15.1.13

Brevemente na Relógio D'Água







«As personagens de Junot Díaz amam, ou pelo menos desejam, apaixonada e incontrolavelmente — olham com horror e fascinação, como nós, para o caos dos seus próprios corações — e Díaz convida-nos a observar este desastre ao lado delas.» [Lev Grossman sobre É assim Que A Perdes, um dos livros do ano da Time, Dezembro de 2012]

14.1.13

Yukio Mishima (14-01-1925/25-11-1970)







«Neste conjunto de nove contos e um texto que o autor descreve como uma “peça No moderna”, Yukio Mishima revela aos leitores a extensão do seu talento, ao explorar uma variedade de caminhos até à complexa personalidade japonesa.»

[Robert Trumbull, The New York Times, 01-05-1966]



Sobre Anna Karénina, de Lev Tolstoi





No programa Livro do Dia de 17 de Dezembro de 2012, na TSF, Carlos Vaz Marques fala sobre Anna Karénina, de Lev Tolstoi. O programa pode ser ouvido aqui.

11.1.13

Sobre Um Sopro de Vida (Pulsações), de Clarice Lispector





No ípsilon do Público de 11 de Janeiro de 2013, Maria da Conceição Caleiro escreve sobre Um Sopro de Vida, de Clarice Lispector: «Um Sopro de Vida (Pulsações) é um texto inclassificável. Poderíamos dizer o mesmo de outros de Lispector. Ela é desde o começo uma clave verbal diferente. Mas este é mais inclassificável ainda. Editado em 1978, depois da sua morte (1977), composto de fragmentos que ela escreveu e/ou ditou até o seu fim e que Olga Borelli reuniu, sai-se dele menos incólume ainda do que dos outros livros da autora, porque aqui a escrita surge mais estilhaçada, morrendo-se nela o corpo-alma de Lispector. (…) Saímos deste livro chorando compulsivamente e glorificando o seu esplendor ou ainda, como agora é moda, extraindo máximas, metalepse que a anestesia. (…) É a contiguidade de situações que confere ao livro um trágico esplendor.»

A Travessia, de Cormac McCarthy




 
Sugestão de Ana Cristina Leonardo no blogue Meditação na Pastelaria.

Sobre Cartas a Um Jovem Poeta, de Rainer Maria Rilke






«Este [Rilke] é, então, o jovem neurasténico que no final do Outono de 1902 recebeu uma carta de um cadete de 19 anos chamado Franz Kappus, ele próprio um aspirante a escritor, contendo alguns dos seus poemas e pedindo orientação e conselhos sobre a vida literária que iniciava. Imaginem a surpresa e o prazer quando uns meses mais tarde, em Fevereiro de 1903, recebeu uma longa, sincera e atenciosa resposta, a primeira de uma série de dez epístolas (…) que Rilke enviaria ao jovem durante os cinco anos seguintes.» [John Banville, The New York Review of Books]

10.1.13

Sobre Pela Estrada Fora, de Jack Kerouac





No programa Livro do Dia de 9 de Janeiro de 2013, Carlos Vaz Marques fala sobre Pela Estrada Fora, de Jack Kerouac. O programa pode ser ouvido aqui.