10.7.13

A Relógio D'Água na imprensa





No Atual de 6 de Julho de 2013, Carlos Vaz Marques destaca dois livros da Relógio D’Água: A Descoberta do Mundo, de Clarice Lispector, e É assim Que A Perdes, de Junot Díaz.
 

9.7.13

Oliver Sacks (09-07-1933)





«A linguagem, essa invenção tão humana, permite o que, em princípio, não devia ser possível. Permite que todos nós, mesmo os cegos congénitos, vejamos pelos olhos de outra pessoa.» [Oliver Sacks, O Olhar da Mente]

 


De Oliver Sacks, a Relógio D’Água publicou O Homem Que Confundiu a Mulher com Um Chapéu, Despertares, Um Antropólogo em Marte, Perna para Que Te Quero, A Ilha sem Cor, O Tio Tungsténio, Musicofilia, Vejo Uma Voz, O Olhar da Mente, Diário de Oaxaca e Alucinações.

A chegar às livrarias: animalescos, de Gonçalo M. Tavares





«Gonçalo M. Tavares é um escritor diferente de tudo o que lemos até hoje. Ele tem o dom — como Flann O’Brien, Kafka ou Beckett — de mostrar a forma como a lógica pode servir eficazmente tanto a loucura como a razão.» [The New Yorker]

A chegar às livrarias: Mensagem, de Fernando Pessoa





«Mensagem — o único livro de poesia em língua portuguesa dado a público por Fernando Pessoa — foi impresso em Outubro de 1934. dividido em três partes (“Brasão”, “Mar Português” e “O Encoberto”), este livro, que esteve para se chamar Portugal, incorpora 44 poemas, alguns dos quais já anteriormente publicados em jornais e revistas. (…) Mensagem — uma colectânea identificável com o sinal, necessariamente aleatório, de um nacionalismo místico, esotérico e profetista — pode também deixar visionada, por acrescento, a projecção de um “reino de alma humana continuamente sendo e continuamente ansiosa de mais ser”.» [Agostinho da Silva em Um Fernando Pessoa]

8.7.13

Sobre Peregrinação, de Fernão Mendes Pinto





«Livro estruturalmente compósito, a Peregrinação entremeia, com maior ou menor coerência — e disso Mendes Pinto é bem consciente —, a narrativa dos seus trabalhos, a obscura busca da explicação quer para os seus múltiplos tormentos quer para os inumeráveis resgates de tantos perigos, com a crónica minuciosa, quase como de agente secreto por conta de si e da nossa empresa descrita como maldita e sublime ao mesmo tempo. (…) Escrevendo Peregrinação, Mendes Pinto não salvou apenas a sua vida aventurosa, mas a aventura escrita em português, a que para sempre nos compensará de não vir a ter no futuro os Kipling e os Conrad no nosso império de rapina, de esplendor e engano.» [Eduardo Lourenço, 30 de Junho de 1989]

Sobre A Rosa, de Robert Walser





«Por exemplo, num livro de ficções curtas que li recentemente, A Rosa, uma personagem não só consegue discordar de si própria como, ainda por cima, se consola por causa disso. Os textos de Walser estão cheios de coisas inesperadas, frases que parecem aterrar neles vindas de um tempo mais moderno do que o seu, criaturas metidas em cenários que simplesmente não as pediam (um macaco numa taberna sem saber como se comportar com as senhoras), uma deliciosa desfaçatez que pode ser logo a seguir desarmada por um pedido aos leitores para que não levem aquilo a sério; enfim, têm uma pitada de loucura (…).» [Maria do Rosário Pedreira sobre A Rosa, de Robert Walser, no blogue Horas Extraordinárias]
 

De Robert Walser, a Relógio D’Água publicou O Salteador, A Rosa, Jakob von Gunten  — Um Diário, O Ajudante, Histórias de Amor e Os Irmãos Tanner.

5.7.13

Oliver Sacks, o herói de Hilary Mantel



 

«Tudo o que Sacks escreve tem a sua marca inconfundível. (…) Descreve-se como um “neuroantropólogo”, e viaja até ao território desconhecido no interior das nossas cabeças. Com o conhecimento acumulado por 25 anos de experiência hospitalar, vê a alma por entre os sintomas. Também esteve doente, e é sensato o bastante para saber que não pode deixar-se fora da história. (…) Lembra-nos que, apesar de a medicina ser uma ciência, curar é uma arte.» [Hilary Mantel, The Guardian, 08-02-2013]

 


De Oliver Sacks, a Relógio D’Água publicou O Homem Que Confundiu a Mulher com Um Chapéu, Despertares, Um Antropólogo em Marte, Perna para Que Te Quero, A Ilha sem Cor, O Tio Tungsténio, Musicofilia, Vejo Uma Voz, O Olhar da Mente, Diário de Oaxaca e Alucinações.