1.9.21

Sobre Balada da Praia dos Cães, de José Cardoso Pires

 



«Na Balada da Praia dos Cães, oferece-nos uma obra-prima mas, como nos seus restantes livros, torna-se necessário um paladar exigente a fim de compreender isso. Para falar do romance precisava de muita conversa, e prefiro que seja o leitor a entendê-lo e a dar-se conta, por si, das subtilezas, alçapões e achados desta prosa com vários níveis de leitura e compreensão. Como tudo o que José Cardoso Pires nos deixou. Por favor, leiam-no: é uma imensa prenda que darão a vós mesmos.» [Do Prefácio de António Lobo Antunes]


Balada da Praia dos Cães e outras obras de José Cardoso Pires estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/jose-cardoso-pires/

Sobre Leopardo Negro, Lobo Vermelho, de Marlon James

 



Mito, fantasia e história misturam-se nesta história de um mercenário em busca de uma criança desaparecida.

O Batedor tornou-se famoso pelas suas habilidades de caçador.

Contratado para encontrar um rapaz desaparecido, quebra a regra de caçar sozinho quando se apercebe de que o melhor modo de encontrar o rapaz é juntar-se a um grupo: uma mistura de personagens incomuns, repletas de segredos, e em que se inclui o Leopardo, um homem-animal que tem a capacidade de se metamorfosear entre ambos.

À medida que o Batedor segue o cheiro do rapaz, o grupo depara-se com inúmeras criaturas que pretendem matá-los. E, enquanto luta pela sobrevivência, começa a questionar-se: quem será esse rapaz? Porque está desaparecido há tanto tempo e porque tantas pessoas tentam que não seja encontrado? E talvez mais importante: quem está a mentir e quem diz a verdade?

Inspirando-se na história e mitologia africanas e na sua imaginação, Marlon James escreveu uma aventura envolvente, de personagens inesquecíveis que nos fazem questionar os limites da verdade, do poder e do excesso de ambição.


“O primeiro volume da prometida trilogia é uma fábula, uma reimaginação de África, com ecos inevitáveis de Tolkien, George R. R. Martin e Black Panther. Mas é ao mesmo tempo altamente original, com uma linguagem poderosa e uma imaginação abrangente. Marlon James é um escritor que tem de ser lido.” [Salman Rushdie, TIME]


“Um mundo de fantasia africano, nos tons de Bosch, García Márquez e da Marvel.” [The New York Times]


Os direitos de adaptação a televisão foram adquiridos pela companhia de produção de Michael B. Jordan, actor de filmes como Black Panther e Creed.


Leopardo Negro, Lobo Vermelho e Breve História de Sete Assassinatos (traduções de José Miguel Silva) estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/marlon-james/


Sobre Viver Feliz Lá Fora, de José Gardeazabal

 



Viver Feliz Lá Fora, de José Gardeazabal, sugerido como livro de poesia para leitura de Verão


«Tal como a sua ficção, este longo poema dividido em cinco partes é uma máquina implacável, subvertendo ritmos, linguagem, associações de ideias – “idem ibidem dem dem bidem”. Uma ode triunfal em que ecoam Pessoa (“diante de uma janela absoluta não/ comentemos tabacarias”) e Cesário Verde (“a esta hora do dia/ não é normal termos sentimentos de ocidental”), lançam-se farpas a quem as apanhar (“há cães/ desconhecidos/ a decidir o cânone”), contempla-se a contemporaneidade (“os atos são aves predadoras/ as palavras plantinhas/ símbolos redondos sorriem-nos do fim das frases/ vivemos sob o signo das cicatrizes”) e ausculta-se o estado do mundo (“Um estranho pergunta-nos de onde somos/ e isto/ ou é/ curiosidade/ ou é racismo”). E a pandemia crava agulhas: os “óbitos em dominó”, a “felicidade de formiga”, a “canção ferida da claustrofobia”. “A pior mortalidade é a mortalidade dos vivos”, lê-se. Eis a nossa civilização “parada como pompeia/ segundos antes de…”» [Sílvia Souto Cunha, Visão, 1/9/2021, texto completo: https://visao.sapo.pt/visaose7e/livros-e-discos/2021-09-01-poema-a-sombra-cinco-novos-livros-de-poesia-para-leituras-de-verao/]


Viver Feliz Lá Fora e Dicionário de Ideias Feitas em Literatura, de José Gardeazabal, estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/jose-gardeazabal/

Sobre A Rolha de Cristal, de Maurice Leblanc

 



Disponível em www.relogiodagua.pt e a chegar às livrarias e às Feiras do Livro de Lisboa e do Porto: A Rolha de Cristal, de Maurice Leblanc


Durante um assalto à casa do deputado Daubrecq, é cometido um crime e dois dos assaltantes são presos. Um terceiro consegue disfarçar-se e escapar à polícia. É Arsène Lupin.

Um dos dois presos é culpado do crime, outro está inocente, mas serão ambos condenados à morte.

Arsène Lupin tem de se empenhar, numa corrida contra o tempo, para salvar a vítima do erro judicial, enfrentando Daubrecq, um chantagista sem escrúpulos e de amplos recursos.

O romance inspira-se no famoso Escândalo do Panamá (1892-1893), em que vários dirigentes políticos da Terceira República francesa, incluindo alguns deputados, foram envolvidos num esquema de corrupção.


Outras obras de Maurice Leblanc estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/maurice-leblanc/

Livros do Dia 1 de Setembro na Feira do Livro de Lisboa

 




Ficar na Cama e Outros Ensaios, de G. K. Chesterton

As Ilhas Gregas, de Lawrence Durrell

As Histórias de Babar, de Jean de Brunhoff

Escombros, de Elena Ferrante

A Arte da Vida, de Zygmunt Bauman

Sonetos, de Florbela Espanca

A Estrada, de Cormac McCarthy

Fernão de Magalhães, de Stefan Zweig

A Morte de Ivan Iliitch, de Lev Tolstói

Livros do Dia 1 de Setembro na Feira do Livro do Porto

 





As Histórias de Babar, de Jean de Brunhoff

A Visão das Plantas, de Djaimilia Pereira de Almeida

A Estrada, de Cormac McCarthy

A Morte de Ivan Iliitch, de Lev Tolstói


Sobre A Máquina do Amor Sagrado e Profano, de Iris Murdoch

 



Na vida do psicoterapeuta Blaise Gavender há uma longa hesitação entre a mulher e a amante, os encantos da moralidade e as excitações da transgressão. Mas sob o olhar de Monty, um amigo escritor, os episódios do que poderia ser apenas uma comédia mais ou menos negra transformam-se numa reflexão sobre os paradoxos da vida humana.


«Um romance de infinita variedade e inteligência; a obra de uma escritora no auge do seu talento.» [Christopher Hudson]


«Murdoch é uma pintora de ambientes consumada e sensual.» [Michael Ratcliffe, The Times]


A Máquina do Amor Sagrado e Profano e outras obras de Iris Murdoch estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/iris-murdoch/