17.1.20

Sobre As Ilhas dos Pinheiros, de Marion Poschmann




«Marion Poschmann é uma desconhecida em Portugal, e até há pouco tempo também fora do seu país, a Alemanha. Poeta, prosadora, nasceu em Essen, em 1969, vive em Berlim, tem uma obra respeitada e vários prémios no currículo. em 2018 foi pela primeira vez traduzida para inglês e o livro seria finalista da última edição do International Booker Prize. Não ganhou. A vencedora foi Jokha Alharthi, escritora de Omã, com o romance “Celestial Bodies” — a edição em Portugal está anunciada para este mês de Janeiro, pela Relógio D’Água —, mas o romance de Poschmann projectou-a internacionalmente. Chama-se “As Ilhas dos Pinheiros” e é uma deriva poética, marcada pelo absurdo e pelo humor negro.
O protagonista, o anti-herói Gilbert Silvester, é um académico especialista em “estilos de barbas”, às voltas com um tema específico: “A moda da barba e a representação de Deus”.» [Isabel Lucas, ípsilon, Público, 17/1/2020]


As Ilhas dos Pinheiros (trad. Paulo Rêgo) está disponível em https://relogiodagua.pt/autor/marion-poschmann/

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