31.5.13

Feira do Livro de Lisboa: Livros do Dia — 31 de Maio de 2013



 

Elogio da Sombra, de Junichiro Tanizaki

Contos (vol. III), Tchékhov

Perto do Coração Selvagem, de Clarice Lispector

Moby Dick, de Herman Melville

Peter Pan, de J. M. Barrie

30.5.13

Sobre O Diabo e Outros Contos, de Lev Tolstói





Reúnem-se aqui seis dos melhores contos de Tolstói. Os dois primeiros são sombrias parábolas sobre as tentações carnais. Em «O Diabo» (1889-90), um jovem não consegue resistir a uma bela camponesa com quem tivera um caso antes de se casar. Por sua vez, «O Padre Sérgui» retrata a vida de um soldado que, para resistir às tentações, se torna monge e, mais tarde, pedinte.
Dos restantes contos, destaca-se «Depois do Baile» que é, nas palavras de George Steiner, um «conto formidável», um «exemplo em que a técnica e a metafísica se tornaram inseparáveis», pois no «vocabulário de Tolstói, um baile tem ressonâncias ambíguas, é ao mesmo tempo uma ocasião de graça e elegância e um símbolo de consumada artificialidade».

Feira do Livro de Lisboa: Livros do Dia — 30 de Maio de 2013




 

O Nascimento da Tragédia, de Friedrich Nietzsche

O Vermelho e o Negro, de Stendhal

Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres, Clarice Lispector

O Diabo e Outros Contos, de Lev Tolstói

O Desejo de Ser Inútil, de Hugo Pratt

29.5.13

Novidade: Trabalhos de Casa, de Rogério Casanova





«(…) se lermos bem, ficaremos sempre presos à concisão elegante das frases com que conclui os ensaios, cláusulas que denunciam a arte suprema do ensaísta de qualquer tipo, como admiraremos quase sempre o modo como os começa, a estabilidade do vocabulário, o rigor das definições, as formulações lapidares privilegiadas em detrimento do arrazoado… mas, ao cabo, ficaremos sempre diante de um verdadeiro escritor no exercício difícil e arriscado da melhor forma de proceder com a inteligência.» [Do Prefácio de Abel Barros Baptista]


Este livro reúne textos de Rogério Casanova publicados na imprensa ao longo dos últimos cinco anos.

Novidade: Alucinações, de Oliver Sacks





Já alguma vez o leitor viu algo que não estava lá? Ouviu alguém chamar o seu nome numa casa vazia? Sentiu que o seguiam, mas quando se virou não encontrou ninguém?
As alucinações não pertencem apenas aos loucos. Estão mais frequentemente ligadas a falhas sensoriais, intoxicação, doença ou lesões.
Pessoas com enxaquecas podem ver arcos de luz cintilantes ou figuras liliputianas. Pessoas com falhas de visão podem, paradoxalmente, mergulhar num mundo visual alucinatório. As alucinações podem aparecer com uma simples febre ou mesmo ao acordar ou adormecer, quando as pessoas têm visões que vão desde manchas luminosas coloridas até rostos perfeitamente pormenorizados, ou mesmo seres aterrorizantes. Pessoas que estão de luto podem receber «visitas» do falecido. Em algumas condições, as alucinações podem levar a epifanias religiosas, ou mesmo à sensação de abandonarmos o nosso corpo.
O ser humano sempre procurou este tipo de visões, tendo durante milhares de anos utilizado substâncias alucinogénias para as obter. Enquanto jovem médico na Califórnia nos anos 60, Oliver Sacks teve um interesse pessoal e profissional por psicotrópicos. Neste livro, o autor reúne histórias dos seus pacientes e a sua própria experiência.


«Sacks escreve histórias de aventura, relatos de viagens ao território inexplicado do cérebro. Ao fazê-lo, revela-nos uma paisagem bastante mais estranha e complexa do que alguma vez poderíamos inferir a partir das nossas interacções diárias.» [The Sunday Times]

«Sacks é, acima de tudo, um médico que escreve com compaixão e clareza… O resultado é uma espécie de discurso humano sobre a fragilidade das nossas mentes, dos corpos que lhes dão forma, e do mundo que criam para nós.» [The Daily Telegraph]

«Oliver Sacks tornou-se o neurologista mais famoso do mundo. Os seus estudos sobre mentes debilitadas permitem uma clara compreensão dos mistérios da consciência.» [The Guardian]

Feira do Livro de Lisboa: Livros do Dia — 29 de Maio de 2013



 

Viver no Fim dos Tempos, de Slavoj Zizek

Contos (vol. IV), Tchékhov

Este País não É para Velhos, de Cormac McCarthy

Middlemarch, de George Eliot

A Aventura no Vale, de Enid Blyton



«George Eliot, tal como Emily Dickinson ou Blake, e tal como Shakespeare, repensou tudo para si mesma de uma ponta a outra. Ela é o romancista como pensador (não como filósofo), e frequentemente deturpamo-la porque menosprezamos a força cognitiva que ela traz às suas perspectivas.» [Harold Bloom]

28.5.13

Lydia Davis recebe Man Booker International Prize 2013



 

«… é sempre bom ver uma grande, enormíssima escritora, tão cá de casa, receber o justo reconhecimento pelo assombroso trabalho literário que é o conjunto da sua obra.» [José Mário Silva no blogue Bibliotecário de Babel]