4.1.13

Hélia Correia publica conto sobre Clarice Lispector




A editora brasileira Oficina Raquel acaba de publicar Clarice Lispector – Personagens Reescritos (primeiro volume da colecção Extratextos), que reúne contos que têm em comum personagens da autora de Perto do Coração Selvagem.
Entre os autores que participam no projecto estão Hélia Correia, com o conto «Captura», Maria Teresa Horta, com «Sem Culpa, e Pedro Eiras, com «Ajuste de Contas».

Sobre A Condição Humana, de Hannah Arendt





No blogue A Terceira Noite, Rui Bebiano apresenta uma adaptação de um texto de Céline Bagault, publicado na revista Sciences Humaines (Dezembro de 2012), inserido numa série destinada a chamar a atenção para várias obras filosóficas do último século que podem ajudar a «impedir-nos de retomar os caminhos que um dia terminaram em becos sem saída». A obra em destaque é, neste caso, A Condição Humana, de Hannah Arendt. O texto pode ser lido aqui.

3.1.13

Sobre Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada, de Pablo Neruda


No programa Livro do Dia da TSF de 2 de Janeiro de 2013, Carlos Vaz Marques fala sobre Vinte Poemas de Amor e Uma Canção Desesperada, de Pablo Neruda. O programa pode ser ouvido aqui.

2.1.13

Sobre Rei, Dama, Valete, de Vladimir Nabokov




"O título não engana: Rei, Dama, Valete, pela primeira vez publicado em Portugal numa tradução de Miguel Serras Pereira, é  Nabokov a pegar no tema do triângulo amoroso e do adultério para o seu segundo romance, fazendo, como o próprio confessa no prefácio à edição inglesa de 1967, uma homenagem a Flaubert e ao seu romance-escândalo Madame Bovary." [Ana Dias Ferreira, Time Out Lisboa, 02-01-2013]

Sobre Dalton Trevisan




No Diário Câmara Clara de 28 de Dezembro de 2012, Francisco Vale fala sobre a edição de Dalton Trevisan pela Relógio D'Água. O programa pode ser visto aqui.

31.12.12

Orgulho e Preconceito, de Jane Austen





«Prazer simples e autêntico.»

Em 2013 comemoram-se os 200 anos da primeira edição de Orgulho e Preconceito, de Jane Austen. Paula Marantz Cohen dá-nos dez razões para a obra bicentenária se ligar tão bem à nossa cultura pós-moderna, aqui.

Críticos do Expresso e do Público fazem balanço do ano literário






Na última edição do Atual de 29 de Dezembro é feito um balanço dos livros editados em Portugal em 2012.
Como em anos anteriores, a Relógio D’Água é a editora com mais obras destacadas (9), entre as dez  seleccionadas por cada crítico do Expresso.


Ana Cristina Leonardo escolhe A Travessia, de Cormac McCarthy, e Contos Completos, de Lydia Davis. José Guardado Moreira selecciona Ada ou Ardor, de Vladimir Nabokov, e A Poesia do Pensamento, de George Steiner. Luís M. Faria escolhe A Travessia, de Cormac McCarthy. Luísa Mellid-Franco destaca Num Lugar Solitário, de Ana Teresa Pereira. E Pedro Mexia escolhe Contos, de Pirandello, Contos Completos, de Lydia Davis, e Novelas nada Exemplares, de Dalton Trevisan.


De notar que a avaliação dos críticos do Expresso é enviesada em relação a uma apreciação em termos absolutos, já que António Guerreiro apenas escolheu livros de poesia, José Mário Silva autores portugueses, o mesmo sucedendo com Luísa Mellid-Franco. Sara Figueiredo Costa seleccionou apenas obras de banda desenhada ou ilustradas.


No ípsilon de 28 de Dezembro, vários críticos do Público tinham feito igualmente as suas escolhas. Entre as 10 primeiras, estão dois livros da Relógio D’Água, a saber: Contos Completos, de Lydia Davis, apresentado por José Riço Direitinho, e Um Sopro de Vida, de Clarice Lispector, afirmando Conceição Caleiro que «Clarice Lispector escreve como ninguém».


Um sintoma da dispersão de gostos, da diferenciação de critérios, é que entre as obras seleccionadas pelo Expresso e pelo Público há apenas dois títulos em comum, que são Contos Completos, de Lydia Davis, e A Piada Infinita, de David Foster Wallace.