2.1.12

A Relógio D’Água nos media na semana de 26 de Dezembro de 2011 a 1 de Janeiro de 2012




Na Time Out de 28 de Dezembro, Ana Dias Ferreira considera Canções Mexicanas, de Gonçalo M. Tavares, «mais “excitante” e à flor da pele do que o habitual. Ou seja, um dos seus melhores de sempre, o que é dizer muito».

Portugal, Hoje editado na Sérvia



Portugal, Hoje — O Medo de Existir acaba de ser publicado na Sérvia. A tradução é de Vesna Vidakovic, e a editora a Mediterran Publishing.

Três títulos da Relógio D'Água entre os melhores livros de 2011 no ípsilon





Na lista dos melhores livros de 2011 do ípsilon, elaborada pelos críticos da casa, constam três títulos da Relógio D’Água: Canções Mexicanas, de Gonçalo M. Tavares; Middlemarch, de George Eliot; e A Mão do Oleiro, de Rui Nunes.

27.12.11

Pensamentos de Oscar Wilde e Bel-Ami de Maupassant no Atual de 23 de Dezembro





Ana Cristina Leonardo aborda o livro Pensamentos de Oscar Wilde: «Um livro indispensável para os amantes de Oscar Wilde e uma pérola para quem gosta de colecionar citações. As citações são uma coisa belíssima. Permitem-nos dizer melhor aquilo que alguém já pensou antes de nós. Poupam trabalho. Vão diretas ao assunto. Acrescentam inteligência. E, naturalmente, no caso de Wilde, o wit é um elemento de peso. Digo wit e não digo “piada”, porque nele o humor obriga sempre a um estado, não de empatia e reconhecimento, antes de abertura ao paradoxo e à ironia fina. O efeito é surpreendente.»
No mesmo suplemento do Expresso, Carlos Bessa fala de Bel-Ami de Guy de Maupassant: «a trama e a perfídia do romance permanecem tão atuais hoje como em finais do século XIX, pela mescla de erotismo, luxo e poder, aliados a uma escrita desempoeirada, livre de afetações e julgamentos morais, marcada pela ironia e com uma progressão musical que não descura os refrãos».


21.12.11

Middlemarch e A Mão do Oleiro em n.º 1 como livros do ano


Vários críticos do ípsilon publicaram as suas listas dos seus livros de 2011.



Rogério Casanova destaca em 1.º lugar Middlemarch, de George Eliot. Da Relógio D’Água escolheu ainda Impressões de África, de Raymond Roussel (5), Enviado Especial, de Evelyn Waugh (8), O Duelo, de Anton Tchékhov (9), e Americana, de Don DeLillo (14).


Por sua vez, Maria da Conceição Caleiro coloca em 1.º lugar A Mão do Oleiro, de Rui Nunes. Outras escolhas das obras publicadas por esta editora foram A Ilha de Sacalina, de Anton Tchékhov (9), Canções Mexicanas, de Gonçalo M. Tavares (13), e Americana, de Don DeLillo (15).


Eduardo Pitta elege entre os melhores livros de 2011 quatro obras publicadas pela Relógio D’Água: As Desventuras do Sr. Pinfold, de Evelyn Waugh (7), Nas Trevas Exteriores, de Cormac McCarthy (8), Encontro em Samarra, de John O’Hara (12), e A Viagem de Felicia, de William Trevor (15).


Dois outros críticos habituais do suplemento ípsilon do Público escolhem também obras da Relógio D’Água. Foi o caso de José Riço Direitinho, com Caso Kukótski, de Liudmila Ulítskaia (6), e Helena Vasconcelos, com Canções Mexicanas, de Gonçalo M. Tavares (9).

19.12.11

A Relógio D'Água no Expresso de 17 de Dezembro de 2011


Na revista Única, do Expresso, José Mário Silva sugere alguns livros para ler à lareira:


«Ao referir-se a H. P. Lovecraft, Stephen King não hesitou em colocá-lo num pedestal, escrevendo que “ainda não foi superado como o maior escritor de histórias de terror clássico do século XX”. Este romance, publicado pela primeira vez em 1931, é um bom exemplo dessa mestria, ao confrontar-nos com monstros pavorosos nos confins da Antártida — um cenário que nunca pareceu tão desolado, arrepiante e assustador. (…) Pouco a pouco, o medo das personagens torna-se palpável e transmite-se, como lepra, aos leitores.»


«Longe do seu habitat literário, a escrita liberta-se, torna-se mais visceral e deixa-se contaminar pela desmesura de uma cidade gigantesca, onde as catedrais se vão afundando, o ódio e a miséria se respiram no próprio ar, há polícias que fazem desenhos a partir do contorno dos mortos no chão, há suicidas que reincidem e loucos omnipresentes, tornando tudo mais “excitante”.»

No suplemento Atual do mesmo jornal, Pedro Mexia escreve sobre Canções Mexicanas, de Gonçalo M. Tavares: «O México é retratado como uma zona de guerra, com os turistas e o narrador no papel de vítimas potenciais. Por isso, vários destes textos transmitem a vivência do medo, o medo que o visitante tem de se perder nas entranhas da cidade e aparecer degolado no chão. (…) Neste caos sem geometria, a excitação supera o medo, e a felicidade parece de facto um estranho conceito europeu.»

16.12.11

Canções Mexicanas na imprensa




Na Visão de 15 de Dezembro Sílvia Souto Cunha apresenta três novas obras de Gonçalo M. Tavares, entre as quais Canções Mexicanas, da Relógio D’Água: «Este livro é um corrupio na megalópolis. Fragmento (alucinações?), alta quilometragem em curtas-metragens vividas por um “eu” indeterminado, que usa os óculos do autor. Ao leitor cabe inspirar e correr ao lado. (…) Sem tropeçar em Dom Casimiro, o matador que coleciona cruzes na casa de oito metros quadrados. Ou sem esquecer Maria, salva da mãe agressora pela lei de proteção dos animais (…).»

No Diário de Notícias de 16 de Dezembro, Joana Emídio Marques entrevista Gonçalo M. Tavares. Canções Mexicanas «é uma ficção fragmentária sobre um homem inquieto que mergulha numa cidade que [diz o autor] “não tem rios de água mas sim de gente. Gente que anda, que protesta, que reza, que cai, que morre. Onde o perigo é latente e obriga a uma hiperatenção a cada pormenor, sob pena de não se conseguir sobreviver-lhe”».