«Esse texto que ele trazia consigo um animal
diante da porta da casa. Esse texto que
produzia um grito estridente
quando tocado.
Creio que estava ferido. O poeta
o que estava nele ou noutro
essa conversa seguida
homem e texto mantêm
um domínio reservado seus direitos.
Quare?
Era assim que o texto entrava em cena uma
espécie de disponibilidade instável corrupta frágil
mortal.»
[p. 16 de Antologia dos Poemas, de João Miguel Fernandes Jorge, disponível em https://relogiodagua.pt/autor/joao-miguel-fernandes-jorge/]


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