2.9.21

O Senhor Brecht, de Gonçalo M. Tavares, no Programa Nacional para a Leitura de Cuba

 




El Señor Brecht, de Gonçalo M. Tavares, editado em Cuba pela Editorial Arte y Literatura,  faz parte do Programa Nacional para a Leitura, onde é apresentado como um texto em que «o engenho flui através do paradoxo e da lógica do absurdo». [http://www.bnjm.cu/noticias/3455/programa-nacional-por-la-lectura-resena-el-senor-brecht-de-gonzalo-m-tavares]


O Senhor Walser e O Senhor Brecht e outras obras de Gonçalo M. Tavares estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/goncalo-m-tavares/

Sessão de Autógrafos com Cristina Carvalho

 



Sobre Os Ensaios, de George Orwell (tradução de José Miguel Silva e Frederico Pedreira), com prefácio de Pedro Mexia

 



Disponível em www.relogiodagua.pt e a chegar às livrarias e às Feiras do Livro de Lisboa e do Porto: Os Ensaios, de George Orwell (tradução de José Miguel Silva e Frederico Pedreira), com prefácio de Pedro Mexia


«Orwell combateu as formas dominantes da mentira política contemporânea: a propaganda, da qual nunca nos libertámos, e a novilíngua, a que hoje sucumbimos. Por isso, o maior dos seus ensaios talvez seja “A Política e a Língua Inglesa” (1946). A intuição de que a decadência da linguagem e a decadência da política estão ligadas uma à outra é fácil de acompanhar; difícil era demonstrar, exemplificando, o que estava errado na política daquele tempo, em particular a política da esquerda daquele tempo, trazendo à luz as frases feitas, a sintaxe tortuosa, as metáforas mortas, os eufemismos desonestos. Consciente de que a maleabilidade da língua inglesa a predispõe para o sofisticado e o quotidiano, para a poesia e as manchetes de jornal, Orwell defendeu uma linguagem, quer dizer, uma política, de concisão e clareza, de palavras concretas e comuns. Ao contrário do que diziam os detractores, ele não “fazia o jogo” do inimigo: a linguagem de alguns amigos é que era o seu inimigo.» [Do Prefácio]


Esta e outras obras de George Orwell estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/george-orwell/

Sobre Terra dos Homens, de Antoine de Saint-Exupéry

 



«É inexplicável como ainda estamos vivos. Com a lanterna eléctrica na mão, sigo os traços do avião no solo. A duzentos e cinquenta metros do ponto onde ficou imobilizado, encontramos já ferros torcidos e chapas de metal que, durante o percurso, se foram espalhando pela areia. Quando nascer o dia, ficaremos a saber que embatemos quase tangencialmente numa encosta suave, no cimo de um planalto deserto.»


Terra dos Homens foi publicado em 1939 em França. Saiu nesse mesmo ano nos Estados Unidos, com o título Wind, Sand and Stars, tendo recebido o National Book Award, que era então o mais prestigiado prémio literário norte-americano.


Terra dos Homens e outras obras de Antoine de Saint-Exupéry estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/antoine-de-saint-exupery/


Livros do Dia 2 de Setembro na Feira do Livro de Lisboa

 





Poemas Escolhidos, de W. B. Yeats

Viagem ao Centro da Terra, de Jules Verne

Os Livros da Selva, de Rudyard Kipling

Louvor da Terra, de Byung-Chul Han

A Condição Humana, de Hannah Arendt

Perto do Coração Selvagem, de Clarice Lispector

Um Homem Apaixonado, de Karl Ove Knausgård

Crónica de Um Vendedor de Sangue, de Yu Hua

A Educação Sentimental, de Gustave Flaubert

Livros do Dia 2 de Setembro na Feira do Livro do Porto

 




Folhas de Erva, Walt Whitman

A Condição Humana, de Hannah Arendt

Perto do Coração Selvagem, de Clarice Lispector

A Educação Sentimental, de Gustave Flaubert

Sobre Trilogia da Cidade de K., de Agota Kristof

 



«Num lugar e num tempo nunca ditos, e durante uma guerra inexplicada, os gémeos são entregues à avó por uma mãe em fuga. Pede-lhe que cuide dos filhos até o seu regresso e a conversa crua dá o tom para o “Grande Caderno”, a primeira parte da “Trilogia da Cidade de K.”, de Ágota Kristóf (ed. Relógio d’Água). “A Prova” e a “Terceira Mentira” completam a obra da escritora húngara que conta a história destes dois irmãos complexos que a dado momento se separam para se reencontrarem depois, quando a distância e as circunstâncias tornam impossível a convivência entre ambos.


É no “Grande Caderno” - onde se narra o crescimento destes dois gémeos com a avó, um oficial alemão gay, um ordenança prestável e outros personagens que se cruzam com eles - que o livro de Kristóf surpreende. Diálogos curtos encadeados, descrições de atos violentos e carinhosos, imorais e justos sem quaisquer juízos de valor ou explicações demoradas associadas aos mesmo; a vida e a morte tal como estas serão durante a guerra, implacáveis e animalescas e despojadas de razão pois sobreviver é tudo o que importa. E se isso significa matar o pai numa emboscada calculista ou ajudar a avó a morrer pelo caminho, que seja.» [Pedro Candeias, Expresso, 31/8/2021: https://expresso.pt/newsletters/expressomatinal/2021-08-31-O-novo-estado-da-luz-3e225f6b]


Trilogia da Cidade de K. (tradução revista de António Gonçalves) está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/trilogia-da-cidade-de-k/