Neste breve ensaio, Stefan Zweig revela uma visão particularmente lúcida sobre a propensão para a uniformização das sociedades.
Aborda um conjunto de processos que tendem a esbater as diferenças nacionais e regionais na dança, no vestuário, na literatura, na vida.
A sua tese é que tudo o que exige o mínimo de esforço físico e intelectual e acolhe a indiferença moral acaba por se tornar popular.
A sociedade digital acelerou esses processos, e quem hoje escolhe a independência e a originalidade parece ridículo aos olhos daqueles que os novos algoritmos transformam em partículas arrastadas por uma força que os ultrapassa.
Um Mundo cada vez mais Monótono (tradução de Manuel Dias) e outras obras de Stefan Zweig estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/stefan-zweig/


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