10.2.14

Romance de Kate Atkinson há 35 dias no top da Amazon



 


Lenta mas regularmente, Life after Life, de Kate Atkinson, obra que a Relógio D’Água acaba de publicar com o título Vida após Vida, tem subido nas preferências dos leitores de língua inglesa.
Esta semana ocupa já o segundo lugar entre os mais vendidos da Amazon do Reino Unido. Nada mal para um livro que recebeu o apoio da crítica e também de escritores, como Ali Smith, Hilary Mantel ou Gillian Flynn.

Stefan Zweig inspira Wes Anderson



 

O novo filme de Wes Anderson, The Grand Budapest Hotel, tem influência de várias obras de Stefan Zweig.
O realizador disse recentemente que o seu projecto é «mais ou menos um plágio» do autor austríaco, que considera um dos maiores escritores europeus da década de 20 e 30.
De Stefan Zweig, a Relógio D’Água publicou Amok, Carta de Uma Desconhecida e Vinte e Quatro Horas da Vida de Uma Mulher.

7.2.14

A chegar às livrarias: Assim para Nós Haja Perdão, de A. M. Homes





Harold Silver passou parte da sua vida à sombra do irmão mais novo, George, que, além de famoso executivo de televisão, é mais alto e inteligente do que ele. Como se isso não bastasse, George era casado com uma bela mulher, tem dois filhos e uma magnífica casa na periferia de Nova Iorque.
Mas Harry, historiador e estudioso de Nixon, conhece o temperamento assassino do irmão; e quando este perde o controlo, o resultado é um ato de violência tão chocante que ambos os irmãos são lançados para uma nova vida em que procuram absolvição.
Subitamente, Harry tem de cuidar dos filhos do seu irmão, descobrindo o obscuro mundo do sexo na Internet e convivendo com casais desequilibrados que se deslocam pelo tempo como numa viagem fantástica. E, à medida que vai construindo uma família baseada não na biologia mas na escolha, compreende que o seu caminho corre o risco de repetir os erros passados.


«É como uma versão mais ousada de Jonathan Franzen…»
[The Guardian]

«Uma sátira perspicaz e observadora sobre a vida das famílias modernas que me fez rir desenfreadamente.»
[«Readers’ Best Books of 2013», The Guardian]


Assim para Nós Haja Perdão venceu o Women’s Prize for Fiction 2013 (antigo Orange Prize for Fiction).

Sobre A Potência do Pensamento, de Giorgio Agamben





No programa Livro do Dia de 7 de Fevereiro, na TSF, Carlos Vaz Marques falou sobre A Potência do Pensamento, de Giorgio Agamben.
O programa pode ser ouvido aqui.

 

6.2.14

Sobre Stefan Zweig






«Em Vinte e Quatro Horas da Vida de Uma Mulher e em Carta de Uma Desconhecida – publicados por Stefan Zweig, em 1922, com outras três novelas –, uma hábil narração na primeira pessoa ilumina os corredores e as sombras do labirinto interior de duas mulheres. Nos dois casos, a técnica do autor molda-se à auto-análise de um passado longamente escondido e só naquele momento revelado.
Tanto numa, como noutra novela, o narrador inicial é uma figura secundária, um mero indício, rapidamente substituído pelas respectivas figuras femininas. (…)
Zweig é exímio a moldar o estilo da escrita à mulher amargurada, armada com os complexos de culpa que quer arremessar ao destinatário, ou da que se embrenha na torrente da memória e vira para si própria o estilete de uma autópsia em plena vida.» [Hugo Pinto Santos, Time Out, 5-2-2014]

4.2.14

Sobre Alucinações, de Oliver Sacks





«O livro do neurologista Oliver Sacks explora o mundo das “percepções que surgem na ausência de qualquer realidade externa”, um fenómeno que é muito mais frequente do que se julga e ocorre amiúde em pessoas mentalmente sãs, mesmo sem estarem sob o efeito de substâncias psicotrópicas. Sacks aborda também fenómenos limítrofes, como as percepções distorcidas ou os “membros-fantasma” e estabelece ligações das alucinações com o stree pós-traumático, a narcolepsia e as “experiências fora-do-corpo”.» [José Carlos Fernandes, Time Out, 23-10-13]

3.2.14

Sobre Ulisses, de James Joyce







«Muitas vozes, muitas modulações, muitos narradores lutando por imporem ao mundo as suas próprias interpretações; uma obra como uma ópera, mais bem apreciada se lida e relida, em voz alta se possível, com consciência da “jocosseriedade” subjacente em cada passagem.» [Joyce Carol Oates sobre Ulisses, de James Joyce]