31.3.26

Sobre Jane Eyre, de Charlotte Brontë

 Jane Eyre, criança órfã, cresceu em casa da tia, onde a solidão e a crueldade imperavam, e ainda numa escola de caridade com um regime severo. Esta infância fortaleceu, no entanto, o seu espírito de independência, que se revela crucial quando ocupa o lugar de preceptora em Thornfield Hall. Porém, quando se apaixona por Mr. Rochester, o seu patrão, um homem de grande ironia e cinismo, a descoberta de um dos seus segredos força-a a uma opção. Deverá ficar com ele e viver com as consequências disso, ou seguir as suas convicções, mesmo que para tal tenha de abandonar o homem que ama?

Publicado em 1847, Jane Eyre chocou inúmeros leitores com a sua apaixonada e intensa descrição da busca de uma mulher pela igualdade e a liberdade.


«A obra-prima de um grande génio.» [William Makepeace Thackeray]


Jane Eyre (trad. Mécia e João Gaspar Simões) e uma selecção de poemas de Charlotte Brontë (trad. Ana Maria Chaves) estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/charlotte-bronte/

30.3.26

Sobre A Fórmula Preferida do Professor, de Yoko Ogawa

 A Fórmula Preferida do Professor, de Yoko Ogawa, é uma história sobre o significado de viver o presente e sobre as equações que podem criar uma família.


Ele é um brilhante professor de matemática com um problema peculiar: desde que sofreu uma lesão cerebral, vive com apenas oitenta minutos de memória de curto prazo. Ela é uma jovem empregada doméstica, perspicaz, com um filho de dez anos, contratada para cuidar dele.

Todas as manhãs, quando o professor e a empregada se conhecem novamente, uma relação estranha e bela floresce. Embora ele não consiga reter memórias por muito tempo (o seu cérebro é como uma gravação que começa a apagar-se a cada oitenta minutos), a sua mente continua viva com elegantes equações do passado; e os números, com a sua ordem articulada, revelam um mundo poético e acolhedor à empregada como ao seu filho.


«Altamente original. Infinitamente encantador. Profundamente comovente.» [Paul Auster]


«Um daqueles livros escritos com uma linguagem tão límpida e despretensiosa que lê-lo é como olhar para um lago profundo de águas transparentes. Mas mesmo nas águas mais claras podem esconder-se correntes que só se revelam quando nelas mergulhamos. E mergulhar no mundo de Yoko Ogawa é deixarmo-nos levar por forças que se sentem mais do que se veem.» [The New York Times Book Review]


«A Fórmula Preferida do Professor é estranhamente encantador, salpicado de humor e mistério que nos mantêm envolvidos do princípio ao fim.» [Ron Charles, The Washington Post]


A Fórmula Preferida do Professor (tradução de Miguel Serras Pereira) e A Polícia da Memória (tradução de Inês Dias) estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/yoko-ogawa/

29.3.26

Sobre Livro da Doença, de Djaimilia Pereira de Almeida

 “No momento em que morreu, Joaquim escrevia um livro que nunca me mostrou. Meu pai, meu estranho. Ouvi falar da sua obra inacabada desde criança. Onde guardar a dança da mão direita do escritor, enquanto projectou o romance, toda a vida adulta, o pontilhado de gestos abortados, os rascunhos fantasma, tentativas, planos, ou seriam sonhos, a energia despendida, o fogo de que irradiavam ideias que jamais viram a luz? O que restou foi o vazio. Mas talvez o vazio seja um lugar — uma cidade — repleto de avenidas.”


Livro composto de vários livros, finais e andamentos, Livro da Doença tem na sombra um livro inacabado e nunca lido por Djaimilia Pereira de Almeida, à volta do qual se constitui uma elegia pelas várias mortes e nascimentos da imaginação. O livro foi distinguido com o Prémio Literário Fernando Namora 2025.


Livro da Doença e outras obras de Djaimilia Pereira de Almeida estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/djaimilia-pereira-de-almeida/

28.3.26

Sobre As Ondas, de Virginia Woolf

 As Ondas é considerado o mais radical romance de Virginia Woolf — um desses raros escritores que nasceu no «instante em que uma estrela se pôs a pensar».

Marguerite Yourcenar, sua tradutora francesa, descreveu-o assim:

«As Ondas é um livro com seis personagens, ou melhor, seis instrumentos musicais, pois consiste unicamente em monólogos interiores, cujas curvas se sucedem e entrecruzam com uma segurança que lembra a Arte da Fuga de Bach. Nesta narrativa musical, os breves pensamentos de infância, as rápidas reflexões sobre os momentos de juventude e de confiante camaradagem desempenham o mesmo papel dos allegri nas sinfonias de Mozart, abrindo espaço para os lentos andantes dos imensos solilóquios sobre a experiência, a solidão e a maturidade.

Tanto como uma meditação sobre a vida, As Ondas é um ensaio sobre a solidão. Trata-se de seis crianças, três raparigas, Rhoda, Jinny e Susan; e de três rapazes, Louis, Neville e Bernard, que vemos crescer, diferenciarem-se e envelhecer. Uma sétima criança, que nunca toma a palavra e que só conhecemos através das outras, é o centro do livro, ou melhor, o seu coração.»


As Ondas (tradução de Francisco Vale) e outras obras de Virginia Woolf estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/virginia-woolf/

Sobre Julia, de Sandra Newman

 Uma recriação imaginativa de 1984, de George Orwell, do ponto de vista de Julia, amante de Winston Smith.


Julia leva-nos numa jornada surpreendente pelo universo distópico de Orwell, com reviravoltas que revelam lados inesperados não apenas de Julia, mas de outras figuras familiares no universo de 1984. Uma perspetiva única, que expõe o nosso próprio mundo de maneiras assustadoras, tal como o romance original fez em 1949.


«Newman não apenas se mostra uma digna sucessora de Orwell, como o supera, tanto em conhecimento da natureza humana quanto no desenvolvimento de personagens.» [Los Angeles Times]


«Julia ilumina os pontos cegos de Orwell e atualiza a sua obra.» [The Economist]


«Uma reflexão fascinante sobre o totalitarismo sob o prisma da época de Orwell e da nossa própria época.» [The Guardian]


«Um trabalho formidável, partir de um clássico e refazê-lo de uma nova perspetiva.» [The Telegraph]


«Newman faz muito mais do que atualizar 1984, fá-lo parecer novamente uma leitura essencial.» [The Sunday Times]


Julia, de Sandra Newman (tradução de Marta Mendonça), está disponível em https://www.relogiodagua.pt/produto/julia/


Mil Novecentos e Oitenta e Quatro e outras obras de George Orwell editadas pela Relógio D’Água estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/george-orwell/

27.3.26

Minissérie O Conde de Monte Cristo

 Minissérie O Conde de Monte Cristo a partir de hoje na 2 


Mais informação em https://www.seriesdatv.pt/noticias/estreias/2026/03/o-conde-de-monte-cristo-minisserie-com-sam-claflin-estreia-na-rtp2/


Para Umberto Eco, e muitos outros leitores e críticos, O Conde de Monte Cristo «é um dos mais apaixonantes romances alguma vez escritos».

O livro é a história de Edmond Dantès, jovem capitão da marinha mercante, que uma infame conjura lança nas masmorras do Castelo de If e a quem a descoberta de um tesouro permitirá alcançar a riqueza e fazer justiça.

É uma narrativa sobre o poder e o dinheiro que nos leva de Marselha à ilha de Monte Cristo, depois a Roma e a Paris, nos anos 1830, onde reinam os banqueiros e homens de negócios.

É também a história de uma vingança implacável, nascida das ruínas de um amor destruído, a vida de uma personagem generosa e irresistível, que conquista a atenção do público há mais de século e meio.


O Conde de Monte Cristo (trad. Alexandra Maria Matos de Amaral Maria Ribeiro, Rute Mota) e Os Três Mosqueteiros (trad. José Cláudio e Júlia Ferreira), de Alexandre Dumas, estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/alexandre-dumas/

26.3.26

De Folhas de Erva, de Walt Whitman

 «CANTO AQUELE QUE EXISTE EM SI MESMO


Canto aquele que existe em si mesmo, uma pessoa simples e independente,

Pronuncio, todavia, a palavra Democrático, a palavra En-Masse.


Canto o próprio organismo da cabeça aos pés,

Nem só a fisiognomonia nem apenas o cérebro são dignos da Musa, afirmo que a Forma completa é muito mais digna,

Eu canto tanto a Mulher como o Homem.


A Vida imensa em paixão, vitalidade e força,

Com alegria, para que mais livre seja o impulso formado sob as leis divinas,

Eu canto o Homem Moderno.»

[trad. Maria de Lourdes Guimarães]


Folhas de Erva (trad. Maria de Lourdes Guimarães) está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/folhas-de-erva/

25.3.26

Sobre Tudo O Que Sobe Deve Convergir, de Flannery O'Connor

 Os nove contos de Tudo O Que Sobe Tem de Convergir confirmam Flannery O’Connor como uma das mais importantes escritoras do Sul dos EUA, a par de Eudora Welty, Carson McCullers e Katherine Anne Porter.

A história que dá nome ao livro é um drama sobre desentendimentos familiares e raciais. «Revelação» e «O Calafrio Permanente» exploram os conflitos entre figuras parentais e os seus obstinados descendentes, onde a intensidade é gerada tanto por conversas calmas, como pela violência física de gangsters e fanáticos.


«Flannery vê o compromisso com o Cristianismo não como uma comunhão confortável, mas como um estado de ansiedade permanente. E nunca cessa de nos lembrar que a interação com o Divino é necessariamente aterradora. Os processos da fé — batismo, eucaristia, revelação — não são meros conceitos abstratos ou rotinas institucionais, mas sim experiências radicais, transformadoras e permanentes. A esta luz, as tatuagens de Parker, no último conto do livro, serão a metáfora perfeita para a conversão: algo doloroso, indelével, exuberante e alternadamente ridículo ou assustador para quem observa.» [Do Posfácio]


Tudo O Que Sobe Tem de Convergir (trad. Rogério Casanova) e outras obras de Flannery O’Connor estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/flannery-oconnor/

24.3.26

Sobre A Terra no Inverno, de Andrew Miller

 Finalista Booker Prize 2025

Vencedor do Walter Scott Prize 2025

Vencedor do Winston Graham Historical Prize 2025


Dezembro de 1962: numa aldeia perdida no interior de Inglaterra, dois casais vizinhos começam o dia. O médico local, Eric Parry, inicia as suas rondas pela aldeia, enquanto a mulher grávida, Irene, vagueia pelos quartos da velha casa, a pensar na distância que cresceu entre os dois.

Numa quinta próxima vive Rita Simmons, espirituosa mas atormentada, também à espera de um bebé. Passa os dias a tentar ser mulher de um agricultor, mas a cabeça continua fixa em imagens de um passado turbulento que Bill, o marido, prefere esquecer.

Quando Rita e Irene, que vivem em lados opostos de um campo vazio, se encontram, um relógio começa a contar. Ainda há afeto em ambos os lares. Nenhum dos casamentos foi abandonado. Mas quando o frio de dezembro cede lugar às tempestades do inverno mais duro de que há memória, também as mágoas secretas guardadas nestas quatro vidas se exteriorizam.


«A escrita de Andrew Miller é uma fonte de espanto e prazer.» [Hilary Mantel]


«Um livro terno, elegante e cheio de alma. Perfeito. Soberbo.» [Samantha Harvey]


«O favorito dos leitores para vencer o Booker Prize 2025.» [Financial Times]


«Um livro mesmo especial.» [Sarah Jessica Parker, jurada do Booker Prize 2025]


«A cada novo romance, Andrew Miller revitaliza a forma e leva o leitor a lugares novos e extraordinários.» [Sarah Hall]


A Terra no Inverno, de Andrew Miller (tradução de José Miguel Silva), está disponível nas livrarias e em https://www.relogiodagua.pt/produto/a-terra-no-inverno/

Sobre Espanto, de Zeruya Shalev

À cabeceira do pai agonizante, Atara ouve as palavras confusas do homem que a criou com severidade. Ele chama-lhe Raquel, o nome da sua primeira e misteriosa esposa, e dirige-se a ela com uma vibrante declaração de amor.

Perturbada, Atara procura o rasto de Raquel e desperta nessa mulher já idosa um passado doloroso vivido na luta armada clandestina. Raquel nada esqueceu desses anos de resistência contra os ingleses antes da formação do Estado de Israel, nem o nome daquela que agora se lhe apresenta.

O encontro destas duas mulheres altera de modo inesperado a sua existência e vai ligar para sempre os seus destinos.

Mergulhando de modo magistral na alma humana, Zeruya Shalev mostra como a história coletiva de uma sociedade fraturada subverte as relações privadas. De um modo delicado e exato, interroga a parentalidade, o casal, mas também a culpabilidade e os silêncios que condicionam as nossas vidas.


Espanto, de Zeruya Shalev (tradução do hebraico de Lúcia Liba Mucznik), está disponível em https://www.relogiodagua.pt/produto/espanto/ 

Sobre Os Meus Amigos, de Hisham Matar

 Nomeado para o Booker Prize, finalista do National Book Award e vencedor do Prémio Orwell na categoria de Ficção Política, este é o novo romance do autor de O Regresso.


Certa noite, era ainda um jovem a crescer em Bengasi. Khaled ouve uma história lida em voz alta na rádio, sobre um homem devorado por um gato. Fascinado pelo poder dessas palavras — e pelo seu enigmático autor, Hosam Zowa —, Khaled embarca numa jornada que o levará para longe de casa, para estudar na Universidade de Edimburgo.

Imerso numa sociedade aberta e muito distante do mundo que conhecia na Líbia, Khaled participa num protesto contra o regime de Khadafi em Londres, mas vê-o transformar-se numa tragédia. Ferido, a lutar pela vida, não pode deixar o Reino Unido nem regressar ao seu país natal. Até o facto de contar aos pais o que aconteceu, através de linhas telefónicas sob escuta, poderia pô-los em perigo.

Um encontro inesperado num hotel coloca Khaled cara a cara com Hosam Zowa, o autor daquela fatídica história, e leva-o a viver a amizade mais profunda da sua vida. É uma amizade que não só o ampara como o obriga, à medida que a Primavera Árabe emerge, a enfrentar as tensões entre a revolução e a segurança, entre a família e o exílio, e a definir a sua identidade.


«Uma meditação literária magistral sobre os temas que o autor explorou ao longo da vida.» [The New York Times]


«Um romance brilhante sobre inocência e experiência. Sobre amizade, família e exílio. Deixa claro, uma vez mais, que Hisham Matar é um romancista de supremo talento.» [Colm Tóibín]


«Sábio, urgente e profundo.» [Claire Messud]


Os Meus Amigos, de Hisham Matar (tradução de Maria Beatriz Sequeira), está disponível em https://www.relogiodagua.pt/produto/os-meus-amigos/

Sobre O Amigo Comum, de Charles Dickens

 O último romance de Charles Dickens, O Amigo Comum, é uma das mais perspicazes análises da sociedade vitoriana.

O enredo centra-se em John Harmon, que, depois de regressar a Inglaterra para reclamar a sua herança, se teria afogado no rio Tamisa. Esta situação vem a revelar-se favorável, pois dá-lhe tempo para conhecer Bella Wilfer, a jovem com quem terá de casar para assegurar a sua herança.

A história está repleta de personagens e situações surpreendentes — os aristocratas e novos-ricos reunidos em casa de Veneering, as vorazes e ambiciosas tramas de Silas Wegg, e Betty Higden e o seu pavor pelo asilo.


«O facto de Dickens ser sempre visto como um caricaturista, embora estivesse constantemente a tentar ser outra coisa, é talvez o sinal mais seguro do seu génio.» [George Orwell]


O Amigo Comum (tradução, introdução e notas de Maria de Lourdes Guimarães) e outras obras de Charles Dickens em https://www.relogiodagua.pt/autor/charles-dickens/

Sobre Peter Pan, de J. M. Barrie

 Na perseguição da sua sombra perdida, Peter Pan entra de rompante no quarto de três crianças, Wendy, Michael e John. Após muita atrapalhação, Wendy consegue finalmente devolver a Peter a sua sombra frenética e, em troca, ele propõe aos três irmãos que o acompanhem até à sua casa, num lugar a que chama Terra do Nunca.

Um mundo de fantasia, voo e diversão, a Terra do Nunca traz espanto constante a Wendy e aos seus irmãos. Mas, a par da magnificência que a Terra do Nunca oferece, espreita o malvado capitão Gancho…


Peter Pan, de J. M. Barrie, com ilustrações de Alice B. Woodward (tradução de Ana Luísa Faria), está disponível nas livrarias e em https://www.relogiodagua.pt/produto/peter-pan-com-ilustracoes-a-cores/

Sobre Os Amigos, de Gonçalo M. Tavares e Rachel Caiano

 O senhor Valéry é um senhor que pensa muito.

Pensa tanto que chega aos limites do absurdo.

Esta história serve para trabalhar a imaginação de crianças de todas as idades.

O senhor Valéry é pequenino. A história Os Amigos descreve o modo como ele resolve este complicado problema.


Os Amigos, de Gonçalo M. Tavares, com ilustrações de Rachel Caiano, e outras obras de Gonçalo M. Tavares estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/goncalo-m-tavares/

23.3.26

Sobre Conversas entre Amigos, de Sally Rooney

 Frances é uma jovem calma e perspicaz que procura sem grande convicção uma carreira na escrita enquanto estuda em Dublin. A sua melhor amiga é a bela e imperturbável Bobbi. Durante um recital de poesia local conhecem Melissa, uma fotógrafa famosa, e, à medida que são gradualmente atraídas para o seu mundo, Frances sente-se, com relutância, impressionada pela sua casa sofisticada e por Nick, o seu marido.

Mas, por mais divertida que pareça inicialmente a relação entre Frances e Nick, a cumplicidade entre eles começa a dar lugar a uma intimidade estranha, e depois dolorosa.

Repleto de humor subtil, Conversas entre Amigos capta os prazeres e riscos da juventude, assim como as fronteiras indefinidas da amizade feminina.


«Li este livro num só dia, e sei que não fui a única.» [Sarah Jessica Parker]


«Inteligente, divertido e provocador… um excelente retrato de duas jovens a tentarem descobrir como ser adultas.» [Celeste Ng]


«Uma escritora de ousadia rara, com um estilo lúcido e preciso. […] O talento de Rooney está na sua capacidade de traçar retratos psicológicos. É muito perspicaz e sofisticada quando explora os mecanismos da inocência.» [The New Yorker]


Conversas entre Amigos (tradução de Manuel Alberto Vieira) e outras obras de Sally Rooney estão disponíveis em https://www.relogiodagua.pt/autor/sally-rooney/

Sobre Kudos, de Rachel Cusk

 Uma mulher num avião escuta o desconhecido sentado a seu lado que lhe revela a história da sua vida: o seu emprego, o casamento e a angustiante noite que acabara de passar a enterrar o cão da família. 

Esta mulher é Faye, que está a caminho da Europa para promover o seu livro, acabado de publicar. Assim que aterra, as conversas que tem com as pessoas que conhece — sobre arte, família, política, amor, tristeza e alegria, justiça e injustiça — suscitam as perguntas mais abrangentes que o ser humano pode fazer. Estas conversas, sendo a última com o seu filho, levam Faye a uma conclusão bela mas dramática. 

Kudos completa de uma forma exuberante a trilogia de Rachel Cusk, iniciada com A Contraluz e Trânsito.


«No seu esforço de expor as ilusões da ficção e da vida, Cusk poderá ter descoberto a forma mais genuína de escrever hoje um romance.» [The Atlantic]


«Rachel Cusk é comparável a escritores como J. M. Coetzee e Philip Roth.» [The New York Times]


«Kudos atinge uma espécie de perfeição formal.» [Sally Rooney]


Kudos (trad. Ana Falcão Bastos) e outras obras de Rachel Cusk estão disponíveis em https://relogiodagua.pt/autor/rachel-cusk/

Sobre Fahrenheit 451, de Ray Bradbury e Tim Hamilton

 «Na versão definitiva do romance, que é a aqui ilustrada, tornei a chamar ao palco todas as minhas personagens e a passá-las pela máquina de escrever, deixando que os meus dedos contassem as histórias e trouxessem à luz os fantasmas de outros contos e de outros tempos.» [Ray Bradbury]


Fahrenheit 451 — A Adaptação Autorizada (romance gráfico), de Ray Bradbury e Tim Hamilton, com introdução de Ray Bradbury (tradução de Miguel Serras Pereira) está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/fahrenheit-451-romance-grafico/

Sobre Tarzan dos Macacos, de Edgar Rice Burroughs

 Publicado em 1914, Tarzan dos Macacos conta a vida de John Clayton, que fica órfão depois de os seus pais serem abandonados na costa africana e mortos por uma tribo de macacos. Uma fêmea da tribo cria-o como se fosse um filho, e fica conhecido, entre os povos da região, como Tarzan, que significa «pele branca» na sua língua.

À medida que cresce, Tarzan aprende a comunicar com os animais e torna-se um lutador habilidoso. Mais tarde encontra outros humanos, incluindo Jane Porter, uma mulher americana que faz parte de uma expedição científica. Tarzan apaixona-se por Jane, mas o relacionamento complica-se devido às diferentes educações e expectativas sociais.

Tarzan descobre a sua verdadeira identidade como filho de um nobre inglês e decide voltar à civilização. No entanto, constata que é difícil adaptar-se à sociedade humana.

Tarzan dos Macacos é uma história de aventura que explora temas de identidade, pertença e o contraste entre a civilização e a natureza.


«Edgar Rice Burroughs é, provavelmente, o escritor mais influente em toda a história do mundo.» [Ray Bradbury]


«Burroughs tem um dom que muito poucos escritores, de qualquer género, possuem: o de conseguir descrever a ação com vividez.» [Gore Vidal]


Tarzan dos Macacos, de Edgar Rice Burroughs (tradução de Raul Correia), está disponível em https://www.relogiodagua.pt/produto/tarzan-dos-macacos/