25.3.13

Sobre A Rapariga sem Carne, de Jaime Rocha




No suplemento Atual do Expresso de 2 de Março de 2013, Manuel de Freitas escreveu sobre o último livro de poesia de Jaime Rocha (Mulher Inclinada com Cântaro, ed. Volta d’Mar), dizendo: «Em 2012, Jaime Rocha publicou dois livros excecionais em que a questão do género se torna absolutamente secundária. De facto, se A Rapariga sem Carne (Relógio D’Água) é muito mais do que uma novela, Mulher Inclinada com Cântaro excede os 18 “cantos” do poema que parece ser, afirmando-se como uma intensa narrativa “virada para o fundo do mar”.»

22.3.13

Sobre Clarice Lispector





«E Ivan Lessa relata como o pessoal reagia à chegada dos textos de Clarice enviados por correio dos Estados Unidos à redação (…): “Chegava tudo por carta. Lembro daquele, ‘A Menor Mulher do Mundo’. Sensacional. Apareciam os envelopes americanos, a gente voava lá. Feito exemplar da New Yorker.”» [Ivan Lessa, A Gazeta Mercantil, 7-9 de Maio de 1999, citado por Nádia Battella Gotlib em Clarice Fotobiografia.]


«A Menor Mulher do Mundo» é um dos contos de Laços de Família, de Clarice Lispector.

21.3.13

Slavoj Zizek (n. 21-03-1949)


fotografia de David Levene


«Viver no Fim dos Tempos (…) é um excelente exemplo dessa prolixidade e da vastidão de um olhar que incorpora a capacidade de questionar as dimensões menos visíveis mas não menos obsidiantes do mundo atual. (…) O resultado pretende ser, como o próprio Zizek declara, a produção de “um livro de combate”, no qual o risco do confronto e da busca de uma ordem mais justa representa a única via para a superação do “ponto zero apocalíptico” com o qual presentemente nos confrontamos. Vale a pena tomá-lo a sério e passar algum do nosso tempo útil a lê-lo.» [Rui Bebiano, Ler, Novembro de 2011]


 

De Slavoj Zizek, a Relógio D’Água publicou Bem-Vindo ao Deserto do Real, Elogio da Intolerância, A Subjectividade por Vir, As Metástases do Gozo, A Marioneta e o Anão, A Monstruosidade de Cristo, O Sujeito Incómodo, Violência, Da Tragédia à Farsa, além de Viver no Fim dos Tempos.

Sobre Física no Dia-a-Dia, de Rómulo de Carvalho





Na Time Out de 20 de Março de 2013, na secção Na Prateleira, com as novidades acabadas de chegar à redacção, pode ler-se: «Já se chamou Física para o Povo, agora é Física no Dia-a-Dia e continua um clássico: 73 respostas, em tom de conversa entre amigos, “a perguntas que nunca nos fizemos”, como porque é que as gotas são redondas ou os balões sobem.»

20.3.13

Friedrich Hölderlin (20-03-1770/06-06-1843)





 

«A importância dos escritos literários e da prosa filosófica de Friedrich Hölderlin para leitores como Hegel e Schelling ou Heidegger, Benjamin ou De Man não pode ser exagerada, e a inacabada peça trágica de Hölderlin, A Morte de Empédocles, é uma das suas mais enigmáticas criações.» [Gerhard Richter]
Além de A Morte de Empédocles, a Relógio D’Água publicou também Poemas, com tradução de Paulo Quintela.
 

Amores, de Henry Green





No blogue É difícil encontrar um blog bom pode ler-se uma citação de Amores, de Henry Green, traduzido por José Miguel Silva.

19.3.13

Dom Quixote no São Luiz



 

Hoje, 19 de Março, no Teatro Municipal São Luiz, em Lisboa, pelas 21h, continua a leitura (quinzenal) de Dom Quixote, de Miguel de Cervantes.
A sessão de hoje é dedicada aos capítulos 2, 3 e 4 da Segunda Parte da obra e conta com a presença do economista José Tavares e da equipa da peça A Visita da Velha Senhora.
Em 2005, a Relógio D’Água publicou O Engenhoso Fidalgo D. Quixote de la Mancha, com tradução de José Bento e gravuras de Lima de Freitas.