12.7.18

Sobre Breves Notas sobre Literatura-Bloom, de Gonçalo M. Tavares




«“Breves Notas sobre Literatura-Bloom” de Gonçalo M. Tavares (Relógio D’Água) é um dicionário literário extravagante, cheio de ironia e xeque-mates, absurdos, maldades ocasionais, cruéis e permanentes. E corajoso.»  [Francisco José Viegas, Correio da Manhã, 5/7/18]

11.7.18

A chegar às livrarias: Desaparecer na Escuridão, de Michelle McNamara (trad. Alda Rodrigues)




Este livro tem o enredo, suspense e intensidade de um policial. Trata-se, no entanto, de um livro de não-ficção. McNamara morreu de forma trágica a meio da investigação que procurava identificar o Golden State Killer, responsável por uma onda de violações e assassinatos na Califórnia que se prolongou por mais de dez anos. A Polícia arquivou o caso. Mas McNamara continuou a investigação pelos seus próprios meios.
“Desaparecer na Escuridão” é o relato de anos de investigação sobre a mente de um criminoso impiedoso. É também o retrato da obsessão de uma mulher pelo fim da impunidade de um assassino. Este livro está destinado a tornar-se um clássico da literatura policial.

«Não consegui parar de ler este livro.» [Stephen King]

«Uma investigação viva e meticulosa de um predador doentio que aterrorizou a população da Califórnia por mais de uma década. Um retrato de uma escritora que se deixou consumir pela perseguição a um criminoso.» [New York Times]

Os direitos de adaptação para série de televisão foram adquiridos pela HBO.

Sobre A Ronda da Noite, de Agustina Bessa-Luís




No âmbito da iniciativa Ano Agustina, mensalmente, ao longo de 2018, a Comunidade Cultura e Arte publicará uma crítica a um dos livros de Agustina Bessa-Luís, do catálogo reeditado pela Relógio D’Água.
No dia 30 de Junho foi publicado o texto de Catarina Fernandes sobre «A Ronda da Noite»:

«Agustina tem essa capacidade de misturar a reflexão, em jeito de ensaio, com o contar de histórias, nunca de maneira estanque mas, aliada à ironia, sempre em jeito de deambulação. Ler Agustina é descobrir que “o que sabem as mulheres dá para arrasar montanhas”, e, sem dúvida, que o que sabe Agustina dá para arrasar até o mais cético dos leitores.» [Texto completo em: https://www.comunidadeculturaearte.com/ano-agustina-a-ronda-da-noite-um-livro-para-se-ler-de-frente-ao-espelho/ ]

Sobre O Quarto de Marte, de Rachel Kushner




No The Guardian, Lucie Shelly analisa O Quarto de Marte, de Rachel Kushner. O artigo pode ser lido aqui.

10.7.18

Sobre Machado de Assis




«Machado de Assis é leve e divertido, como raramente se espera dos escritores de quem se erguem estátuas.» [Benjamin Moser, New Yorker, 9-16/7/2018. Texto completo aqui. ]


De Machado de Assis, a Relógio D’Água publicou Memórias Póstumas de Brás Cubas e Quincas Borba; Dom Casmurro e Esaú e Jacó; e, na colecção Clássicos para Leitores de Hoje, Memórias Póstumas de Brás Cubas e O Alienista e Outros Contos.

Sobre Vidas de Raparigas e Mulheres, de Alice Munro




O único romance escrito pela vencedora do Nobel da Literatura 2013 — Vidas de Raparigas e Mulheres — é uma obra perspicaz, honesta, «formal, mas não factualmente autobiográfica», que nos conta a vida de uma jovem numa zona rural de Ontário durante os anos 40.
Del Jordan vive no fim da Flats Road, na quinta de criação de raposas do seu pai, onde os seus companheiros são um excêntrico solteiro amigo da família e o seu rude irmão mais novo. Quando Del começa a passar mais tempo na cidade, vê-se rodeada por mulheres: a sua mãe agnóstica, uma mulher teimosa que vende enciclopédias aos agricultores; a inquilina da sua mãe, Fern Dogherty; e a sua melhor amiga, Naomi, com quem partilha as frustrações e as desenfreadas alegrias características da adolescência. 
É através destas influências improváveis, e das suas experiências com o sexo, o nascimento, e a morte, que Del explora as contradições do que é ser uma mulher. O resultado é uma demonstração poderosa, comovente e repleta de humor da consciência incomparável de uma escritora sobre a vida de raparigas e mulheres.

De Alice Munro, a Relógio D’Água publicou também os livros de contos Fugas, O Amor de Uma Boa Mulher, A Vista de Castle Rock, Demasiada Felicidade, O Progresso do Amor, Amada Vida, Falsos Segredos e  Ódio, Amizade, Namoro, Amor, Casamento.

Sobre Na Primavera, de Karl Ove Knausgård




«A terceira parte do Quarteto das Estações é algo estranho e inesperado.»


Na Primavera, de Karl Ove Knausgård, recebe cinco estrelas na crítica de Sam Leith no The Telegraph (9/7/2018).