6.6.17

Feira do Livro de Lisboa: Livros do Dia — 6 de Junho de 2017


O Jardim Secreto, de Frances Hodgson Burnett
As Aventuras de Tom Sawyer, de Mark Twain
Teoria Geral do Emprego, do Juro e da Moeda, de J. M. Keynes
Livro do Desassossego, de Fernando Pessoa
Pela Estrada Fora, de Jack Kerouac
Animalescos, de Gonçalo M. Tavares
A Metamorfose, de Franz Kafka

5.6.17

A chegar às livrarias: História da Filosofia Ocidental, de Bertrand Russell (trad. de Vieira de Almeida)






«Um livro importante… um trabalho do mais alto grau pedagógico, acima dos conflitos entre partidos ou opiniões.» [Albert Einstein]

«Continua a ser de forma incontestável a introdução perfeita ao seu assunto… é o tipo de filosofia que a maioria das pessoas quer ler, mas que apenas Russell poderia ter escrito.» [Ray Monk, University of Southampton, UK]

«Uma prosa bela e luminosa, não apenas nítida do ponto de vista clássico, mas escrupulosamente honesta.» [Isaiah Berlin]

«É uma visão atenta e abrangente das principais figuras do pensamento ocidental, a que se juntam referências de personalidades e peculiaridades dos pensadores que dão ainda mais vida ao livro.» [The Week]

«O livro de um grande filósofo. Um olhar lúcido e magistral à história do seu próprio objecto de estudo, maravilhosamente legível e esclarecedor.» [The Observer]

Feira do Livro de Lisboa: Livros do Dia — 5 de Junho de 2017






Em Busca do Tempo Perdido, vol. I, de Marcel Proust (ed. cartonada)
Crónicas do Mal de Amor, de Elena Ferrante
Contos, de Oscar Wilde
Mary Poppins, de P. L. Travers
A Condição Humana, de Hannah Arendt
Novelas Eróticas, de Manuel Teixeira-Gomes
O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde

2.6.17

A chegar às livrarias e à Feira do Livro de Lisboa: Lincoln no Bardo, de George Saunders (trad. de José Lima)





Lincoln no Bardo é o primeiro romance de George Saunders. Nestas páginas, o autor revela-nos o seu trabalho mais original, transcendente e comovedor. A ação desenrola-se num cemitério e, durante apenas uma noite, a história é-nos narrada por um coro de vozes, que fazem deste livro uma experiência ímpar que apenas George Saunders nos conseguiria dar.
Ousado na estrutura, generoso e profundamente interessado nos sentimentos, Lincoln no Bardo é uma prova de que a ficção pode falar sobre as coisas que realmente nos interessam. Saunders inventou uma nova forma narrativa, caleidoscópica e teatral, entoada ao som de diferentes vozes, para nos fazer uma pergunta profunda e intemporal: como podemos viver e amar sabendo que tudo o que amamos tem um fim?

«Uma obra-prima.» [Zadie Smith]

«Saunders faz-nos sentir como se lêssemos ficção pela primeira vez.» [Khaled Hosseini]

«Um livro generoso e de enorme humanismo.» [Colson Whitehead, The New York Times Book Review]

«George Saunders faz o impossível parecer fácil. É uma sorte tê-lo.» [Jonathan Franzen]

«Uma voz incrível — graciosa, sombria, autêntica e divertida — que nos conta as histórias de que precisamos para atravessar estes tempos.» [Thomas Pynchon]

A chegar às livrarias: Uma Volta ao Mundo com Leitores, de Sandra Barão Nobre


Esta viagem de Sandra Barão Nobre começa em abril de 2013, quando chega a casa depois de um dia de trabalho e abre o mapa-mundo no chão da sua sala.
A intenção inicial da criadora do site Acordo Fotográfico (uma homenagem ao ato de ler) era visitar os países de língua portuguesa ou as regiões do mundo onde ela ainda sobrevive, como Malaca, Macau e Goa.
Mas, quando uma sua amiga decide participar na aventura, combinam explorar mais o sudeste asiático (em particular, países como Tailândia, Laos, Vietname e Camboja).
Quando Sandra Barão Nobre regressou a Portugal em finais de agosto de 2014, visitara catorze países e a sua vida mudara.
Os textos que fazem parte deste livro, fragmentos do diário, entrevistas e narrativas de viagem, foram escritos a propósito dos leitores que a autora conheceu durante este longo périplo e dos lugares onde esses encontros ocorreram.

A chegar às livrarias e à Feira do Livro de Lisboa: O Rapaz Que Seguiu Ripley, de Patricia Highsmith






«E se o rapaz que conhecera na noite anterior fosse Frank Pierson? Dezasseis anos. Parecia tê-los, mais do que os dezanove que lhe dissera. Do Maine, não de Nova Iorque. Quando o velho Pierson morrera não tinha aparecido um retrato da família toda no IHT? Pelo menos aparecera um retrato do pai, cujo rosto Tom não conseguia recordar. Ou teria sido no Sunday Times? Mas do rapaz de há três dias lembrava-se melhor do que era costume lembrar-se das pessoas. A expressão do rapaz era bastante meditativa e séria; não sorria facilmente. Boca firme, sobrancelhas escuras, retilíneas. E o sinal na face direita, demasiado pequeno para aparecer numa fotografia de tamanho médio, talvez, mas um sinal. O rapaz não fora apenas delicado; fora cauteloso.»

Um jovem americano com quem Tom se relaciona por acaso poderá ser o herdeiro de uma fortuna. De quem foge ele afinal? Que razões o levam a ocultar tão desesperadamente o seu segredo? Que perigos esperam Tom se o ajudar?
Este é o enigma do quarto romance da série Ripley.

Sobre Relatório Minoritário e Outros Contos, de Philip K. Dick








No Livro do Dia, na TSF, Carlos Vaz Marques fala hoje de Relatório Minoritário e Outros Contos, de Philip K. Dick. O programa pode ser ouvido aqui.

De Philip K. Dick a Relógio D’Água publicou também Será que os Androides Sonham com Ovelhas Elétricas?, O Homem Duplo e O Homem do Castelo Alto.