«Na cozinha, ele serviu‐se de mais uma bebida e olhou para a mobília de quarto de cama que estava no pátio da frente. O colchão estava a descoberto e os lençóis às riscas estavam em cima da cómoda, ao lado de duas almofadas. Fora isso, as coisas estavam quase como tinham estado no quarto de cama — mesinha‐de‐cabeceira e candeeiro de leitura, do lado dele da cama; mesinha‐de‐cabeceira e candeeiro de leitura, do lado dela.
O lado dele; o lado dela.
Ele ficou a pensar nisso, enquanto bebia o uísque.» [p. 11, de «Porque é que não dançam?», trad. Carlos Santos, in De Que Falamos quando Falamos de Amor]
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