10.5.23

Sobre Laranjeira-Amarga, de Jokha Alharthi

 



«Nascida em Omã, em 1978, Jokha Alharthi é uma das mais internacionais escritoras árabes da atualidade. Ter vencido o Man Booker International Prize, em 2019, com a tradução inglesa de Corpos Celestes (lançado inicialmente em 2010), foi decisivo para o reconhecimento de uma romancista que questiona o lugar da mulher na sociedade, com enredos que cruzam várias gerações. O interesse pela sua obra tem permitido novas traduções, incluindo a deste Laranjeira-Amarga, seu terceiro romance (de 2016), publicado depois de Corpos Celestes. O retrato dos sonhos das mulheres árabes é feito, neste caso, através das vidas de uma avó e de uma neta. Esta, a estudar no Reino Unido e ao confrontar-se com uma realidade tão diferente, recorda os desafios que a sua ascendente também teve de atravessar na Península Arábica. Entre passado e presente, a mesma luta: a conquista da liberdade.» [Luís Ricardo Duarte, Visão, 9/5/23: https://visao.sapo.pt/visaose7e/livros-e-discos/2023-05-09-16-livros-novos-das-historias-de-vida-reais-aos-enredos-ficcionados/]


Laranjeira-Amarga (trad. Marta Mendonça) e Corpos Celestes (trad. Inês Dias) estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/jokha-alharthi/

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