4.1.19

Sobre "Normal People", de Sally Rooney




Normal People, de Sally Rooney, está no primeiro lugar do top de vendas do Sunday Times. A Relógio D’Água irá publicar no primeiro semestre de 2019 o mais recente livro da irlandesa Sally Rooney, que tem sido saudada como como a primeira grande romancista da Geração Milénio.
[Lauren Collins, na The New Yorker.]

3.1.19

Sobre Passagem para a Índia, de E. M. Forster




Adela Quested chegou à cidade indiana de Chandrapore para casar. Acompanhada pela Sr.ª Moore, tornam-se amigas do Dr. Aziz, que se oferece para lhes mostrar as Grutas Marabar.
Mas à medida que exploram as grutas ocorre um acidente, e Aziz é acusado e detido. Enquanto o médico aguarda julgamento, a opinião dos britânicos e dos súbditos indianos divide-se entre a sua culpa e inocência, e as tensões surgidas ameaçam transformar-se em violência.

«Um dos romancistas ingleses mais estimados do seu tempo.» [The Times]

«De uma enorme mestria.» [Anita Desai]


De E. M. Forster a Relógio D’Água publicou também Um Quarto com Vista.

Sobre O Livro por Vir, de Maurice Blanchot




«Maurice Blanchot (1907-2003) foi, na sua geração (Foucault, Bataille, Barthes, Derrida), um dos teóricos mais discretos e legíveis. Este é o livro de cabeceira: lendo os seus autores (Musil, James, Proust, Claudel, Broch) percebe-se uma ideia de literatura e de fidelidade aos seus fantasmas.» [LER, Outono 2018]

2.1.19

Sobre O Pangolim e Outros Poemas, de Marianne Moore




«Poemas estranhos, estranhamente dispostos em página, podemos sobre elefantes, búfalos, pangolins, animais poéticos com sua anatomia e biologia, poemas botânicos, vegetais, minuciosos e lúdicos, exactos e derivativos, descrições loquazes de pequenas experiências, poemas que afirmam e qualificam, poeticamente enciclopédicos, imagéticos mas não transparentes, assim são os poemas de Marianne Moore (1887-1972), a maior das poetas modernistas americanas, a par de Hilda Doolittle. Uma poesia insólita, não hermética mas difícil verso a verso, o que talvez justifique a escassez de traduções, agora ultrapassada com esta excepcional antologia.
A poesia de Moore, escreve a tradutora, Margarida Vale de Gato, emprega os mais variados recursos (…).» [Pedro Mexia, Expresso, E, 29/12/2018]

Sobre Sanditon, de Jane Austen




«Obra deixada incompleta por Jane Austen, “Sanditon” é uma novela em que reconhecemos a tão característica ironia da autora, bem como a sua extraordinária capacidade de observação das atmosferas e tipos sociais. Tudo se passa numa aldeia piscatória, a Sanditon do título, durante o processo de transformação desta numa estação balnear sofisticada. Charlotte, a protagonista, vai envolver-se nas densas tramas sentimentais que a rodeiam.» [Expresso, E, 29/12/2018]


Veja aqui outras obras de Jane Austen na Relógio D’Água.

Sobre Mrs. Osmond, de John Banville




«O retrato de Isabel Archer, aliás Mrs. Osmond, personagem de “Retrato de Uma Senhora”, é um dos mais fulgurantes da história da literatura. John Banville prolonga o trabalho de Henry James, continuando a história, aprofundando os caminhos do romance original.» [LER, Outubro 2018]

Mais sobre o livro aqui.


De John Banville a Relógio D’Água editou também Retalhos do Tempo — Um Memorial de Dublin.

Sobre Viver, de Yu Hua




«Yu Hua (ver o texto de Maria João Marques na última LER) pode bem ser lido como uma espécie de introdução à História contemporânea da China. Neste romance, acompanhamos uma personagem maravilhosa, um mundo que ferve por tudo e por nada — e uma cultura que aprende o sofrimento tal como a arte da grande resistência.» [Revista LER, Outono 2018]


Mais sobre Yu Hua na Relógio D’Água aqui.