8.5.18

Alvalade homenageia José Cardoso Pires — 8 de Maio de 2018





No âmbito da iniciativa Alvalade Capital da Leitura 2018, a Junta de Freguesia vai homenagear José Cardoso Pires.

Hoje José Mário Silva modera uma conversa entre Inês Pedrosa e o encenador João Silva sobre a censura. Esta iniciativa acontece na Appleton Square e inclui uma sessão dinamizada pelo Grupo de Teatro Terapêutico, do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa.

7.5.18

Alvalade homenageia José Cardoso Pires




No âmbito da iniciativa Alvalade Capital da Leitura 2018, a Junta de Freguesia vai homenagear José Cardoso Pires.
No dia inaugural, 7 de Maio, tem lugar uma Mostra Documental e Exposição sobre José Cardoso Pires, na Torre do Tombo. No mesmo dia acontece a conferência de lançamento da Capital da Leitura, que será conduzida pelo jornalista José Mário Silva e terá como convidados Mário de Carvalho, João Ricardo Pedro e Gonçalo M. Tavares. A Biblioteca Nacional de Portugal foi o palco escolhido para este evento.

Sobre Para o Casamento, de John Berger




«Uma história simultaneamente triste e redentora.»
Carlos Vaz Marques falou hoje sobre Para o Casamento, de John Berger, no programa Livro do Dia, na TSF. O programa pode ser ouvido aqui.


Nas livrarias: China em Dez Palavras, de Yu Hua (trad. do original de Tiago Nabais)





«Caso tentasse abordar todos os aspetos da China contemporânea esta jornada não teria fim, e o livro ficaria ainda mais extenso do que As Mil e Uma Noites. Desta forma, procuro ser conciso e iniciar a jornada narrativa a partir da vida quotidiana, que me é evidentemente familiar. O quotidiano pode parecer trivial e prosaico, mas é uma realidade rica em fenómenos interessantes e comoventes. Tudo tem as suas repercussões na vida quotidiana, desde a política, história e cultura até às memórias, emoções, desejos e segredos. É como uma autêntica floresta, pois, como diz o provérbio chinês, “quando o bosque é denso e extenso, lá encontraremos todos os tipos de pássaros.”» [Do Prefácio]

«China em Dez Palavras é um relato íntimo, profundo e por vezes perturbador do coração do povo chinês. Quem julga que conhece a China será desafiado a pensar novamente. Quem não conhece tem neste livro uma introdução a um país muito diferente do que conhecemos através de viajantes e canais de televisão.» [Wall Street Journal]

«Esta é a história da China contada por um escritor local, não por um académico.» [The New York Times Book Review]

De Yu Hua, a Relógio D’Água publicou também Crónica de Um Vendedor de Sangue.

Sobre O Meu Inimigo Mortal, de Willa Cather




«“Um homem pobre cheira mal, e Deus detesta-o”. É com estas palavras que o abastado negociante John Driscoll responde a Myra, a sua sobrinha que pretende casar com um irlandês pobre. E promete deserdá-la caso insista na pretensão. Será, porém, através dos olhos da jovem Nelly que vamos conhecer o futuro de Myra: a forma como trocou o luxo pelo amor e a felicidade conjugal que experimentou nos primeiros tempos de casada. Vinte e cinco anos mais tarde, sem recursos e entregue a uma existência sombria compreende que o fundamento da sua vida - o amor - se tornou afinal no seu maior inimigo. Willa Cather cresceu no Nebraska onde observou a vida dos pioneiros e emigrantes que povoam a sua ficção caracterizada por uma prosa económica e sem artifícios. Apesar de nunca ter sido considerada uma das grandes figuras da literatura norte-americana, a sua obra tem vindo a ser reavaliada ao longo dos anos. A escritora A. S. Byatt declarou a seu respeito: “Ela já era modernista quando Dos Passos, Hemingway e Fitzgerald eram crianças”.» [Agenda Cultural de Lisboa]

De Willa Cather a Relógio D’Água publicou também Uma Mulher Perdida e editará em breve Minha Ántonia.

Sobre Karl Kraus




Diogo Vaz Pinto conversou com António Sousa Ribeiro, tradutor de Nesta Grande Época, de Karl Kraus.

«Karl Kraus, o mais terrível dos grandes escritores do século passado, empreendeu de 1899 a 1936 uma avassaladora campanha satírica contra a hipocrisia moral dominante. A revista Die Fackel (O Archote), que manteve até à sua morte, com o propósito declarado de «lançar um grito de combate» à sua época, teve 922 números publicados, num total de cerca de 23 mil páginas, funcionando como um «tribunal» perante o qual foram chamados a comparecer os intervenientes de uma trama mais sórdida do que todas as guerras. Para Kraus, nada teve consequências tão devastadoras como o processo de falsificação que passou a ser o modo de actuação da imprensa. (…) E, numa nota de rodapé, no excelente prefácio de Nesta Grande Época – volume de «sátiras escolhidas» que António Sousa Ribeiro viu publicado há semanas pela Relógio D’Água –, podemos ler este comentário de Kraus: «Já não tenho colaboradores. Tinha inveja deles. Eles afastam-me os leitores de que quero ver-me livre eu próprio.»  Aproveitando a publicação desta peça crucial para que, um século depois, o leitor português possa tomar contacto com esta obra monumental do «maior satirista de língua alemão» (como lhe chamou Elias Canetti), aproveitámos para falar com o seu tradutor, e um dos seus grandes especialistas mundiais.»

A entrevista ao i (30/4/18) pode ser lida aqui.

4.5.18

Sobre As Rotas da Seda, de Peter Frankopan




Carlos Vaz Marques falou sobre “As Rotas da Seda”, de Peter Frankopan, no programa Livro do Dia, da TSF, no dia 17 de Abril. O programa pode ser ouvido aqui.