4.6.13

A Terceira Miséria, de Hélia Correia





No Atual de 1 de Junho, A Terceira Miséria, de Hélia Correia, é um dos livros destacados por Rosa Alice Branco.

Feira do Livro de Lisboa: Livros do Dia — 4 de Junho de 2013





Sobre Arte, Técnica, Linguagem e Política, de Walter Benjamin

Cem Poemas, de Emily Dickinson

As Ondas, de Virginia Woolf

Os Demónios, de Fiódor Dostoievski

O Aniversário da Infanta, de Oscar Wilde

Sobre As Ondas, de Virginia Woolf





«É impossível descrever a magnificência, a estranheza, e o brilho poético deste livro. As personagens não são analisadas, entramos nelas, intuímo-las… Por um momento, emprestam-nos a lâmpada de um génio, e à sua luz podemos ler os segredos no nosso mundo privado.» [Gerald Bullett, The New Statesman and Nation]

3.6.13

Sobre Armadilha, de Rui Nunes





No Atual de 1 de Junho de 2013, Manuel de Freitas escreve sobre Armadilha, de Rui Nunes, citando o autor: «“A minha escrita não tem refúgio. Nem eu refúgio nela.” Perante tão lúcido desabrigo, percebemos, de modo radical, que Armadilha é um lugar e um modo de risco sem paralelo na literatura portuguesa. Pois está muito mais perto dos severos cerimoniais de Béla Tarr e Paulo Nozolino do que de qualquer premiado ficcionista ou poeta lusitano, ao reconhecer que “o destino de um fosso é um fosso”.»

Sobre A Descoberta do Mundo, de Clarice Lispector




 

Na Time Out de 1 de Maio, Ana Dias Ferreira escreveu sobre A Descoberta do Mundo, de Clarice Lispector. O texto completo pode ser lido aqui.

Feira do Livro de Lisboa: Livros do Dia — 3 de Junho de 2013





Autobiografia Intelectual, de Sigmund Freud

Antologia, de Pablo Neruda

Orlando, de Virginia Woolf

A Educação Sentimental, de Gustave Flaubert

O Jardim Secreto, de Frances Hodgson Burnett

A Educação Sentimental, de Gustave Flaubert





«Na segunda parte d’A Educação Sentimental, Jacques Arnoux já não é o proprietário do Art Industriel (estabelecimento híbrido [em Montmartre] que incluía um jornal de pintura e uma loja de quadros). Quando Frédéric o encontra na sua casa nova na rua Paradis-Poissonnière, explica-lhe porque mudou de indústria:

“— Que fazer numa época de decadência como a nossa? A grande pintura passou de moda! Aliás, pode meter-se a arte em tudo. Sabe, eu aprecio o Belo! Um dia destes hei-de levá-lo à minha fábrica.
E quis mostrar-lhe, imediatamente, alguns dos seus produtos no armazém da sobreloja.
As travessas, as terrinas, os pratos e as saladeiras enchiam o sobrado. Encostados às paredes encontravam-se largos mosaicos para casas de banho e gabinetes de toilette, com temas mitológicos em estilo Renascença, enquanto, no meio, uma espécie de estante dupla, que chegava ao tecto, servia de suporte a recipientes para guardar gelo, a vasos para flores, a candelabros, a pequenas floreiras e a grandes estatuetas polícromas representando um negro ou uma pastora vestida à pompadour. As explicações de Arnoux aborreciam Frédéric, que tinha frio e fome.”

Deixemos, pois, Frédéric cear e afastar as mágoas do seu amor-próprio beliscado pela indiferença da senhora Arnoux, mas só depois de sublinhar os dois pensamentos modernos do negociante de faiança: meter a arte em tudo; apreciar o Belo!» [a propósito de A Educação Sentimental, de Gustave Flaubert, no blogue Malone Meurt]