25.1.19

Sobre Arte e Infinitude, de Bernardo Pinto de Almeida




«As notícias da morte da arte são um manifesto exagero, mas não há como negar que o paradigma do artista sofreu uma verdadeira revolução nas últimas décadas. Esta é uma das teses defendidas por Bernardo Pinto de Almeida no seu ensaio “Arte e Infinitude” (Relógio d’Água), em que sustenta que o contemporâneo recorre tanto ao tecnológico como ao arcaico.» [Sérgio Almeida, JN, 21/1/2019]

O livro pode ser adquirido aqui.

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