5.3.21

Sobre Estojo, de Miguel-Manso

 



«Em vez de arrumação, uma boa desarrumação. Tal como “Tojo” (2013), “Estojo — Poesia Édita e Inédita” é uma antologia que mantém a vivacidade e a surpresa, mesmo para quem conheça os poemas éditos de Miguel-Manso, aqui associados aos inéditos de forma não cronológica nem estritamente temática. E essa arrumação desarrumada serve bem esta poesia digressiva, com o seu espontaneísmo construído, a montagem de citações, o vocabulário invulgar ou coloquial, a tendência para a pequena epifania, a “desimportantização”, a ternura magoada.» [Pedro Mexia, E, Expresso, 5/3/2021]


Estojo e Tojo estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/miguel-manso/


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