16.3.15

Hanif Kureishi entrevistado no Diário de Notícias





«A edição do seu mais recente romance, e a reedição de um dos seus primeiros grandes livros, concede ao leitor duas boas oportunidades para revisitar em A Última Palavra o seu gosto pela provocação e em O Buda dos Subúrbios a homenagem que faz à Londres que adora e que fixou para a posteridade. Uma narrativa que precede a atual capacidade cosmopolita e um perfeito caldeirão étnico que encaminha a entrevista para o tema do islão.»



«P. Afirmou que o escritor deve exigir confronto e que os artistas devem ser terroristas. É uma metáfora?

R. Para se ser escritor na China, no Paquistão ou em qualquer parte, é preciso sê-lo de uma forma perigosa. É muito importante o escritor sair do bom caminho e ser um terrorista, fazer provocações e viver em perigo.» [Diário de Notícias, entrevista de João Céu e Silva a Hanif Kureishi, 15-3-2015]

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