29.6.18

Raul Brandão celebrado pela Associação Portuguesa de Escritores





O ciclo de iniciativas que comemora a obra de Raul Brandão teve início no passado dia 18 de Junho e prolonga-se até 10 de Julho. A 3 de Julho, na Cinemateca Portuguesa, serão abordadas as várias adaptações feitas de obras de Raul Brandão ao cinema.
No dia 10 de Julho, Teatro Nacional D. Maria II, alguns atores lerão excertos do III Acto de “O Gebo e a Sombra” e vão fazer a leitura completa da farsa “O Doido e a Morte”.

De Raul Brandão a Relógio D’Água tem editadas as obras Memórias (em três tomos), A Farsa, História dum Palhaço e A Morte do Palhaço, El-Rei Junot, Vida e Morte de Gomes Freire, Os Pescadores, Húmus e Memórias (num único volume).

28.6.18

Hélia Correia e Alexandre Andrade lêem contos na Livraria Ferin




No âmbito do 15.º Congresso Internacional do Conto em Inglês, Hélia Correia e Alexandre Andrade estarão amanhã na Livraria Ferin, em Lisboa, para uma leitura de contos.

Sobre O Falecido Mattia Pascal, de Luigi Pirandello




Escrito em 1904, O Falecido Mattia Pascal é um romance em que, com apreciável dose de humor negro, Luigi Pirandello explora os mistérios de identidade. Nele se conta a história de um homem que, cansado da sua vida de arquivista e de marido, decide viajar até Monte Carlo, onde a sorte lhe permite obter no casino uma enorme fortuna.
É no regresso a casa que toma conhecimento de que, por engano, foi considerado morto.
Decide começar uma nova vida com fortuna e outro nome, pensando assim libertar-se de compromissos e obrigações. Mas depois de viajar algum tempo sem estabelecer ligações de amor ou amizade, sente que o anonimato não o torna livre nem feliz.
Decide fixar-se numa pensão em Roma, onde se apaixona e tudo se complica.


De Luigi Pirandello a Relógio D’Água editou também Contos, A Bilha e Henrique IV — Seis Personagens em busca de Autor.

27.6.18

Sobre O Meu Amor Absoluto, de Gabriel Tallent




«O primeiro romance de Gabriel Tallent, jovem autor norte-americano, recebeu encómios da crítica e a preferência do público. Uma história de abuso, pressão psicológica e sexual, e de um amor sem freios e sem limites.» [Revista LER, Primavera 2018]


26.6.18

Sobre Com Esta Chuva, de Annemarie Schwarzenbach




«A curta e aventurosa vida da suíça Annemarie Schwarzenbach merecia várias reconstituições — como viajante, escritora, arqueóloga e personagem de romance (que foi). Durante a Segunda Guerra viajou por todo o mundo. Os seus contos aqui reunidos são também belas narrativas de viagem.» [LER, Primavera 2018]

De Annemarie Schwarzenbach a Relógio D’Água publicou também Todos os Caminhos Estão Abertos e Inverno no Próximo Oriente.

Sobre As Rotas da Seda, de Peter Frankopan




«O mapa das “Rotas da Seda” é uma encruzilhada de todas as grandes religiões, das grandes economias da Antiguidade até hoje, dos grandes exércitos e das “línguas gerais” da Humanidade. O retrato só podia ser complexo e multicolorido. Um belo livro.» [LER, Primavera 2018]

25.6.18

Sobre O Meu Inimigo Mortal, de Willa Cather




«Publicada em 1926, esta novela pertence à categoria dos livros que conseguem fazer da brevidade uma virtude. Noutras mãos, a história de Myra Henshawe — uma mulher que prescinde da herança familiar para viver o amor da sua vida: exemplo de coragem extrema, embora incapaz de resistir à usura do tempo — poderia estender-se por centenas de páginas. Cather, ao invés, transforma-a num lapidar estudo sobre a falibilidade dos destinos humanos, narrado com austera contenção, em prosa límpida mas que convoca os materiais estritamente necessários. Bellie Birdseye, a narradora, trinta anos mais nova do que Myra, começa por evocar a época em que a conheceu, primeiro na sua terra natal, e depois em Nova Iorque, durante uma visita natalícia.» [José Mário Silva, Expresso, E, 2018]


De Willa Cather a Relógio D’Água publicou também Uma Mulher Perdida e Minha Ántonia.