15.9.18

Feira do Livro do Porto 2018: 15 de Setembro




Feira do Livro do Porto 2018: Livros do Dia 15 de Setembro

A Interpretação dos Sonhos, de Sigmund Freud
Crime e Castigo, de Fiódor Dostoievski
História de Quem Vai e de Quem Fica, de Elena Ferrante
Mary Poppins, de P. L. Travers



Feira do Livro do Porto 2018: Preço Especial — 15 de Setembro

As Partículas Elementares, de Michel Houellebecq
Os Demónios, de Fiódor Dostoievski
A Grande Crise e Outros Textos, de J. M. Keynes

O Principezinho, de Antoine de Saint-Exupéry (ed. cartonada)

14.9.18

António Lobo Antunes na Bibliothèque de la Pléiade





António Lobo Antunes é o segundo autor português a integrar a muito selectiva colecção da Gallimard, depois de Fernando Pessoa.
A prestigiada colecção, de obras completas, em capa dura e papel-bíblia é integrada por mais de 250 escritores clássicos, de William Shakespeare ou Jane Austen ou Tolstoi até Beckett ou Philip Roth. É conhecida pelas suas revisões cuidadas e pela sua vocação para permanecer.

António Lobo Antunes publicou 32 romances. O seu próximo livro, A Última Porta antes da Noite, sairá em Outubro. É autor de dois prefácios de livros publicados pela Relógio D’Água, Vale Abraão, de Agustina Bessa-Luís, e Balada da Praia dos Cães, de José Cardoso Pires, a quem dedicou o “prémio” pela entrada na Pléiade.

Peter Frankopan em entrevista de Isabel Lucas no Público, a propósito da edição de As Rotas da Seda





«Como chegámos aqui

É esse o núcleo do livro. Se ele tem um destinatário principal é o leitor ocidental perante um mundo em “tumulto”. Como chegámos aqui? “Um dos meus desafios foi o de ser justo com o que acontece quando pessoas, quase sempre homens, lutam pelo poder ou pelo dinheiro, ou pelo statu, e perceber como as decisões são tomadas. Explicar as motivações das pessoas é uma tarefa dos historiadores; ajuda e é a única maneira de escrever de forma objectiva”, esclarece, escolhendo como ponto de partida para esta viagem através tempo o modo como ele se manifestou no espaço. Desde a imagem idílica do Jardim do Éden, próximo dos territórios entre os rios Tigre e Eufrates, a ponte entre Oriente e Ocidente onde se estabeleceram as primeiras grandes cidades do mundo há cerca de cinco mil anos. Ali estavam Harapa e Mohenjo-Daro, e depois a Babilónia, Nínive, Uruk e Acádia. A Mesopotâmia. Aí nasceriam ou iriam cruzar-se as grandes religiões do mundo, o judaísmo, o cristianismo, o budismo, o islamismo, o hinduísmo. Escreve Frankopan: “Foi esse o cadinho onde as famílias linguísticas competiram entre si, onde as línguas indo-europeias, semíticas e sino-tibetanas acompanhavam os falantes de altaico, turcomano e caucasiano. Foi aqui que os grandes impérios nasceram e caíram, onde os efeitos de disputas entre culturas rivais se sentiam a milhares de quilómetros de distância. Esta posição geográfica abria novas perspectivas do passado e mostrava um mundo profundamente interligado, onde o que acontecia num continente tinha impacto noutro…”
A globalização não é assim tão recente, quer evidenciar Frankopan. Difunde-se riqueza e violência, conhecimento e escravatura e a cruzada — uma das palavras mais analisadas no livro pela carga ambígua — é sempre a mesma. “A cruzada é sempre pelo dinheiro, pelo poder, pelos recursos. Foi sempre assim, mesmo que se usem outros argumentos, se diga que é pela justiça, por uma fé”, afirma, e — diz — continua a ser assim agora que se ouve a palavra ressurgir. “É sempre uma civilização a tentar impor-se a outra, e essa imposição implica sempre força, implica sempre violência”, continua o historiador.

Dito isto, as rotas da seda de que fala o título não são mais nem menos do que as estradas, as artérias, os caminhos por onde circulam mercadorias, exércitos, pessoas, doenças, ideias, religiões, modas e gastronomia ao longo dos tempos e que servem a Frankopan para sair da visão eurocêntrica do mundo. Um mundo enquanto organismo vivo e em permanente mutação. “Seremos capazes de nos adaptar?” É sempre a dúvida subjacente ao longo do livro e a da conversa como quando, por exemplo, Frankopan refere a nova ordem mundial.» [Público, ípsilon, 9/9/2018. Entrevista completa aqui.]

Feira do Livro do Porto 2018: 14 de Setembro




Feira do Livro do Porto 2018: Livros do Dia 14 de Setembro

Sobre Arte, Técnica, Linguagem e Política, de Walter Benjamin
Os Demónios, de Fiódor Dostoievski
Crónicas do Mal de Amor, de Elena Ferrante
Pippi das Meias Altas, de Astrid Lindgren



Feira do Livro do Porto 2018: Preço Especial — 14 de Setembro

Duzentos Poemas, de Emily Dickinson
Da Democracia na América, de Alexis de Tocqueville
O Banqueiro Anarquista, de Fernando Pessoa
Mary Poppins, de P. L. Travers




Hoje, 14 de Setembro, pelas 18:00, Júlio Machado Vaz estará nos pavilhões da Relógio D’Água na Feira do Livro do Porto (68-72), para autografar os seus livros: À Beira-Rio — Cartas a Maria, Vinte Anos Depois e O Sexo dos Anjos, entre outros.

13.9.18

Sobre Os Meninos de Ouro, de Agustina Bessa-Luís




«A Relógio D’Água continua a oferecer aos leitores novas e cuidadas edições dos livros de Agustina Bessa-Luís. “Os Meninos de Ouro”, uma atualização do mito messiânico incorporada na História contemporânea de Portugal, venceu o Grande Prémio da APE em 1983. Esta edição conta com um prefácio de Pedro Mexia.» [Revista LER, Verão 2018]

Ana Margarida de Carvalho na UNICEPE




Amanhã, 14 de Setembro, Ana Margarida de Carvalho estará no Jantar de Amizade UNICEPE. O jantar será seguido de uma tertúlia, com entrada livre, em que será apresentado o livro de contos da autora, Pequenos Delírios Domésticos.

Mais informações aqui.

Feira do Livro do Porto 2018: 13 de Setembro




Feira do Livro do Porto 2018: Livros do Dia 13 de Setembro

A Educação Sentimental, de Gustave Flaubert
O Homem Que Confundiu a Mulher com Um Chapéu, de Oliver Sacks
Debaixo do Vulcão, de Malcolm Lowry
Contos, de Andersen (ed. cartonada)



Feira do Livro do Porto 2018: Preço Especial — 13 de Setembro

A Metamorfose, de Franz Kafka
Musicofilia, de Oliver Sacks
As Ondas, de Virginia Woolf

O Feiticeiro de Oz, de L. Frank Baum