12.12.12

Sobre A Polaquinha, de Dalton Trevisan





«O resultado é uma espécie de reverberação cognitiva, como se estivéssemos diante de um Philip Glass da ficção.
Esse efeito estilístico sem dúvida é um dos pontos altos do romance. O outro está nas falas. Trevisan herdou de Nelson Rodrigues a mestria na arte do diálogo. Não há ninguém hoje no Brasil como ele, capaz de escrever colóquios ao mesmo tempo prosaicos e dramáticos, exemplares e naturais.» [Marcelo Pen, Folha de S. Paulo, 30-09-2002]

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