9.9.20

Sobre A Hora da Estrela, de Clarice Lispector

 



«Tudo no mundo começou com um sim. Uma molécula disse sim a outra molécula e nasceu a vida. Mas antes da pré-história havia a pré-história da pré-história e havia o nunca e havia o sim. Sempre houve. Não sei o quê, mas sei que o universo jamais começou.

Que ninguém se engane, só consigo a simplicidade através de muito trabalho.

Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever. Como começar pelo início, se as coisas acontecem antes de acontecer? Se antes da pré-pré-história já havia os monstros apocalípticos? Se esta história não existe, passará a existir.» [p. 13]


«A Hora da Estrela ou “as fracas aventuras de uma moça numa cidade toda feita contra ela”. De um lado a “terra serena da promissão, terra do perdão”; do outro, o sufoco, o vale-tudo, a agressão da “cidade inconquistável” — os dois brasis.» [Eduardo Portella, na apresentação da edição brasileira de A Hora da Estrela]


A Hora da Estrela e outras obras de Clarice Lispector estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/clarice-lispector/

Exposição sobre obra de Victor Hugo na cripta de Notre-Dame

 



A cripta de Notre-Dame vai reabrir com exposição dedicada ao romance de Victor Hugo, que “transformou a igreja num monumento nacional”, segundo Vincent Gille, conservador da Casa Vitor Hugo, em Paris, e um dos comissários da exposição. Ler mais no Expresso.


Notre-Dame de Paris foi recentemente editado pela Relógio D’Água. Esta obra e Os Miseráveis estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/victor-hugo/


Sobre Superinteligência, de Nick Bostrom

 



Se o cérebro artificial ultrapassar algum dia o cérebro humano em inteligência geral, o futuro da nossa espécie vai depender das acções da poderosa inteligência artificial (IA). Neste livro, ambicioso e original, Nick Bostrom examina o que considera ser o problema essencial do nosso tempo: seremos capazes de manter sob controlo as investigações e os avanços da IA antes que seja demasiado tarde?


“Leitura imprescindível. […] Temos de ser supercuidadosos com a IA.”   [Elon Musk]


“Recomendo imenso este livro.”   [Bill Gates]


“Esta soberba análise por um dos nossos mais clarividentes pensadores enfrenta um dos maiores desafios da humanidade: se, no futuro, a IA sobre-humana se tornar o maior acontecimento da nossa história, como ter a certeza de que não será o último?”   [Max Tegmark, professor de Física, MIT]


“De grande valor. As implicações do surgimento de uma segunda espécie inteligente sobre a Terra é de alcance suficiente para merecer a atenção de um grande pensador.”   [The Economist]


Superinteligência de Nick Bostrom (tradução de Carlos Leite) está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/superinteligencia-caminhos-perigos-estrategias/


Sobre Mulherzinhas, de Louisa May Alcott

 



«Muitos livros maravilhosos cativaram a minha imaginação, mas algo extraordinário aconteceu com Mulherzinhas. Reconheci‑me, como num espelho, na rapariga teimosa e magricela, que corria, rasgava as saias a subir às árvores, falava em calão e denunciava as pretensões sociais. Uma rapariga que se podia encontrar encostada a um grande carvalho com um livro, ou à sua secretária, no sótão, de volta de um manuscrito. Era Josephine March. Até no nome respira liberdade, uma rapariga chamada Jo. Louisa May Alcott envolvera‑se num manto de glória, trabalhara à sua própria secretária e cunhara um novo tipo de heroína. Uma obstinadamente moderna rapariga americana do século XIX. Uma rapariga que escrevia.» [Do Prólogo de Patti Smith]


Mulherzinhas está disponível em https://relogiodagua.pt/autor/louisa-may-alcott/


Sobre Mulheres Invisíveis, de Caroline Criado Perez

 



«Da abordagem “tamanho único para homens” do design dos smartphones aos ensaios clínicos que põem em risco a vida das mulheres… este livro utiliza os dados com a precisão de um laser», crítica de Eliane Glaser no The Guardian.


Mulheres Invisíveis, de Caroline Criado Perez, está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/mulheres-invisiveis/


Feira do Livro do Porto: Livros do Dia 9/9/20

 


As Aventuras de Pinóquio, de Carlo Collodi

A Arte da Vida, de Zygmunt Bauman

Lolita, de Vladimir Nabokov

As Flores do Mal, de Charles Baudelaire (2003)

Sobre Contos de Guerra, de Lev Tolstói

 



«Esta coletânea inclui contos de Lev Tolstói escritos entre os anos de 1852 e 1856, baseados nos acontecimentos da guerra dos russos no Cáucaso e da defesa de Sevastópol durante a Guerra da Crimeia. O jovem Tolstói foi participante de três campanhas militares. Foram anos de formação da sua visão do mundo e do seu talento literário, ou, como ele próprio disse numa carta de 1851, da aprendizagem de “governar a sua pena e as suas ideias”.» [Da Introdução de Filipe Guerra e Nina Guerra]


«Na verdade, Tolstoi está mais próximo de Homero em obras menos complexas, em Cossacos, nos Contos do Cáucaso, nos esboços sobre a Guerra da Crimeia e na seca sobriedade de A Morte de Ivan Iliitch

[George Steiner, Tolstoi ou Dostoievski]


Esta e outras obras de Lev Tolstói estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/lev-tolstoi/