14.4.15

Expresso escolhe os 50 melhores livros de sempre





Seis jornalistas do Expresso escolhem aqueles que, em sua opinião, são os 50 melhores livros de sempre numa edição que reúne também as escolhas sobre filmes, discos, obras de arte e séries de TV.
Nos «Livros que toda a gente deve ler», e referindo apenas títulos publicados na Relógio D’Água, Clara Ferreira Alves selecciona Macbeth, de William Shakespeare, Madame Bovary, de Gustave Flaubert, e O Monte dos Vendavais, de Emily Brontë.
Pedro Mexia destaca O Ofício de Viver, de Cesare Pavese, e escolhe também Retrato de Uma Senhora, de Henry James, e Antologia Poética, de Federico García Lorca.
Henrique Monteiro destaca Ensaios, de Montaigne, e selecciona ainda Crime e Castigo, de Fiódor Dostoievski, e O Vermelho e o Negro, de Stendhal.
Ana Cristina Leonardo destaca Debaixo do Vulcão, de Malcolm Lowry, e escolhe Ulisses, de James Joyce.
Luísa Mellid-Franco selecciona As Ondas, de Virginia Woolf, e Em Busca do Tempo Perdido, de Marcel Proust.
José Mário Silva escolhe Moby Dick, de Herman Melville.
Com 14 obras escolhidas, a Relógio D’Água é a editora que contribui com maior número de títulos para esta selecção do Expresso. Mas há ainda outras obras de que publicámos traduções (ou, no caso de Memórias Póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, edições), que não são certamente inferiores às escolhidas; é o caso de Guerra e Paz, de Lev Tolstoi (tradução de António Pescada), de Coração de Trevas, de Joseph Conrad (trad. de Margarida Periquito), Lolita, de Vladimir Nabokov (trad. de Margarida Vale de Gato), O Grande Gatsby, de F. Scott Fitzgerald (trad. de Ana Luísa Faria), Terra sem Vida, de T. S. Eliot (trad. de Gualter Cunha), e Dom Quixote, de Miguel de Cervantes (trad. de José Bento).

Se adicionarmos estes títulos, temos que 21 dos 50 livros escolhidos pelo Expresso fazem parte do catálogo da Relógio D’Água, o que só abona a favor do gosto dos referidos críticos.

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