Sábado, 8 de Junho, às 18h, António Barreto estará na Feira
do Livro de Lisboa, no pavilhão A83 da Relógio D’Água, para autografar Fotografias,
Anos Difíceis e outras obras.
7.6.13
Feira do Livro de Lisboa: Livros do Dia — 9 de Junho de 2013
A Viagem
do Beagle, de
Charles Darwin
Livro do
Desassossego, de
Fernando Pessoa
Contos, de Clarice Lispector
Anna
Karénina, de Lev
Tolstoi (ed. cartonada)
As
Aventuras de Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll (ed. brochada)
Feira do Livro de Lisboa: Livros do Dia — 8 de Junho de 2013
Musicofilia, de Oliver Sacks
Contos de Tchékhov, vol. I
Laços de
Família, de Clarice
Lispector
Os Irmãos
Karamázov, de Fiódor
Dostoievski
Contos, de Andersen
Obra Poética, de Federico García Lorca
Obra Poética, de Federico García Lorca, com tradução de José Bento, foi o
livro sugerido no Jornal da Noite da Sic no dia 5 de Junho. O vídeo pode ser
visto aqui.
Feira do Livro de Lisboa: Livros do Dia — 7 de Junho de 2013
Em Busca
da Identidade, de
José Gil
Obra
Poética, de Federico
García Lorca
A Espuma
dos Dias, Boris Vian
O Romance do Genji, de Murasaki Shikibu
A Maravilhosa Viagem de Nils Holgersson através da Suécia, de Selma Lagerlöf
6.6.13
Sobre A Trombeta do Anjo Vingador, de Dalton Trevisan
«De achamento
em achamento, Dalton não descobre a língua portuguesa: abre, sim, caminho para
um dos usos mais rigorosos e concisos de que ela é capaz – “o padre, narigão
purpurino do abuso do vinho” (p.62). Os atalhos que toma nada têm de aprazível:
cozem ao sol de um Brasil de tons carregados, ou gelam no volte-face do clima
curitibano; oscilam como um trilho prestes a resvalar; são duros como a picada
cravada de minas. Mas o ponto de chegada é uma luminosa fórmula de exactidão.
Com a grandiosidade austera do que dantes se gravava sobre pedra – “Todo grande
crime é por motivo fútil” (p. 40).» [Hugo Pinto Santos, Time Out, 05-06-2013]
Peça sobre Clarice Lispector vista por 700 mil espectadores brasileiros
Simplesmente
Eu, Clarice Lispector
é uma representação teatral que tem como protagonista Beth Goulart e já foi
vista no Brasil por 700 mil espectadores desde a sua estreia em 2009.
O monólogo,
escrito pela própria actriz, baseia-se em personagens de várias obras da
escritora, como Joana, de Perto do Coração Selvagem, ou Lóri, de Uma
Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres.
A peça tem
sido representada em todo o Brasil, recebendo inúmeros prémios de crítica e de
público, e levou Beth Goulart à capa da revista Veja.
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