17.2.14

Sobre Amok, de Stefan Zweig



 


«(…) em Amok, Zweig recua às suas viagens orientais para compor uma narrativa de arrepiante revelação dos mais obscuros panoramas interiores da alma humana (…).
No entanto, e como diz aquele que é, decerto, o biógrafo de referência de Zweig, Alberto Dines: “Ao contrário de outros que buscaram a espiritualidade nos antípodas, Zweig trouxe na bagagem oriental a paixão doente, o sofrimento delirante, a corrida desvairada, tudo embutido numa exótica palavra malaia – amoq.”» [Hugo Pinto Santos, ípsilon, 14-2-2014]

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