«Em O Próximo Outono, João
Miguel Fernandes Jorge leva a cabo uma poderosa operação de reintegração de
géneros e modos que pulsam na sua obra anterior. Uma das primeiras afirmações do
livro possui a força enunciativa e o definitivo acabamento de um programa ou de
um roteiro. E ainda que o não seja, é como a afinação, pelo menos, do
instrumento, se não é ainda a melodia — “Por vezes fixo uma data, talvez até ao
fim da minha vida” (p. 13).» [Hugo Pinto Santos, Colóquio/Letras, n.º
184, Setembro/Dezembro 2013]
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