«Muitos dizem que não existes e que é melhor assim.
Mas como pode não existir o que assim pode enganar?
Quando tantos puderam viver de ti e de outro modo não puderam morrer —
Diz‐me: perante isto que quer dizer — que tu não existes?» [De «Hino a Deus», p. 13 de Poemas, versão de Paulo Quintela]
Poemas, de Bertolt Brecht, versão portuguesa de Paulo Quintela, organização da edição e posfácio de António Sousa Ribeiro, está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/poemas-pre-venda/


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