13.5.22

Sobre O Mandarim, de Eça de Queirós

 



«Ao contrário das obras consideradas realistas, narradas de forma omnisciente e heterodiégetica, O Mandarim está escrito na 1a pessoa, no contexto de uma ação na qual participa Teodoro, um peculiar narrador autodiegético. Para além disso, existe o abandono das estratégias de observação objetiva, algo bastante surpreendente, visto que Eça captava de forma direta e objetiva a sociedade oitocentista, para depois a refletir no papel. Eça, ao contrário do Egito, nunca conheceu a China, mas recriou-a a partir da recolha de informação em textos alheios, como As Atribulações de um chinês na China, de Júlio Verne.» [Eduarda Magalhães, Comunidade Cultura e Arte, 7/4/2022: https://comunidadeculturaearte.com/o-mandarim-a-obra-quase-esquecida-de-eca-de-queiros/]


O Mandarim e outras obras de Eça de Queirós estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/eca-de-queiros/

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