A Condição Humana é uma obra de grande originalidade, com concepções inesperadas e, em muitos aspectos, mais importante hoje do que na altura em que surgiu (1958). Os problemas que Arendt identificou então, a partir de uma perspectiva histórica — a diminuição da acção humana e da liberdade política; a relação paradoxal entre o aumento do poder humano através da pesquisa tecnológica e a capacidade cada vez menor de controlar as suas consequências; o declínio da esfera privada —, são cada vez mais actuais.
«Um grande trabalho da mente e da imaginação.»
[The Guardian]
«De vez em quando encontro livros que me dão a sensação de terem sido escritos para mim… A Condição Humana pertence a esse pequeno e seleccionado género.»
[W. H. Auden]
«A combinação entre um imenso poder intelectual e um excelente bom senso tornam as concepções de Arendt sobre história e política espantosas e óbvias ao mesmo tempo.» [Mary McCarthy, The New Yorker]
«Uma obra realmente extraordinária, uma das melhores interpretações da história contemporânea surgida nos últimos anos.» [William Barrett, Partisan Review]
«A Condição Humana é a obra filosófica mais importante de Hannah Arendt.» [Richard Wolin, The New Republic]
A Condição Humana (tradução de Roberto Raposo), com prefácio de Danielle Allen e introdução de Margaret Canovan (tradução de Bruno C. Duarte), e outras obras de Hannah Arendt estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/hannah-arendt/


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