19.4.12

Hélia Correia fala sobre A Terceira Miséria





Hélia Correia fala ao programa Ler Mais Ler Melhor sobre o seu recente livro de poesia A Terceira Miséria.

18.4.12

Água Viva, de Clarice Lispector, Livro do Dia na TSF




«Há escritores que são uma espécie de ilhas. Existem como se nada os antecedesse e nada pudesse dar-lhes continuidade. A brasileira Clarice Lispector foi uma escritora assim: um continente à parte na literatura de língua portuguesa. (…) Ler Clarice Lispector requer disponibilidade. Requer sobretudo o mesmo talento que é necessário a quem tem de caminhar às escuras: é preciso tatear muito e estar disposto a tropeçar sem medo.»
Água Viva, de Clarice Lispector, foi hoje Livro do Dia no programa de Carlos Vaz Marques na TSF.

Sobre Mataram a Cotovia, de Harper Lee



No sítio do Diário de Notícias, João Céu e Silva fala aqui sobre Mataram a Cotovia, de Harper Lee, recentemente editado pela Relógio D’Água.

Sobre A Terceira Miséria, de Hélia Correia





Na Agenda Cultural de Lisboa está em destaque nos livros de poesia A Terceira Miséria, de Hélia Correia: «A Terceira Miséria é um notável poema composto por 33 fragmentos que envidencia as raízes da formação helenística de Hélia Correia. No início, uma citação de Hölderlin: “Para quê, perguntou ele, para que servem / Os poetas em tempo de indigência?” A autora identifica os três tempos de miséria: a primeira, a deserção dos Deuses; a segunda, a sua morte. A terceira “é esta, a de hoje, / A de quem já não ouve nem pergunta, / A de quem não recorda”.» Texto completo aqui.

17.4.12

Sobre Enviado Especial, de Evelyn Waugh




No blogue Quem Ousa Vence, foi publicado um texto sobre Enviado Especial, de Evelyn Waugh, que pode ser lido aqui.

16.4.12

Sobre A Filha do Optimista, de Eudora Welty




No suplemento Atual, do Expresso de 14 de Abril, Ana Cristina Leonardo escreve sobre A Filha do Optimista: «O mais impressionante (…) é a forma sage como consegue manter em suspenso o conflito entre as duas personagens femininas principais, criando no leitor uma sensação de incomodidade que se avoluma à imagem de uma onda gigante que se nega a rebentar, preferindo desfazer-se em espuma. E mesmo na cena final, em que Laurel e Fay se enfrentam, o resultado é surpreendente (dramática e moralmente surpreendente), preferindo Laurel guardar a memória dos mortos a vingar-se dos vivos.
Uma pequena obra-prima.»


«... decididamente o melhor texto longo de Welty, conhecida sobretudo pelos seus contos.»

Sobre O Lago, de Ana Teresa Pereira




No blogue Bibliotecário de Babel, José Mário Silva disponibilizou a crítica a O Lago, de Ana Teresa Pereira, recentemente publicada na revista Ler.