«Quando A Ilha de Arturo foi publicado em 1957, a literatura italiana atravessava um momento de transição profunda. O neo-realismo dominante nos anos imediatamente a seguir à II Guerra Mundial começava a dar sinais de esgotamento. A urgência moral de testemunhar a devastação social e política do fascismo e da guerra, que animara escritores como Cesare Pavese, Elio Vittorini ou Natalia Ginzburg, parecia já não bastar para explicar a complexidade psicológica e existencial de uma Itália em reconstrução.» [Isabel Lucas, ípsilon, 13/3/2026: https://www.publico.pt/2026/03/13/culturaipsilon/noticia/infancia-perdida-mito-identidade-elsa-morante-2167456 ]
A Ilha de Arturo (tradução de Hermes Serrão) e outras obras de Elsa Morante editadas pela Relógio D’Água estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/elsa-morante/


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