9.7.24

Sobre Enxaqueca, de Oliver Sacks

 


«“Que livro mudou a sua vida?” é uma pergunta a que é tentador responder com um encolher de ombros. A verdade é que os livros raramente conseguem fazer isso só por si. Mas em 1970, antes de se tornar um autor de renome, Oliver Sacks escreveu um livro intitulado Enxaqueca. Mais modesto e mais técnico do que os seus maiores sucessos — Despertares e O Homem Que Confundiu a Mulher com Um Chapéu —, o livro não deixa de ser notável pelas suas sagazes perceções e liberdade de testemunho. Mudou a minha vida e, ouso dizer, a de milhares de outros sofredores, aumentando o meu conhecimento desta estranha condição. E, para um paciente, conhecimento é poder.» [Hilary Mantel, The Guardian]


«Este fascinante livro de Oliver Sacks apareceu, pela primeira vez, em 1970. A edição foi reescrita e ampliada, abrangendo desenvolvimentos recentes baseados na teoria do caos.» [Observer]


«Para Sacks, uma dor de cabeça é uma mina de tesouros, uma fonte de visões, um microcosmo de experiência humana e de sofrimento, a pedra filosofal… Um feito notável.» [Iain McGilchrist, Sunday Telegraph]



«Sacks está certamente a querer dizer-nos algo — e nós deveríamos ouvi-lo… Este livro não apresenta panaceias, mas o seu grau de humanidade revela-se uma preciosa ajuda para nos reconciliarmos com o nosso lado mais negro.» [Roy Porter, Sunday Times]


«Nenhum sofredor de enxaquecas ficará curado por ler este livro, mas pelo menos ficará a saber o que é uma enxaqueca e deixará de ter medo.» [Anthony Clare, Mail on Sunday]


«(…) Médico e paciente encontram-se no reino do maravilhoso… Repleto das maravilhosas introspeções que o tornaram, em simultâneo, o mais acessível e magistral dos médicos.» [Anita Brookner, Spectator]


Enxaqueca (tradução de Miguel Serras Pereira) e outras obras de Oliver Sacks estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/oliver-sacks/

8.7.24

Sobre Diários, de Franz Kafka

 


«Quando começou a escrever os diários, em 1909, Kafka trabalhava numa companhia de seguros (licenciara-se em Direito, a contragosto, para satisfazer as expectativas familiares), vivia ainda com os pais e as três irmãs em Praga, mas recentemente passara a ter um quarto próprio, convivia regularmente com os amigos Felix Weltsch, Oskar Baum e Max Brod, com quem frequentava conferências e cafés, cinemas e bordéis, já começara a publicar textos em revistas e a ser conhecido como autor num círculo restrito. (…)

Nos catorze anos de que os diários dão registo, acompanhamos as inquietações obsessivamente elaboradas ao longo de uma vida: o conflito com o pai, ou a forma peculiar de violência que é a violência em família; o judaísmo; o corpo e a doença; a hesitação entre casamento e celibato, ambos temidos e desejados; a vida profissional como prisão. Acompanhamos (mais por omissão) a turbulência dos tempos, de que é exemplo a muito citada entrada de 2 de Agosto de 1914, no início da Primeira Guerra Mundial: «A Alemanha declarou guerra à Rússia. – À tarde, natação» (p. 332). Mas praticamente não há elemento que não seja visto à luz da preocupação central de Kafka: a sua vocação de escritor, entendida como a forma de resistência ou de sobrevivência de alguém que, no seio da própria família, foi posto à margem do mundo e dos homens.» [Da Nota Introdutória]


Diários (trad. Isabel Castro Silva) e outras obras de Franz Kafka estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/franz-kafka/


Sobre Franz Kafka, de Max Brod (tradução de Susana Schnitzer da Silva e Ana Falcão Bastos), está disponível em https://www.relogiodagua.pt/produto/sobre-franz-kafka/

Sobre A Canção da Árvore, de Coralie Bickford-Smith

 


“Maravilhoso, poético… fala da importância do abrigo e do seu poder de incentivar a confiança e a tolerância, bem como de capacitar o desenvolvimento e a independência.” [Julia Eccleshare]


“Cada página parece viva. As estrelas da noite e os pirilampos brilham.” [Observer]


“Emocionante... uma celebração do mundo ao nosso redor, no momento em que mais precisamos.” [Creative Review]


“Uma fábula comovente... uma obra-prima, cada página é um sumptuoso festim de cores.” [Financial Times]


A Canção da Árvore e outras obras de Coralie Bickford-Smith (tradução de Inês Dias) estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/coralie-bickford-smith/

Sobre Canção do Profeta, de Paul Lynch

 


Numa noite escura e chuvosa em Dublin, a cientista e mãe de quatro filhos Eilish Stack abre a porta de sua casa e depara-se com dois oficiais da recém-formada polícia secreta da Irlanda que pretendem interrogar o seu marido, um sindicalista. Depois do marido, também o seu filho mais velho desaparece.

A Irlanda está a desmoronar-se. O país está sob o domínio de um governo que se inclina para a tirania e Eilish só pode assistir impotente enquanto o mundo que conhecia desaparece.

Até onde irá ela para salvar a sua família? E o que — ou quem — está disposta a deixar para trás para o conseguir?


«O júri do Booker Prize escolheu o livro mais oportuno e relevante da lista.» [The Guardian]


«Nenhum livro me abalava tão intensamente há muitos anos… As comparações são inevitáveis — Saramago, Orwell, McCarthy —, mas este romance ocupará o seu lugar próprio.» [Colum McCann]


«Um dos romances mais importantes desta década.» [Ron Rash]



Paul Lynch é autor de cinco romances. O mais recente, Canção do Profeta, venceu o Prémio Booker 2023. Anteriormente, o escritor ganhou o Prémio Kerry Group de Romance Irlandês do Ano e o Prémio Libr’à Nous de Melhor Romance Estrangeiro de França, entre outros. Foi finalista de muitos prémios internacionais, incluindo o Prémio Walter Scott do Reino Unido, o Prémio Strega Europeu de Itália, o Prémio do Melhor Livro Estrangeiro de França, o Prémio Littérature-Monde e o Prémio Jean Monnet de Literatura Europeia. Em 2024, foi nomeado Distinguished Writing Fellow da Universidade de Maynooth e eleito para a Aosdána, a academia irlandesa das artes que honra artistas distintos. Os seus romances foram traduzidos para mais de 30 línguas.


Esta edição foi publicada com o apoio da @Literature Ireland


Canção do Profeta, de Paul Lynch (Tradução de Marta Mendonça), está disponível em https://www.relogiodagua.pt/produto/cancao-do-profeta-premio-booker-2023/

Sobre Pequenas Coisas como Estas, de Claire Keegan

 


Estamos em 1985, numa pequena cidade irlandesa. A autora narra-nos a vida de Bill Furlong, um comerciante de carvão e pai de família.

Uma manhã, ainda muito cedo, quando vai entregar uma encomenda no convento local, Bill faz uma descoberta que o leva a confrontar-se com o passado e os complicados silêncios de uma povoação controlada pela Igreja.


Pequenas Coisas como Estas (trad. Inês Dias) e outras obras de Claire Keegan estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/claire-keegan/


5.7.24

Disponível em www.relogiodagua.pt e a chegar às livrarias: «O Espelho Veneziano», de Mónica Baldaque

 

 
 
«Papéis, montes de papéis velhos do jornal El País, amarfanhados, e fitas de madeira, tudo isso foi sendo retirado, e apareceu um espelho. Um enorme espelho oval, um espelho veneziano, encimado por uma grinalda de rosas de vidro de Murano. Uma peça de uma beleza rara, digna de um palácio, nunca vista naquela terra.

O espelho foi levado para dentro de casa, pousado numa mesa, até se esclarecer a proveniência, e o local a pendurá-lo, ou a esquecê-lo.»

«São coisas misteriosas os espelhos. Desde há muitíssimos séculos se sabe como eles são possuídos duma propriedade mágica, e que o reflexo da água pode causar danos às criaturas.»
[Agustina Bessa-Luís, «As Relações Humanas — Canção diante duma Porta Fechada»]

«O Espelho Veneziano» e outras obras de Mónica Baldaque estão disponíveis em: https://www.relogiodagua.pt/autor/monica-baldaque/

2.7.24

Disponível em www.relogiodagua.pt e a chegar às livrarias: «A Armadilha Identitária», de Yascha Mounk

 

Um dos nossos mais destacados intelectuais descreve a origem das ideias sobre a identidade e justiça social que rapidamente transformaram a América e se espalharam ao resto do mundo e explica porque não conseguirão atingir os seus objetivos. Em «A Armadilha Identitária» Mounk faz a mais ambiciosa e lúcida das abordagens sobre as origens e consequências da chamada política woke.

«Um “tour de force” intelectual sobre as origens da identidade política e a ameaça que ela representa para o genuíno, honesto e velho liberalismo.»
[Bret Stephens, «The New York Times»]

«A mais abrangente e lúcida história desta armadilha em que nos tentaram envolver […]. Mounk conta a história do Grande Despertar Woke melhor do que qualquer outro escritor que procurou compreendê-lo.»
[«The Washington Post»]

«Notável.»
[David Brooks, «The New York Times»]

«Está entre os mais perspicazes e importantes livros escritos na última década.»
[Jonathan Haidt]

«A Armadilha Identitária», de Yascha Mounk, está disponível em: https://www.relogiodagua.pt/produto/a-armadilha-identitaria/