«Chegou agora a vez de a Relógio D’Água publicar em Portugal a sua “edição não censurada” de “O Retrato de Dorian Gray”. Prefaciada circunstanciadamente por Paulo Faria, esta edição retoma a tradução feita por Margarida Vale de Gato há mais de vinte anos (a partir do texto de 1891) e que consta também no catálogo daquela editora. Tal tradução foi agora duplamente revista. Por Paulo Faria, primeiro para a fazer corresponder ao texto inglês estabelecido por Nicholas Frankel; e pela tradutora depois. A edição conjunta dos dois textos, num único volume, terá sido descartada porque “encareceria” o livro, diz o editor Francisco Vale, sublinhando que, assim, “os leitores podem optar ou por uma versão ou por outra” e, em caso de dúvida, “podem ler as duas”. É o que sugere Paulo Faria: “Não é preciso escolher, não somos obrigados a fazê-lo. São dois objectos literários diferentes, dois momentos da criação de Oscar Wilde, e acho isso fascinante.”»
[Mário Santos, «Os retratos de Dorian Gray», «Ípsilon», 2021/02/12: https://www.publico.pt/2021/02/10/culturaipsilon/noticia/sera-conheciamos-dorian-gray-1949899]
«O Retrato de Dorian Gray — Edição não Censurada» e outras obras de Oscar Wilde estão disponíveis em: https://relogiodagua.pt/autor/oscar-wilde/



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