresa Pereira é uma das nossas maiores escritoras […] e tem tido uma produção muito consistente e constante, e antes de o ler, eu arrisco sugeri-lo, não só como leitura de férias, mas para qualquer altura.» [Bruno Vieira Amaral, podcast Pop Up, 29/7/2021: https://observador.pt/programas/pop-up/e-que-tal-uma-raspadinha-olimpica-na-silly-season/]


Como se o Mundo Existisse e outras obras de Ana Teresa Pereira estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/ana-teresa-pereira/

Sobre O Homem do Castelo Alto, de Philip K. Dick




«Disponível em streaming na Amazon Prime, descobri por acaso a adaptação feita por Frank Spotnitz, com produção de Ridley Scott, de O Homem do Castelo Alto (1962) de Philip K. Dick.

Quem leu o livro conhece o plot, uma das mais famosas distopias de Dick. Inversamente à realidade, os Aliados perderam a Segunda Guerra Mundial, tendo os nazis (com Hitler ainda vivo) dividido os Estados Unidos em duas zonas: a Leste, o Grande Reich, com a capital em Nova Iorque; a Oeste, os Estados Japoneses do Pacífico, com a capital em São Francisco. Entre ambas, nas Montanhas Rochosas, a Zona Neutra, terra sem lei. Os acontecimentos ocorrem a partir de 1962.

São 40 episódios em 4 temporadas. A 1.ª temporada é de 2015 e ainda só vi oito episódios, mas, do que vi, gostei bastante.» [Eduardo Pitta, blogue Da Literatura, 21/7/2021]


O Homem do Castelo Alto e outras obras de Philip K. Dick estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/philip-k-dick/ 

Sobre Doidos e Amantes, de Agustina Bessa-Luís

 



«É uma versão ficcionada, por parte de uma das nossas maiores escritoras de sempre, do caso da herdeira do Diário de Notícias, que fugiu com o motorista.

Para quem acha que Agustina não é propriamente a escritora mais fácil de ler — e de facto não é —, […] este livro é bastante divertido e, quem sabe, pode ser uma primeira Agustina para muita gente.» [Pedro Boucherie Mendes, podcast Pop Up, 29/7/2021: https://observador.pt/programas/pop-up/e-que-tal-uma-raspadinha-olimpica-na-silly-season/]


«Doidos e Amantes» e outras obras de Agustina Bessa-Luís estão disponíveis em: https://relogiodagua.pt/autor/agustina-bessa-luis/

Sobre Vinte Degraus e Outros Contos, de Hélia Correia

 



Este livro reúne onze contos de Hélia Correia.

Alguns deles, como explica a autora em nota, têm referências reconhecíveis. «Seroda» é outra história de Mariana Cruz, de Amor de Perdição, e «Captura», «um outro ponto de vista para “A Imitação da Rosa” de Clarice Lispector». «Uma Noite em Luddenden» evoca Branwell Brontë. «Hélder e Djalme» são nomes retirados de pessoas reais. «A Dama Singular» é dedicado a uma mulher determinante na literatura portuguesa.


Esta e outras obras de Hélia Correia estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/helia-correia/

Sobre As Novas Rotas da Seda, de Peter Frankopan

 



Aquando da sua publicação em 2015, As Rotas da Seda tornou-se de imediato um clássico, uma reinterpretação da história do mundo, que nos levou a olhar para o passado sob uma perspetiva diferente. As Novas Rotas da Seda atualiza esta história, tendo em conta um mundo que muda com cada vez maior rapidez.


Seguindo as Rotas da Seda para leste da Europa e até à China, atravessando a Rússia e o Médio Oriente, As Novas Rotas da Seda lembra-nos que vivemos num mundo profundamente interligado. Na era do Brexit e de Donald Trump, os temas como o isolamento e a fragmentação assombram o Ocidente e criam um contraste profundo com o que acontece nas Rotas da Seda, onde as relações e a cooperação mútua se intensificam cada vez mais. 

Com profundo conhecimento da matéria, Peter Frankopan revela-nos o seu olhar sobre esta complexa rede de ligações, avaliando as consequências globais da constante mudança do centro do poder.

Este livro compele-nos a refletir sobre quem somos e onde estamos no mundo, de modo que entendamos os temas dos quais as nossas vidas dependem.


«Gostei muito do livro, e aprendi imenso com As Novas Rotas da Seda. Frankopan é um guia brilhante.» [Niall Ferguson]


«O novo mapa da ordem mundial.» [Evening Standard]


As Novas Rotas da Seda (trad. Frederico Pedreira) está disponível em https://relogiodagua.pt/autor/peter-frankopan/




1.8.21

Sobre Ensaio sobre o Princípio da População, de Thomas Malthus

 



«O Ensaio de Malthus é uma obra de génio juvenil. O autor estava plenamente consciente da significação das ideias que exprimia. Acreditava ter descoberto a chave da miséria humana. A importância do Ensaio consistia não na novidade dos factos mas na ênfase esmagadora que Malthus punha numa generalização simples que deles resultava. Com efeito, a sua ideia condutora fora em larga medida antecipada em termos mais desajeitados por outros autores do século XVIII, sem ter atraído as atenções.

O livro pode reclamar lugar entre os que tiveram uma influência de primeira grandeza no progresso do pensamento. Pertence em profundidade à tradição inglesa das ciências humanas — a essa tradição do pensamento escocês e inglês, em que existiu, segundo penso, uma extraordinária continuidade de sensibilidade, se assim me posso exprimir, desde o século XVIII até aos dias de hoje: essa tradição que os nomes de Locke, Hume, Adam Smith, Paley, Bentham, Darwin e Mill sugerem, tradição marcada pelo amor da verdade e uma nobre lucidez máxima, por uma prosaica sensatez livre do sentimento ou da metafísica, ao mesmo tempo que por um imenso desinteresse e pela preocupação com a vida pública. A continuidade que existe entre estes escritos não é somente de sensibilidade, mas também de conteúdo. Tal é o grupo a que Malthus pertence.» [Do Prefácio de John Maynard Keynes]


Ensaio sobre o Princípio da População (trad. Miguel Serras Pereira) está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/ensaio-sobre-o-principio-da-populacao/

Sobre Ensaio sobre o Dia Conseguido, de Peter Handke

 



«Ao jeito de um diálogo platónico, quase numa estrutura de pergunta-resposta, pergunta essa que funciona na verdade como um refrão, Peter Handke tenta escrever um ensaio, à maneira de uma conversa entre um eu e um tu que são afinal o reverso dele mesmo.» [Paulo Nóbrega Serra, 1/1/2021: http://palavrassublinhadas.com/ensaio-dia-conseguido-peter-handke/]


Esta e outras obras de Peter Handke estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/peter-handke/