16.9.13

Jaime Rocha e Miguel-Manso em Vila Velha de Ródão





Em Vila Velha de Ródão, entre 19 e 21 de Setembro, celebra-se a poesia com o evento «Poesia, um dia». É uma iniciativa da Biblioteca Municipal José Baptista Martins que pretende «viver Ródão como território poético».

A poesia será celebrada com leituras em passeios de barco no rio, conversas, palestras, performances, uma feira do livro de poesia, oficinas e espectáculos, em que participarão, entre outros poetas, Jaime Rocha, Miguel-Manso ou Margarida Vale de Gato.


13.9.13

Sobre Elizabeth Bishop





«Para quem não sabe, Elizabeth Bishop é uma das poetas mais importantes da língua inglesa, tendo recebido todos os prémios que havia para receber, incluindo o Pulitzer e o National Book Critics Circle.»

[Eduardo Pitta, no blogue Da Literatura, a propósito da recente estreia no Brasil do filme Flores Raras, com realização de Bruno Barreto, que conta a história da relação da poeta americana com a arquitecta Lota de Macedo Soares, que conheceu quando viveu no Brasil]

12.9.13

Sobre A Dominação Masculina, de Pierre Bourdieu





«A sociedade cabila, na Argélia, foi o palco das primeiras pesquisas do sociólogo francês Pierre Félix Bourdieu (1930-2002). O seu primeiro livro, Sociologia da Argélia (1958), discute a organização social da sociedade cabila, e em particular, como o sistema colonial interferiu nessa sociedade tradicional, nas suas estruturas e desculturação.

A dominação masculina está de tal modo inserida no nosso inconsciente que deixámos de nos aperceber dela. A descrição etnográfica da sociedade cabila, expressão cristalizada do inconsciente mediterrâneo, fornece um instrumento poderoso para pôr em causa as evidências e analisar as estruturas simbólicas desse androcentrismo que persiste nos homens e mesmo nas mulheres dos nossos dias.» [Do sítio da Agenda Cultural de Lisboa]

 

11.9.13

Canções Mexicanas editado no Brasil




 
Canções Mexicanas, de Gonçalo M. Tavares, editado pela Relógio D’Água em 2011, foi agora editado no Brasil, pela Casa da Palavra.

«É possível ler Canções mexicanas como parece que Gonçalo leu a Cidade do México: sem tentar porquês, ou encaixar em modelos. Viva o delírio, a falta de ordem e observe o presente de cada imagem. Depois da ressaca de mezcal ou de ideias (ou dos dois), pense sobre O QUE aconteceu. Mas não pense em explicar O QUE ERA aquilo que aconteceu.» [Reginaldo Pujol Filho, O Globo, 31-08-2013]



10.9.13

Sobre William Shakespeare




Francisco Vale e Manuel Gomes da Torre falam ao Ler +, Ler Melhor sobre a edição da obra dramática de William Shakespeare na Relógio D'água. O programa pode ser visto aqui.

A Relógio D’Água já editou Romeu e Julieta, com tradução de Filomena Vasconcelos, e Henrique IV (Parte I e Parte II), com tradução de Gualter Cunha. Brevemente sairá Bem Está O Que Bem Acaba, com tradução de Manuel Gomes da Torre.

 

Sobre A Verdadeira Vida de Sebastian Knight, de Vladimir Nabokov





«A Verdadeira Vida de Sebastian Knight ilustra a impossibilidade de descrever a “verdadeira” vida de Knight ou se seja quem for. É um romance sofisticado e melancólico, mais esperançado na literatura do que na empatia.» [Pedro Mexia, Expresso, Atual, 31-08-2013]

9.9.13

Sobre Rui Nunes





«Como a “sombra que uma criança persegue com a vela”, na sua escrita Rui Nunes atingiu o limite do horror, iluminando o seu mecanismo de absurdos.» No jornal i de 31 de Agosto, Diogo Vaz Pinto entrevista o «autor, que, ao reclamar a vulnerabilidade da pobreza como condição para o homem estreitar a sua relação com a realidade, encerra a sua obra como um dos exemplos mais notáveis de uma literatura actuante. (…) Rui Nunes (Lisboa, 1947) começou a publicar em 1968 e, com mais de 20 títulos de um género inclassificável editados, hoje admite que não escreverá mais, não apenas porque a progressiva cegueira que o afecta há vários anos já não o deixa, mas também por sentir que alcançou um momento final. Referência de um público minoritário, na sua clandestinidade esta obra alcançou um prestígio enorme. Armadilha e Uma Viagem no Outono saíram recentemente na Relógio D'Água - o último, numa edição limitada a 150 exemplares, só pode ser adquirido por encomenda directa à editora.» [Diogo Vaz Pinto, i, 31-08-2013]