20.10.21

Gonçalo M. Tavares recebe Prémio Universidade de Lisboa 2019

 



Gonçalo M. Tavares recebe Prémio Universidade de Lisboa 2019, pela sua obra “singular, impressiva no âmbito de tópicos e preocupações que versa, e objeto de um amplo reconhecimento internacional que excede o da quase totalidade de autores da sua geração em qualquer idioma”. Mais informação aqui.


Diário da Peste — O Ano de 2020, o mais recente livro de Gonçalo M. Tavares, e outras obras do autor já editadas pela Relógio D’Água estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/goncalo-m-tavares/

Sobre Uma Estranha Amizade, de Maria Filomena Mónica

 



«Se o que os separa pode ser lido ao longo das quase trezentas páginas de Uma Estranha Amizade: Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão, o que os une vai surgindo em episódios egoístas de cada um deles; o primeiro a precisar de mover influências e de ajuda financeira através do amigo que fica em Portugal, o segundo a necessitar do empurrão para se tornar importante na cena nacional.» [João Céu e Silva, DN, 18/10/2021: https://www.dn.pt/cultura/com-eca-nunca-tive-nao-tenho-e-nunca-terei-desilusoes-e-o-homem-da-minha-vida-14229445.html]


Esta e outras obras de Maria Filomena Mónica estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/maria-filomena-monica/

Apresentação de As Crónicas de Explosão, de Yan Lianke, dia 23 de Outubro, às 18:00, na Livraria Linha de Sombra

 





No próximo dia 23 de Outubro, pelas 18:00, terá lugar uma conversa a propósito da publicação de “As Crónicas de Explosão”, de Yan Lianke, um dos mais destacados e influentes representantes da literatura chinesa contemporânea. Falar-se-á sobre a obra, o autor e o seu “Mitorrealismo”, mas também sobre os restantes autores chineses publicados em Portugal, assim como outros ainda não traduzidos em português.

Com a presença de:

Tiago Nabais – Tradutor de “As Crónicas de Explosão” e de outros livros chineses

Hélder Beja – Jornalista, argumentista, co-fundador do Festival Literário de Macau, do qual foi diretor de programação durante sete anos

Sara Figueiredo – Jornalista e crítica literária, colabora com o Expresso e a revista Blimunda. Editora do suplemento literário do Ponto Final (Macau)


As Crónicas de Explosão (trad. Tiago Nabais) e Sonho da Aldeia Ding (trad. Marta Mendonça) estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/yan-lianke/

Sobre Obra Completa de Arthur Rimbaud

 



Reúne-se aqui a obra de Arthur Rimbaud.

Excluíram-se apenas os poemas em latim, os exercícios escolares, e algumas cartas comerciais sem interesse.

A parte referente à poesia é bilingue.

Muitos dos poemas são traduzidos pela primeira vez em Portugal, o mesmo acontecendo com a correspondência literária. Publica-se também a novela «Um Coração debaixo de Uma Sotaina», que é importante para compreender a obra de Rimbaud e é um dos seus raros textos irónicos.

Dos seus poemas em verso e em prosa mais conhecidos, «O Barco Ébrio», Uma Temporada no Inferno e Iluminações, são apresentadas novas traduções.

A aventurosa vida pós-literária de Rimbaud é abordada no prefácio e nas cartas e relatórios que escreveu.


«É habitual falar-se na existência de um mistério na vida de Rimbaud, o precoce abandono da poesia no apogeu da criatividade literária.

Mas essa é apenas a parte visível de um enigma maior que é a ligação entre a sua vida de poeta e a de negociante em Áden e na Abissínia. 

A verdade é que a sua última década de vida ilumina com luz retrospectiva a poesia que de outro modo não seria a mesma, tal como não seria a mesma a imagem que hoje temos de Rimbaud se ele tivesse envelhecido nos salões literários de Paris.

Sem esse abandono não teríamos uma noção exacta da autenticidade da sua procura visionária e das experiências e sofrimentos que por causa dela consentiu ou se impôs.

É por isso que a poesia que Rimbaud escreveu parece existir suspensa num tempo de incorruptível juventude.» [Do Prefácio]


Obra Completa de Arthur Rimbaud (trad. Miguel Serras Pereira e João Moita) e O Rapaz Raro estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/arthur-rimbaud/

19.10.21

Lídia Jorge recomenda leitura de Um Bailarino na Batalha, de Hélia Correia

 





«Um Bailarino na Batalha, de Hélia Correia, foi a eleição da portuguesa Lídia Jorge como longo poema narrativo que vai descrevendo os diferentes estádios da dor: “Vejo aí uma ruptura esperançada, um golpe que corta o anel de fogo que nos prende os pés e as mãos ao determinismo, ao medo.”» [El País, 12/10/2021: https://elpais.com/cultura/2021-10-12/los-30-libros-recomendados-por-el-foro-formentor.html]


«Um Bailarino na Baralha» e outras obras de Hélia Correia estão disponíveis em: https://relogiodagua.pt/autor/helia-correia/

Sobre a adaptação cinematográfica de Duna

 




«Adaptado da obra que Frank Herbert escreveu nos anos 60, Dune é denso, instável e frequentemente sublime» [Xan Brooks, The Guardian, 3/9/2021]


Duna (trad. Jorge Candeias) e O Messias de Duna (trad. Ana Mendes Lopes) estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/frank-herbert/



18.10.21

Sobre A Submissa, de Fiódor Dostoievski (tradução de António Pescada)

 




Disponível em www.relogiodagua.pt e a chegar às livrarias: A Submissa, de Fiódor Dostoievski (tradução de António Pescada)


Esta narrativa, publicada pela primeira vez em 1876, fala-nos das recordações de um prestamista cuja mulher se suicidou.

O corpo da mulher está estendido sobre a mesa enquanto o monólogo decorre. O narrador tenta compreender o que se passou. Pouco a pouco, vão-se delineando as causas do que aconteceu. A submissa morreu porque o marido matou o seu amor. Ela era demasiado casta e pura para poder ser a esposa que o homem desejava. Na verdade, este tinha a psicologia de um ressentido contra a sociedade, o que levou a transformar o seu amor em tirania.


Esta e outras obras de Fiódor Dostoievski estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/fiodor-dostoievski/