9.1.20

Sobre Histórias de Vampiros




O Vampiro foi escrito por John Polidori em 1816, em «duas ou três manhãs ociosas». A obra só seria publicada em Abril de 1919, erradamente sob o nome de Byron, no New Monthly Magazine. Polidori recebeu apenas trinta libras por uma das histórias de horror mais fascinantes de todos os tempos. O Vampiro foi a primeira tentativa conseguida de aglutinar os elementos até então dispersos de vampirismo num género literário específico. Para isso Polidori conjugou o realismo clínico próprio da sua formação com elementos fantásticos a que desde muito novo se mostrou sensível. Polidori foi, por um curto período, médico e amigo de Byron, com quem rompeu de modo tempestuoso. Fragmento de Uma História fazia originalmente parte de uma história que Byron contou em 1816 como contributo para uma sessão de narrativas de fantasmas. Na versão publicada o autor retirou parte dos aspectos «vampirescos» da narrativa original. Não Acordes os Mortos, conto atribuído a Johann Ludwig Tieck, surgiu pela primeira vez em língua inglesa numa antologia de três volumes intitulada Contos e Romances Populares dos Países Nórdicos (1823). Drácula, de Bram Stoker, publicada em 1897, é a mais famosa de todas as histórias de vampiros, devido à atmosfera de pesadelo do sinistro castelo do Conde Drácula na Transilvânia, às deambulações dos mortos vivos e a uma tensão que gela o sangue. Drácula narra a luta de um grupo de homens e uma mulher para destruir o vampiro, cujos caixões são descobertos por Jonathan Harker numa capela em ruínas. Exercendo sobre as mulheres uma irresistível atracção, Drácula possui uma enorme ambição de poder.

Histórias de Vampiros, de John Polidori, Lord Byron, Johann Ludwig Tieck, Bram Stoker, foi publicado pela Relógio D’Água em 2008 e está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/historias-de-vampiros/

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