5.4.12

O Doutor Glas, de Hjalmar Söderberg, Livro do Dia na TSF




O Doutor Glas, de Hjalmar Söderberg, foi hoje Livro do Dia na TSF. Carlos Vaz Marques diz: «Hjalmar Söderberg é um nome que provavelmente não dirá nada a ninguém. E no entanto a obra-prima deste autor sueco já tem mais de um século, foi publicada em 1905. (…) O romance escandalizou a Suécia no início do século XX (…) e continua perturbante mais de um século de ter sido escrito.»
O programa pode ser ouvido aqui.

Os livros da vida de Maria Filomena Mónica



No programa Ler + Ler Melhor, Maria Filomena Mónica fala de três livros da sua vida: As Aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain, O Monte dos Vendavais, de Emily Brontë, e Pais e Filhos, de Ivan Turgéniev, todos já editados pela Relógio D'Água.

A Terra Devastada, de T. S. Eliot, citado por Eduardo Pitta




No blogue Da Literatura, Eduardo Pitta deu início ao mês de Abril com T. S. Eliot e uma citação de A Terra Devastada. Começa: «Abril é o mês mais cruel». O post completo pode ser lido aqui.

4.4.12

Hélia Correia: «A sabedoria vem dos gregos e dos gatos.»





Na Ler de Abril de 2012, Hélia Correia é entrevistada por Carlos Vaz Marques a propósito do seu livro de poesia A Terceira Miséria, agora em 2.ª edição na Relógio D’Água.

A entrevista é acompanhada de fotos de Pedro Loureiro, que mostram a autora de Adoecer entre árvores, toros de madeira e rochedos cobertos de musgo.

Hélia Correia fala da sua visão da Grécia clássica, ou melhor, da evolução que teve desde a sua Grécia inicial, tal como lhe foi dada a conhecer por Sophia de Mello Breyner, até à sua fixação no fulgor e deslumbramento da época de Péricles.

Na segunda metade da entrevista, Hélia Correia fala das suas concepções animistas do mundo e do seu singular processo criativo.

Entre os autores portugueses criadores de uma nova literatura, Hélia destaca Maria Gabriela Llansol e também Gonçalo M. Tavares e Rui Nunes.

Sobre A Terceira Miséria, de Hélia Correia




José Mário Silva escreve na Ler de Abril de 2012: «Esta é uma poesia do desencanto e da revolta diante do “apetrecho dos destruidores”, essa “arrogância / pela qual o ocidente se perdeu”. Há nestes versos muita melancolia, uma tristeza face às ruínas (hoje mais simbólicas do que literais), um sentido agudo do que se perdeu talvez para sempre, mas também uma vontade de escapar ao abismo da resignação. Por baixo do “ferro retorcido”, acredita a autora dos “exercícios” sobre Antígona e Medeia, esconde-se uma Atenas que se mantém oculta, à espera de novos mensageiros que esvoacem pelo éter, alimentando a “ardência do improvável”.»

Quando o título diz tudo




No blogue Meditação na Pastelaria, Ana Cristina Leonardo publicou uma mensagem sobre A Filha do Optimista, de Eudora Welty. O post intitula-se «Perfeito». A conferir aqui.

3.4.12

A chegar às livrarias




«Os Irmãos Karamázov é o romance mais magistral que alguma vez se escreveu, e nunca seremos capazes de apreciar devidamente o episódio do Grande Inquisidor, que é uma das maiores realizações da literatura mundial.»
Do posfácio de Sigmund Freud

«Leio fascinado Os Irmãos Karamázov. Trata-se do mais magnífico livro em que já pus as mãos. (…)»
Albert Einstein, em carta a Paul Ehrenfest

«Ao ler Crime e Castigo, O Idiota, Os Demónios e, sobretudo, Os Irmãos Karamázov, não podemos separa a interpretação filosófica da forma literária. O teólogo e o estudioso da narrativa, o crítico e o historiador de filosofia, marcam encontro no mesmo local.»
George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski

«Os Irmãos Karamázov é o maior livro entre todos os que Dostoievski escreveu e é nele que devemos procurar o seu génio.»
Harold Bloom, Génios