2.5.24

Sobre As Aventuras de Arthur Gordon Pym de Nantucket, de Edgar Allan Poe




Em 1836 Poe descobriu, num relato de jornal sobre o naufrágio e posterior resgate de dois homens, a base do que viria a ser o seu único romance.

Em As Aventuras de Arthur Gordon Pym de Nantucket, o autor evidencia o que é para ele o acto de escrever e de representar a verdade. É uma história de fuga da vida familiar, protegida e civilizada, que acompanha o ritual de passagem do jovem Pym e do companheiro Augustus através de uma série de encontros com a morte, durante uma tormentosa viagem marítima.

O romance influenciou escritores tão diversos como Herman Melville, Henry James, Jules Verne e Vladimir Nabokov.


«O melhor livro de Poe.» [Jorge Luis Borges]


As Aventuras de Arthur Gordon Pym de Nantucket (tradução de Eduardo Guerra Carneiro) e outras obras de Edgar Allan Poe estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/edgar-allan-poe/

Hélia Correia, Ana Margarida de Carvalho, Joana Bértholo, Noemi Jaffe, Frederico Pedreira, Djaimilia Pereira de Almeida e Gonçalo M. Tavares no festival FeLiCidade

 



O festival FeLiCidade (Festival da Língua e da Liberdade na Cidade) decorre nos dias 4 e 5 de Maio no CCB, em Lisboa.

Dia 4 de Maio, às 14:00, Ana Margarida De Carvalho participa na conversa “Eu Gostava de Te Oferecer 100.000 Cigarros, Uma Dúzia de Vestidos daqueles mais Modernos, Um Automóvel, Uma Casinha de Lava Que Tu tanto Querias, Um Ramalhete de Flores de Quatro Tostões” com Germano Almeida e Luís Cardoso, com moderação de Pedro Vieira.

Às 15:00, Joana Bértholo participa na conversa “Mas Eu Tinha Uma Fita Verde de Folha de Palmeira / Na Cabeça”, com José Eduardo Agualusa e Socorro Acioli, com moderação de Pedro Santos Guerreiro.

Às 16:00, Noemi Jaffe participa na conversa “As Belas Meninas Pardas / Dão Boas Mães de Família/ E Merecem Ser Estimadas…”, com Susana Moreira Marques e Telma Tvon, com moderação de Sheila Khan.

Às 19:30, Gonçalo M. Tavares dá o curso “A Felicidade e a Vida”.


Dia 5 de Maio, às 12:00, Carlos Mendes de Sousa dá a aula “Clarice Lispector, ‘A Paixão segundo G. H.’”.

Às 16:00, Frederico Pedreira participa na conversa “Porque Eu Dormia e Vieram Contar-Me Que Tudo Era Possível Já!” com Joaquim Arena e Geovani Martins, com moderação de Inês Fonseca Santos.

Às 17:00, Hélia Correia participa na mesa “Cresce a Semente/ Lentamente/ Debaixo da Terra Escura”, com Leda Maria Martins e Luísa Semedo, com moderação de Anabela Mota Ribeiro.

Às 19:30, Djaimilia Pereira de Almeida dá o curso “A Felicidade e a Vida”.

Mais informação em https://felicidadefestival.com

Sobre Filho de Deus, de Cormac McCarthy

 


Filho de Deus é a história de Lester Ballard, um solitário homem rural que foi afastado das suas terras. Psicologicamente desequilibrado, mas dotado de uma imaginação fértil, cruel e pervertida, deambula pelos montanhosos domínios do Tennessee.


«McCarthy descreve o terrível declínio de Lester Ballard com paixão, ternura, eloquência e humor que (…) se harmonizam perfeitamente com a devastada aridez do Sul.» [Times Literary Supplement]


«A sua prosa infalivelmente bela e exata transporta-nos para um mundo imaginado, que é uma espantosa e violenta revelação.» [Tobias Wolff]


«Filho de Deus» (trad. Paulo Faria) e outras obras de Cormac McCarthy estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/cormac-mccarthy/

Sobre Pais e Filhos, de Ivan Turguéniev

 


«Pais e Filhos não só é o melhor romance de Turguéniev, mas também um dos maiores romances do século XIX. Turguéniev conseguiu fazer aquilo a que se propôs: criar um personagem masculino, um jovem russo, que afirmasse a sua — do personagem — ausência de introspecção e que, ao mesmo tempo, não fosse uma marioneta nas mãos de um repórter social. Bazárov é um homem forte, sem dúvida — e muito possivelmente, tivesse ele vivido além dos vinte anos (acaba de sair do liceu quando o conhecemos), ter-se-ia tornado um grande pensador social, um médico famoso ou um revolucionário activo, para lá dos limites do romance.» [Do Posfácio de Vladimir Nabokov]


Pais e Filhos (trad. António Pescada) e outras obras de Ivan Turguéniev estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/ivan-turguenev/

Sobre Maternidade, de Sheila Heti

 


Neste livro, Sheila Heti questiona o que se ganha e o que se perde no momento em que uma mulher se torna mãe, abordando a decisão mais importante da vida adulta com o candor, o humor e a originalidade que fizeram dela uma escritora aclamada por toda uma geração.


Elena Ferrante considerou-o um dos seus livros favoritos.


«Este livro de Sheila Heti tornar-se-á a literatura definitiva sobre o tema da maternidade.» [The Guardian]


«Esta investigação na relação da mulher com os aspectos morais, sociais e psicológicos da procriação é uma iluminação, uma provocação e uma resposta, em última análise, às novas normas da feminidade, formuladas com a mais profunda autoridade intelectual por uma mulher. Não é parecida com nada que tenha lido. Sheila Heti abriu novos caminhos quer na sua maturidade como artista quer nas possibilidades do próprio discurso feminino.» [Rachel Cusk]


«Essencial. Uma semificção semelhante à de escritores como Ben Lerner, Rachel Cusk e Teju Cole.» [The New York Times]


«Mais bem descrito como um ensaio filosófico na tradição de Montaigne.» [The Times Literary Supplement]


«Lembra-me Temor e Tremor, de Kierkegaard.» [Elif Batuman]


Maternidade, de Sheila Heti (tradução de Valério Romão), está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/maternidade-pre-venda/

1.5.24

Sobre Dicionário de Artistas, de Gonçalo M. Tavares

 


«A obra “Dicionário de artistas – breves notas”, do escritor português Gonçalo M. Tavares estende-se por entre metáforas. Ao contrário do que o título sugere, seu dicionário particular rompe com o que se espera de um verbete comum. Ele cava o enfraquecimento do sentido estabilizado para um termo que abre brechas, instaurando um jogo entre palavras, imagens, nomes próprios e suas definições. A partir de mais de sessenta fotografias e montagens imagéticas da conta *Os especialistas na rede social Instagram o autor produz importações, rupturas e deslocamentos e substituições preciosas fazendo valer a máxima pechetiana de que “a metáfora também merece que se lute por ela”.» [Lucília Maria Abrahão e Sousa, MEER, 26/4/2024, a propósito da edição brasileira, pela Dublinense, de Dicionário de Artistas: https://www.meer.com/pt/79063-a-metafora-no-dicionario-de-goncalo-m-tavares]


Dicionário de Artistas e outras obras de Gonçalo M. Tavares estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/goncalo-m-tavares/

Ana Margarida de Carvalho no Colóquio Revolução dos Cravos, na Sorbonne

 



Nos próximos dias 2 e 3 de Maio, tem lugar na Sorbonne o Colloque   International Révolution des Œillets — 50 ans après… regards centrés/décentrés, com organização de Maria Araújo da Silva, Maria Benedita-Basto, Rita Novas Miranda e Michel Riaudel.

No dia 2 de Maio, às 14:30, Ana Margarida de Carvalho participa na mesa Le 25 avril en littérature, com moderação de Maria Araújo da Silva, sobre «Que Importa a Fúria do Mar: descida ao poço mais fundo da ditadura portuguesa».




Que Importa a Fúria do Mar, recentemente reeditado pela Relógio D’Água, e outras obras de Ana Margarida de Carvalho estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/ana-margarida-de-carvalho/