23.2.15

Sobre Fogo Pálido, de Vladimir Nabokov




«A pergunta é dupla e dúplice: é o leitor que cria a ficção que o cria ou é a ficção que cria o leitor que a cria? Fogo Pálido é um ensaio de resposta. E a resposta é circular e, por isso, infinita. Talvez pudéssemos convocar uma daquelas gravuras de geometria absurda de Escher para emblema deste livro. (…) Fogo Pálido é o melhor livro de Vladimir Nabokov. O mais desafiador e o mais enigmático. É um portento.» [Mário Santos, Time Out, 18-2-2015]

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