7.3.19

Normal People, de Sally Rooney, na longlist do Women’s Prize for Fiction 2019




Normal People, da escritora irlandesa Sally Rooney, é um dos dezasseis títulos na longlist do Women’s Prize for Fiction 2019. O livro será publicado em Portugal no primeiro semestre deste ano pela Relógio D’Água, com o título Pessoas Normais, com tradução de Ana Falcão Bastos.
As outras obras da longlist são The Silence of the Girls, de Pat Barker, Remembered, de Yvonne Battle-Felton; My Sister, the Serial Killer, de Oyinkan Braithwaite; The Pisces, de Melissa Broder; Milkman, de Anna Burns; Freshwater, de Akwaeke Emezi; Ordinary People, de Diana Evans, Swan Song, de Kelleigh Greenberg-Jephcott; An American Marriage, de Tayari Jones; Number One Chinese Restaurant, de Lilian Li; Bottled Goods, de Sophie van Llewyn; Lost Children Archive de Valeria Luiselli; Praise Songs for the Butterflies, de Bernice L. McFadden, Circe, de Madeline Miller; e Ghost Wall, de Sarah Moss.
A shortlist será divulgada no dia 29 de Abril e a obra vencedora será anunciada dia 5 de Junho. Em 2018, o prémio foi atribuído a Kamila Shamsie, por Conflito Interno, publicado em Portugal pela Relógio D’Água.

Sobre Hélia Correia




No ciclo de conferências 100 anos de Prosa, que decorre entre 14 de Janeiro e 19 de Março, na Academia das Ciências de Lisboa, estarão em discussão vários escritores portugueses.
No próximo dia 12 de Março, às 17:00, Sandra Sousa falará sobre “Da tradição à reinvenção: representações do feminino na obra de Hélia Correia”.

Sobre Flush, de Virginia Woolf




Flush é a biografia de um spaniel, mais concretamente do cão da poetisa inglesa Elizabeth Barrett Browning, autora de Sonetos Portugueses.
Como escreve Fernando Guimarães no prefácio, a narrativa faz-se a partir de «vários pontos de vista que podem ser tanto os de Flush como os do narrador ou de outros personagens».
Mas como é um cão o protagonista, muitas descrições das casas burguesas, dos jardins e dos bairros pobres da Inglaterra do século xix são-nos dadas de um modo mais olfactivo do que visual.
Para Flush «o amor é sobretudo odor; a forma e a cor, odores; a música, a arquitectura, a lei, a política e a ciência são odores. Para ele a própria religião era um odor».

6.3.19

Sobre Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada, de Pablo Neruda




«Os “Vinte Poemas” são um livro doloroso e bucólico que contém as minhas paixões adolescentes mais atormentadas, misturadas com a natureza avassaladora do Sul da minha pátria. É um livro de amor porque, apesar da sua profunda melancolia, nele está presente o prazer da existência.» [Pablo Neruda]

Sobre Romeu e Julieta, de William Shakespeare




«Romeu e Julieta é talvez, a par de Hamlet, a peça mais conhecida e popular da dramaturgia shakespeariana, porventura, uma das obras mais emblemáticas da literatura mundial, pela dimensão universal que a história trágica de amores contrariados alcançou ao longo dos tempos. Não é uma história original, nos seus contornos temáticos, no recorte das personagens principais, no travejamento das suas linhas de acção, no desfecho fatal que um destino cego impõe a quem se enreda nas suas malhas. Tem origem na densa simplicidade dos mitos, perdendo-se na profundidade do que no ser humano se sente e reconhece como amor, na fronteira inevitável e trágica da morte, na ilusão de invencibilidade da paixão, contra ódios e reversos da sorte. Romeu e Julieta já não são apenas os nomes dos protagonistas da peça shakespeariana, mas identificam ícones intemporais do amor romântico, tornando-se sinónimos de jovens apaixonados, universalmente reconhecidos e glosados.» [Da Introdução de Filomena Vasconcelos]

Sobre A Chama, de Leonard Cohen




Carlos Vaz Marques falou sobre A Chama, de Leonard Cohen, no programa Livro do Dia, na TSF, de 28 de Fevereiro. O programa pode ser ouvido aqui.

Sobre Mulherzinhas, de Louisa May Alcott




Uma mãe luta pela subsistência da família durante a ausência do seu marido, em serviço na Guerra Civil, e as suas quatro filhas lutam também — enredadas entre os sonhos de infância e as realidades do aproximar da idade adulta. Para Meg, Jo, Beth e Amy, seguir o caminho certo na vida significa fazer escolhas que irão estreitar ou amplias os seus destinos.