«Muitas
vozes, muitas modulações, muitos narradores lutando por imporem ao mundo as
suas próprias interpretações; uma obra como uma ópera, mais bem apreciada se
lida e relida, em voz alta se possível, com consciência da “jocosseriedade”
subjacente em cada passagem.» [Joyce Carol Oates sobre Ulisses, de James
Joyce]



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