17.12.12

Sobre Os Irmãos Karamázov, de Fiódor Dostoievski





«Em 1916, Wittgenstein lia tão frequentemente Os Irmãos Karamázov que sabia de cor vários excertos, principalmente passagens do padre Zóssima, que para ele representava um poderoso ideal cristão, um homem santo “que olhava directamente para a alma das outras pessoas”.» [Ray Monk, Wittgenstein: The Duty of Genius]

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