22.11.19

Lançamento do livro «O Abismo de Fogo — O Grande Terramoto de Lisboa ou Apocalipse na Idade da Ciência e a Razão», de Mark Molesky




Lançamento do livro «O Abismo de Fogo — O Grande Terramoto de Lisboa ou Apocalipse na Idade da Ciência e a Razão», de Mark Molesky, no próximo dia 28 de Novembro, pelas 18:30, no Auditório ANF do Museu da Farmácia, em Lisboa.
A apresentação será feita pelo historiador António Araújo e contará com a presença do autor.

Sobre Drácula, de Bram Stoker




A mais famosa história de vampiros foi publicada pela primeira vez em 1897 e, desde então, nunca mais deixou de assombrar gerações de leitores rendidas aos diabólicos encantos do conde Drácula, uma das personagens mais inesgotáveis do imaginário literário e cinematográfico.
A atmosfera que rodeia o castelo desta figura misteriosa na Transilvânia transtorna o jovem advogado Jonathan Harker, que chega àquela região dos Cárpatos para dar apoio numa transação relativa à aquisição de uma casa em Londres, para onde o conde pretende mudar-se. Depressa testemunha estranhos acontecimentos que o levam a suspeitar que o conde não é humano e a temer pela própria vida.
São também intrigantes os preparativos do conde para a mudança, que envolvem o transporte de várias caixas cheias de terra da sua região natal.
Pouco depois, em Inglaterra, Lucy Westenra, amiga da noiva de Jonathan Harker, é acometida por uma estranha doença que parece deixá-la exangue.
Sentindo-se incapaz de a tratar sozinho, o médico chama o doutor Van Helsing, seu antigo professor. É este holandês que vai descobrir a causa da doença de Lucy e liderar o pequeno grupo de amigos que irá perseguir Drácula e tentar travar os seus planos.

Drácula, de Bram Stoker (trad. Ana Falcão Bastos e Cláudia Brito), está disponível em https://relogiodagua.pt/produto/dracula/

Sobre A Morte de Virgílio, de Hermann Broch




A Morte de Virgílio é um dos maiores romances do século xx, uma vasta meditação lírica que exprime inquietação sobre a morte, o sentido da vida e a possibilidade de conhecer o mundo.
Construído com um monólogo interior em que se entrecruzam tempos e espaços, o livro tem um estilo em ruptura com as normas narrativas tradicionais. 
Foi a própria morte do poeta Virgílio que serviu de ponto de partida à elaboração desta obra de concepção sinfónica. Virgílio morreu aos 51 anos, em Brindisi, a 21 de Setembro do ano 19 a. C., no regresso de uma viagem à Grécia, onde contraíra malária. Desiludido com o seu tempo, quis, no decurso dos seus últimos dias, destruir o manuscrito da Eneida.
O livro começa com a chegada da frota romana ao porto de Brindisi, levando consigo o poeta já moribundo, enquanto em terra se preparam os festejos que hão-de acolher o imperador.

«A Morte de Virgílio, uma das obras maiores do nosso tempo, tenta vitalizar a linguagem através da lógica contrapontística e das simultaneidades dinâmicas da música. Mais radicalmente do que Joyce, Broch subverte a organização temporal e a progressão linear sobre as quais a ficção em prosa habitualmente se constrói. O seu estilo tem um sortilégio inquietante. (…) A escrita contemporânea ainda mal começou a explorar as sugestões de Broch.» [George Steiner, em Literatura e Pós-História]

De Hermann Broch a Relógio D’Água editou também Os Sonâmbulos. Os livros estão disponíveis aqui: https://relogiodagua.pt/autor/hermann-broch/

21.11.19

Alexandre Andrade no Congresso Internacional Recriar a Idade Média na cultura popular






Amanhã, 22 de Novembro, às 18:20, Alexandre Andrade, autor de Descrição Guerreira e Amorosa da Cidade de Lisboa, participa com Ana Rita Gonçalves Soares, Maria de Fátima Marinho e Rita Veiga na mesa-redonda “Reconstruir a Idade Média: escrever, investigar e editar no meio (entre História e ficção)”.
O congresso, organizado por Ana Rita Gonçalves Soares, Diogo Cardoso Gomes e Paulo Dias, decorre no Colégio Almada Negreiros, na NOVA FCSH, em Lisboa.

Sobre Bucareste-Budapeste: Budapeste-Bucareste, de Gonçalo M. Tavares




Disponível em www.relogiodagua.pt e a chegar às livrarias: Bucareste-Budapeste: Budapeste-Bucareste, de Gonçalo M. Tavares

Um homem que vai ao outro lado da fronteira buscar a sua mãe morta, e dois homens que levam a cabeça de uma estátua: em Bucareste-Budapeste.
As imagens que um Vampiro devora em Belgrado e uma mulher que quer limpar, de uma ponta à outra, as pessoas imundas de Berlim.

Este livro reúne três ficções de Gonçalo M. Tavares: «Bucapeste‑Budareste: Budapeste-Bucareste»; «A Fotografia — História do Vampiro de Belgrado» e «Episódios da Vida de Martha, Berlim».

Lançamento de «Ingmar Bergman — O Caminho contra o Vento», de Cristina Carvalho





Lançamento de «Ingmar Bergman — O Caminho contra o Vento», de Cristina Carvalho, amanhã, 22 de Novembro, às 18:30, na livraria Linha de Sombra, na Cinemateca Portuguesa.

20.11.19

Sobre O Abismo de Fogo, de Mark Molesky




Disponível em www.relogiodagua.pt e a chegar às livrarias: O Abismo de Fogo — O Grande Terramoto de Lisboa ou Apocalipse na Idade da Ciência e da Razão, de Mark Molesky (trad. Maria Luísa Jacquinet)

No Dia de Todos os Santos, em 1755, um sismo abalou a terra, desde o fundo do oceano Atlântico até às costas ibérica e africana. No caminho estava Lisboa, então uma das cidades mais ricas do mundo e capital de um vasto império. Em minutos, parte da cidade transformou-se em ruínas.
Mas isto foi apenas o começo. Meia hora depois, um maremoto originado pelo terramoto atingiu o litoral português, provocando uma enchente no rio Tejo, arrastando milhares de pessoas para o mar. No final do dia, ondas gigantes haviam feito vítimas em quatro continentes.
Completando a destruição, uma tempestade de fogo engoliu quase tudo o que restava da cidade, atingindo os sobreviventes com temperaturas que excederam os 1000 ºC. As chamas prolongaram-se por várias semanas.
Tendo por base novas fontes, as últimas descobertas científicas e um profundo conhecimento da História da Europa, Mark Molesky dá-nos um relato do Grande Desastre de Lisboa e do seu impacto no Ocidente, em que se inclui a descrição do primeiro movimento de ajuda humanitária mundial, do aparecimento de uma ditadura em Portugal (que, apesar de tudo, serviu para modernizar o país) e do efeito da catástrofe no Iluminismo europeu.
Muito mais do que uma crónica sobre destruição, O Abismo de Fogo é um emocionante drama humano onde surgem personagens inesquecíveis, como o marquês de Pombal, que encontra no caos o caminho para o poder, ou Gabriel Malagrida, o carismático jesuíta que acabou por ser morto devido à sua interpretação do terramoto como castigo divino.

«As batalhas perenes da humanidade entre a fé e a razão sempre foram postas à prova nos momentos de calamidade. O terramoto de 1755 foi o primeiro e mais dramático desses momentos na era moderna, e aguardava pacientemente o seu historiador. Tem finalmente, em Mark Molesky, o seu brilhante analista.» [Simon Schama]